A Alameda São Boaventura, em Niterói, voltou a parar ontem (23). No segundo dia útil do corredor expresso, somente motoristas de ônibus perceberam melhorias em relação a segunda-feira. Coletivos percorreram os 6 km da via em 25 minutos; já carros de passeio demoraram o dobro do tempo, mais uma vez prejudicados pela falta de sincronia dos sinais. Houve retenções de até 2 km. O presidente da Niterói Transporte e Trânsito (NitTrans), Sérgio Marcolini, prometeu mais ajustes nos semáforos para hoje, mas comemorou o fim do gargalo no Hospital Getúlio Vargas Filho, no Fonseca. “Vamos modificar o tempo na esquina da João Brasil, que reteve os carros. Nossa prioridade é o transporte público, mas a ideia é proporcionar mais conforto a todos”. (O Dia Online)
quarta-feira, 24 de março de 2010
Crônica de Yvelise de Oliveira

A morte entrou pela porta e sentou na minha sala
Dona Morte entrou pela porta da minha casa e se instalou confortavelmente em algum dos meus sofás.
"Essa senhora sinistra" começou com o meu jardim.
A casa foi feita para o jardim. Toda cercada de flores coloridas, as singelas "Marias sem vergonha" abraçavam tudo como em um buquê. Por dentro da casa e pelo lado de fora junto dos muros o colorido das flores, na rua, aconchegavam a frondosa amendoeira em um abraço carinhoso em frente à casa.
Mas as plantas foram morrendo sem motivo e o jardim todo florido foi ficando sem vida e sem cor...
Se foi o sol, o calor, muita água, o jardineiro mesmo não sabia dizer... Mas lutei. Comprei terra adubada e centenas de mudas de "Maria sem vergonha", lilases, grama inglesa. Enfim, plantei tudo de novo, mas o jardim nunca mais foi o mesmo. Minhas orquídeas morreram aos montes no orquidário branco que fiz para cuidá-las. Amo plantas.
Indo mais fundo, Dona Morte matou minha gata Sara. A porta foi esquecida aberta e ela pulou para a casa da vizinha ? morreu na hora. Os cachorros quebraram seu frágil pescocinho.
Lamentei por dias sua morte e chorei sentida a sua falta.
Mas a gente não sabe o futuro e esperei sempre que tudo fosse melhorar.
Sem doença, sem nada, a mãe do meu marido, D. Margarida, morreu. Uma morte serena. Dormiu e não acordou. Sua jornada tinha acabado.
Foi uma tristeza grande. O consolo ficou apenas na suavidade com que Dona Morte agiu.
Assim que a gente começa a respirar mais aliviado, o consolo vem vindo, porque minha sogra viveu 91 anos, jovial e saudável.
Nesse ano que passou nós a vencemos quando meu marido teve um câncer e pensei que iria perdê-lo. Mas a mesma fé que o curou completamente não consegui tirar o medo que veio morar dentro de mim.
Logo eu, tão segura, tão confiante, tão cheia de planos, passei a temer o confronto com ela: a "Sinistra Senhora".
Depois passei a desconsiderá-la: "Não. Já perdi gente demais, um filho pequeno , minha mãe, meu pai, minha amiga querida. Perdas que fazem parte da vida quando se é jovem."
Mas Dona Morte instalou-se. Minha casa grande, branca e bela tornou-se sua morada predileta.
Em um sábado de céu azul e o sol brilhando, um dia tipicamente carioca, a família se reuniu para almoçar. Na mesa, sorriso e comida farta, muito papo jogado fora.
Benoni, meu filho, tinha agora um novo hobby: voar de ultraleve, um avião monomotor.
Todos já tinham voado com ele: meus netos, sua esposa, meu marido e as centenas de amigos que ele, com seu jeito de menino grande e coração doce, conquistava.
Nesse sábado, ele me convidou animado: "Vamos, mãe, vamos voar, é lindo. A gente se sente um pássaro". Emocionava a forma como ele descrevia o vôo, uma aventura única, um prazer indescritível. Ver o Rio assim, de cima, sua cidade que ele tanto amava.
Vou enjoar, respondi, acabei de almoçar. Vou amanhã, eu prometo.
Meu genro, um jovem homem amável e tranquilo, nada dado a aventuras perigosas disse: "Eu vou. Vou fotografar todo o Rio, o Cristo. O dia está claro como cristal".
Meu genro era um grande fotógrafo, tinha uma visão artística peculiar de luz e sombra.
Assim os dois saíram rindo felizes. O Sérgio, meu genro, com sua máquina super Nikon pendendo do pescoço. Alto, magro e sorridente como seu cunhado. Eram muito diferentes, mas tinham em comum a camaradagem.
Nesse dia claro e cheio de sol, Dona Morte resolveu dar um golpe fatal.
Enquanto o dia ia findando e o sol tornava o céu rosa em tons de púrpura e lilás, meu filho foi aterrizar seu avião, pequeno, leve como um brinquedo mortal.
O vento, sim, o vento que ele tanto amava virou o avião. Caíram na lagoa e morreram os dois na mesma hora.
Tantos planos, tantos sonhos, tanta juventude assim cortada, desperdiçada.
Morto meu filho, os bombeiros o tiraram da lagoa, o coloquei no meu colo. Pareceu dormir. Tão lindo.
Um garrote me apertou a alma. Uma dor assim não se limita, não se escreve, não se consegue sabotar.
Perplexa, vi que era verdade... Meu filho amado, meu filho morto, em meus braços eu embalei.
A dor é muito particular, íntima e, para mim, incurável. Não vou superar, já estou velha, cansada. Vou apenas suportar enquanto der, lutando para preservar a minha fé, manter o meu coração em Cristo, desejando que Deus permita que meu tempo aqui na Terra não seja tão longo.
Como não pude te dizer, meu Deus: Ainda não, ainda não. E rogar: Por favor, não o deixe ir agora. Não me lance nessa noite tenebrosa.
"Essa senhora sinistra" começou com o meu jardim.
A casa foi feita para o jardim. Toda cercada de flores coloridas, as singelas "Marias sem vergonha" abraçavam tudo como em um buquê. Por dentro da casa e pelo lado de fora junto dos muros o colorido das flores, na rua, aconchegavam a frondosa amendoeira em um abraço carinhoso em frente à casa.
Mas as plantas foram morrendo sem motivo e o jardim todo florido foi ficando sem vida e sem cor...
Se foi o sol, o calor, muita água, o jardineiro mesmo não sabia dizer... Mas lutei. Comprei terra adubada e centenas de mudas de "Maria sem vergonha", lilases, grama inglesa. Enfim, plantei tudo de novo, mas o jardim nunca mais foi o mesmo. Minhas orquídeas morreram aos montes no orquidário branco que fiz para cuidá-las. Amo plantas.
Indo mais fundo, Dona Morte matou minha gata Sara. A porta foi esquecida aberta e ela pulou para a casa da vizinha ? morreu na hora. Os cachorros quebraram seu frágil pescocinho.
Lamentei por dias sua morte e chorei sentida a sua falta.
Mas a gente não sabe o futuro e esperei sempre que tudo fosse melhorar.
Sem doença, sem nada, a mãe do meu marido, D. Margarida, morreu. Uma morte serena. Dormiu e não acordou. Sua jornada tinha acabado.
Foi uma tristeza grande. O consolo ficou apenas na suavidade com que Dona Morte agiu.
Assim que a gente começa a respirar mais aliviado, o consolo vem vindo, porque minha sogra viveu 91 anos, jovial e saudável.
Nesse ano que passou nós a vencemos quando meu marido teve um câncer e pensei que iria perdê-lo. Mas a mesma fé que o curou completamente não consegui tirar o medo que veio morar dentro de mim.
Logo eu, tão segura, tão confiante, tão cheia de planos, passei a temer o confronto com ela: a "Sinistra Senhora".
Depois passei a desconsiderá-la: "Não. Já perdi gente demais, um filho pequeno , minha mãe, meu pai, minha amiga querida. Perdas que fazem parte da vida quando se é jovem."
Mas Dona Morte instalou-se. Minha casa grande, branca e bela tornou-se sua morada predileta.
Em um sábado de céu azul e o sol brilhando, um dia tipicamente carioca, a família se reuniu para almoçar. Na mesa, sorriso e comida farta, muito papo jogado fora.
Benoni, meu filho, tinha agora um novo hobby: voar de ultraleve, um avião monomotor.
Todos já tinham voado com ele: meus netos, sua esposa, meu marido e as centenas de amigos que ele, com seu jeito de menino grande e coração doce, conquistava.
Nesse sábado, ele me convidou animado: "Vamos, mãe, vamos voar, é lindo. A gente se sente um pássaro". Emocionava a forma como ele descrevia o vôo, uma aventura única, um prazer indescritível. Ver o Rio assim, de cima, sua cidade que ele tanto amava.
Vou enjoar, respondi, acabei de almoçar. Vou amanhã, eu prometo.
Meu genro, um jovem homem amável e tranquilo, nada dado a aventuras perigosas disse: "Eu vou. Vou fotografar todo o Rio, o Cristo. O dia está claro como cristal".
Meu genro era um grande fotógrafo, tinha uma visão artística peculiar de luz e sombra.
Assim os dois saíram rindo felizes. O Sérgio, meu genro, com sua máquina super Nikon pendendo do pescoço. Alto, magro e sorridente como seu cunhado. Eram muito diferentes, mas tinham em comum a camaradagem.
Nesse dia claro e cheio de sol, Dona Morte resolveu dar um golpe fatal.
Enquanto o dia ia findando e o sol tornava o céu rosa em tons de púrpura e lilás, meu filho foi aterrizar seu avião, pequeno, leve como um brinquedo mortal.
O vento, sim, o vento que ele tanto amava virou o avião. Caíram na lagoa e morreram os dois na mesma hora.
Tantos planos, tantos sonhos, tanta juventude assim cortada, desperdiçada.
Morto meu filho, os bombeiros o tiraram da lagoa, o coloquei no meu colo. Pareceu dormir. Tão lindo.
Um garrote me apertou a alma. Uma dor assim não se limita, não se escreve, não se consegue sabotar.
Perplexa, vi que era verdade... Meu filho amado, meu filho morto, em meus braços eu embalei.
A dor é muito particular, íntima e, para mim, incurável. Não vou superar, já estou velha, cansada. Vou apenas suportar enquanto der, lutando para preservar a minha fé, manter o meu coração em Cristo, desejando que Deus permita que meu tempo aqui na Terra não seja tão longo.
Como não pude te dizer, meu Deus: Ainda não, ainda não. E rogar: Por favor, não o deixe ir agora. Não me lance nessa noite tenebrosa.
Yvelise de Oliveira 15/02/2010
Metrô mais barato para RioCard
Os usuários do RioCard deverão ser beneficiados com a promoção do metrô nas viagens iniciadas entre 5h e 6h nas linhas 1 e 2 e nos ônibus do Metrô na Superfície. O anúncio foi feito ontem pela Metrô Rio, que já fez o pedido à Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor). A concessionária informou que aguarda apenas a validação dos cartões para fazer a mudança no sistema. O impedimento de usar o RioCard para pagar o bilhete com desconto é a principal reclamação dos passageiros. Ontem, na Estação Pavuna, o movimento de usuários foi normal no horário da promoção. A circulação só aumentou após as 6h, quando já é cobrado o valor regular. (O Dia Online)
Estudantes pedem aplicação dos royalties do petróleo na educação

Estudantes fizeram uma passeata no Centro do Rio para pedir a aplicação dos royalties do petróleo na educação. Segundo a Polícia Militar, 600 jovens saíram em passeata da Candelária e caminharam pela Avenida Rio Branco. Uma banda de música tocava marchinhas de carnaval. Os manifestantes querem que sejam investidos em educação 50% do fundo social que será criado a partir dos royalties. (Bom Dia Rio)
Confira a localização dos radares da CET-Rio nesta quarta-feira
Nos dois sentidos:
Avenida Rodrigues Alves, na altura do Posto Chaminé e do Armazém 8;
Av. Epitácio Pessoa, próximo à Rua Fonte da Saudade;
Av. Dom João VI, em frente à subsede da Embrapa na Zona Oeste;
Av. Ayrton Senna, junto ao n° 5.250 (pista lateral);
Av. Lúcio Costa, na Praça 18 (Reserva do Recreio dos Bandeirantes);
Av. das Américas, na altura do Terminal Rodoviário Alvorada; e Av. Brasil,
próximo ao n° 42.301.
Em um sentido:
Av. 31 de Março, próximo ao Batalhão de Choque/1º BPM, sentido Gamboa;
Autoestrada Lagoa-Barra, altura do Shopping Fashion Mall, sentido Barra da Tijuca;
Av. Francisco Bicalho, em frente à concessionária Fiat, sentido Praça da Bandeira; Avenida Brasil, próximo ao número 49.800, sentido Santa Cruz;
Estrada da Barra da Tijuca, ao lado do n° 1.636, sentido Barra da Tijuca.
(JB Online)
Avenida Rodrigues Alves, na altura do Posto Chaminé e do Armazém 8;
Av. Epitácio Pessoa, próximo à Rua Fonte da Saudade;
Av. Dom João VI, em frente à subsede da Embrapa na Zona Oeste;
Av. Ayrton Senna, junto ao n° 5.250 (pista lateral);
Av. Lúcio Costa, na Praça 18 (Reserva do Recreio dos Bandeirantes);
Av. das Américas, na altura do Terminal Rodoviário Alvorada; e Av. Brasil,
próximo ao n° 42.301.
Em um sentido:
Av. 31 de Março, próximo ao Batalhão de Choque/1º BPM, sentido Gamboa;
Autoestrada Lagoa-Barra, altura do Shopping Fashion Mall, sentido Barra da Tijuca;
Av. Francisco Bicalho, em frente à concessionária Fiat, sentido Praça da Bandeira; Avenida Brasil, próximo ao número 49.800, sentido Santa Cruz;
Estrada da Barra da Tijuca, ao lado do n° 1.636, sentido Barra da Tijuca.
(JB Online)
segunda-feira, 22 de março de 2010
Começa no Rio o 5º Fórum Urbano Mundial da ONU

A partir de hoje (22) o Brasil sedia o 5º Fórum Urbano Mundial, considerado o maior e mais importante evento mundial de urbanismo. O fórum se estende até o o próximo dia 26 deste mês de março, na zona portuária do Rio de Janeiro, que foi revitalizada para sediar as discussões. A União investiu R$ 26 milhões na realização do evento. Nesta edição, o tema será O Direito à Vida: Unindo o Urbano Dividido. Criado em 2001 pela Organização das Nações Unidas (ONU) o fórum vai discutir os desafios colocados pela crescente urbanização das cidades. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou pela manhã da abertura do evento, que vai reunir integrantes de 161 países. (Ag. Rio de Notícias)
Segunda etapa de vacinação atende crianças, gestantes e doentes crônicos

Começou hoje (22), a segunda fase da campanha de vacinação contra o vírus da gripe suína. Mais de 1,3 milhão de pessoas devem ser imunizadas. A partir de hoje até o dia 2 de abril, serão imunizadas crianças de seis meses até dois anos, gestantes e pessoas com menos de 60 ano que tenham algum tipo de doença crônica. A vacina não tem contra indicações. (RJTV - 1ª edição)
Novo esquema de trânsito provoca falta de informação entre passageiros e um congestionamento de 9 km

O corredor viário da Alameda São Boaventura, em Niterói, que teve inauguração no último sábado, causou transtornos aos motoristas na manhã de hoje (22), dia de grande fluxo na cidade. O congestionamento apresentou cerca de nove quilômetros e alcançou o bairro do Colubandê, em São Gonçalo. O engarrafamento na Alameda também provocou reflexos em outras vias com acesso a Ponte, como na Avenida do Contorno, que também já estava engarrafada. Por volta das 10h o trânsito passou a fluir normalmente. O secretário de transporte, Sérgio Marcolini, esteve no local durante o período de congestionamento e reparou algumas irregularidades. Segundo ele, haverá mais estudos sobre melhorias na via, como mudanças na temporização dos sinais. A previsão é que alterações sejam feitas até a próxima semana. (O Fluminense)
Fla empata com Botafogo nos acréscimos

O Botafogo vencia o Flamengo por 2 a 1, mas deixou escapar a vitória aos 48min do segundo tempo com gol de Adriano, em clássico emocionante, apesar do pouco público no Engenhão. Herrera e Adriano foram os autores dos gols da noite de ontem (21) em partida válida pela quinta rodada da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Estadual. Com o resultado o Flamengo segue líder do grupo A com 13 pontos, enquanto o Botafogo lidera o B com 10.
(Ag. Rio de Notícias)
sexta-feira, 19 de março de 2010
Rio Axé vai fazer o Rio pular

Para os cariocas, vai a boa notícia: pela primeira vez na cidade, o Parangolé vai colocar todo mundo para ‘rebolar’ no Rio Axé, no próximo domingo (21) na Apoteose. Até a musa baiana Claudia Leitte vai entrar na dança. Ela é uma das atrações do evento, animado por cinco trios elétricos em movimento. Jammil, Monobloco, Molejo e o funkeiro Buchecha completam o elenco da festa. “A musicalidade na Bahia se renova a cada ano, o Carnaval é a grande vitrine e o ‘Rebolation’ está aí para evidenciar isso. Caiu no gosto do povo e agora a onda é rebolar”, decreta Claudia, . Até a musa baiana Claudia Leitte vai entrar na dança. Ela é uma das atrações do evento, animado por cinco trios elétricos em movimento. Jammil, Monobloco, Molejo e o funkeiro Buchecha completam o elenco da festa. “A musicalidade na Bahia se renova a cada ano, o Carnaval é a grande vitrine e o ‘Rebolation’ está aí para evidenciar isso. Caiu no gosto do povo e agora a onda é rebolar”, decreta Claudia.
Apoteose. Rua Marquês de Sapucaí s/nº, Praça XI (2220-9003).
Domingo, a partir das 14h. Arquibancada: R$ 20 (meia-entrada).
Abadá feminino: R$ 60 (meia-entrada, 3° lote).
Abadá masculino: R$ 70 (meia-entrada, 3° lote).
Camarote feminino: R$ 120 (meia-entrada, 4° lote).
Camarote masculino: R$ 140 (meia-entrada, 4° lote).
18 anos. (O Dia Online)
IBGE oferece vagas de emprego para moradores de comunidades e favelas
Estão abertas as inscrições para quem quer trabalhar fazendo as entrevistas do Censo 2010 do IBGE. As inscrições terminariam hoje (19), mas devido à baixa procura, elas foram prorrogadas até semana que vem, no dia 25. Quem for aprovado na seleção começa a trabalhar no dia 1º de agosto e o contrato pode durar até cinco meses. Na Santa Marta, são cinco vagas. Do total de 17.250 vagas em todo o estado, mais de 1,4 mil serão preenchidas por candidatos que vivem em comunidades, favelas e áreas carentes. A preferência é por que os moradores de comunidades conhecem todas as vielas, caminhos e vizinhos, o que facilita o trabalho. O número de pesquisas do Censo pode abranger uma área ainda maior. (RJTV - 1ª edição)
Trem do Metrô erra o caminho e põe vida de passageiros em risco
Um trem do metrô tinha que ir para a Pavuna, mas foi parar no Estácio. A locomotiva ia para a Linha 2, mas tomou o rumo que dirigia para a Saens Peña. Segundo o Metrô, foi uma falha, uma falta de atenção do centro de controle. O comentarista de cidade, Edimilson Ávila, relata que o conselheiro da agência que fiscaliza o metrô, a Agetransp, o conselheiro Herval Barros disse: "Isso nunca aconteceu; os passageiros correram muito risco. Não se pode admitir. É uma situação extrema. Uma falha horrorosa”. Foi aberto um processo regulatório. No dia 23, uma audiência da Agetransp vai decidir a punição que pode ser de multa à volta ao que era antes: baldeação no Estácio. (RJTV - 1ª edição)
Guarda Municipal define esquema para partida entre Bota e Fla
A Guarda Municipal do Rio de Janeiro atuará com 184 guardas (26 de trânsito) na partida entre Botafogo e Flamengo, que acontece às 19h30 no próximo domingo (21), no Engenhão. As ações de controle urbano, ordenamento de trânsito, fiscalização de posturas municipais e atendimento ao público em geral serão iniciadas a partir das 17h30. Para garantir a segurança dos torcedores, a GM-Rio informou que manterá nove GMs acompanhados de pastores alemães do Grupamento de Cães de Guarda (GCG), concentrados em pontos estratégicos de acesso ao complexo esportivo. (Agência Rio de Notícias)
Prefeitura do Rio reformará 11 viadutos e um túnel

Onze dos principais viadutos e elevados da cidade e um túnel, localizados ao longo dos eixos viários que ligam os bairros de Laranjeiras e Santo Cristo e a Lagoa à Linha Vermelha, começarão a ser recuperados no segundo semestre pela prefeitura. A Secretaria municipal de Obras licitará em 27 de abril dois pacotes de reformas para, entre outros, os elevados Trinta e Um de Março (ao lado do Sambódromo), no Catumbi; Engenheiro Freyssinet (Paulo de Frontin), no Rio Comprido; o túnel Santa Bárbara; e os viadutos Saint Hilaire (na entrada do Túnel Rebouças, pela Lagoa) e Antônio Alves de Noronha (em Laranjeiras). Entre as obras, está prevista a recuperação de muretas e juntas de dilatação, além da substituição do pavimento e da sinalização horizontal. Buracos no asfalto também serão tapados. (O Globo Online)
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