Imagine aprender sobre a história do Brasil em construções centenárias, onde vários episódios aconteceram. E, de quebra, ainda conciliar a "aula" com um lanchinho, cercado por uma vista que, por si só, já valeria pena. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com o Exército e a Marinha, não só imaginou como quer montar "escolas" deste tipo no estado do Rio. Para isso, planeja transformar as fortalezas litorâneas em pólos culturais.Algo como o Forte de Copacabana, na Zona Sul do Rio, onde essa mistura de história, arte, gastronomia e lazer já acontece. No local, funciona o Museu Histórico do Exército que, além de ser aberto a visitas, costuma fazer exposições e abriga uma filial da Confeitaria Colombo, um bar-restaurante-café, dos mais tradicionais na cidade.
“O forte é um lugar que deve ser usado para passar para o visitante a história do Brasil, mas de forma bem ampla. Não é só história militar. Queremos abri-los à visitação, instalar museus e cafés, mas sem descaracterizá-los. É o caso do Louvre (museu da França), onde além de conhecer sobre a história, há vários restaurantes em funcionamento”, sonha o assessor técnico da presidência do instituto, Cyro Côrrea Lyra.
(G1.com.br)
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