As empresas de TV por assinatura estão seguindo os passos das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). Com os fios do chamado ‘gatonet’ cortados e a saída do crime organizado, os revendedores apostam no potencial das favelas ocupadas pela Polícia Militar para conquistar novos clientes. O que não falta são ofertas promocionais para atrair os moradores, que pagavam cerca de R$ 20 por mês para ter o sinal clandestino — e de má qualidade — na casa. “Já passamos pelo Turano, Andaraí, Salgueiro, Borel e Casa Branca. O próximo deve ser o Morro dos Macacos”, explica a funcionária de uma revendedora da Baixada Fluminense que, por medo de represálias de bandidos e centrais de gatonet, preferiu não se identificar. (O Dia Online)quarta-feira, 18 de agosto de 2010
TVs a cabo ocupam comunidades pacificadas
As empresas de TV por assinatura estão seguindo os passos das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). Com os fios do chamado ‘gatonet’ cortados e a saída do crime organizado, os revendedores apostam no potencial das favelas ocupadas pela Polícia Militar para conquistar novos clientes. O que não falta são ofertas promocionais para atrair os moradores, que pagavam cerca de R$ 20 por mês para ter o sinal clandestino — e de má qualidade — na casa. “Já passamos pelo Turano, Andaraí, Salgueiro, Borel e Casa Branca. O próximo deve ser o Morro dos Macacos”, explica a funcionária de uma revendedora da Baixada Fluminense que, por medo de represálias de bandidos e centrais de gatonet, preferiu não se identificar. (O Dia Online)
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