Em meio a aulas sobre o uso da crase, o Estado Novo ou geometria, alunos da rede pública do Ensino Médio aprenderão, a partir da semana que vem, lições sobre como fazer o dinheiro render mais. A educação financeira será introduzida nas salas de aula em projeto que envolve governos e iniciativa privada. Em cinco estados e no Distrito Federal, 450 escolas vão participar. No Rio, 120 unidades foram incluídas. O projeto piloto é uma antecipação da implantação da Estratégia Nacional de Educação Financeira e, conforme O DIA revelou na edição de 7 de dezembro, o tema será tratado em diversas disciplinas, por meio de situações didáticas. Ontem, em cerimônia de lançamento na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no Centro do Rio, os responsáveis explicaram que a experiência servirá para moldar um plano mais amplo para toda a rede, sempre em caráter optativo. “Essa não é uma estratégia brasileira apenas. Projetos de educação financeira existem em vários países”, ressaltou o superintendente de Proteção a Investidores da CVM, José Alexandre Vasco. (O Dia Online)quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Escolas públicas ensinarão finanças
Em meio a aulas sobre o uso da crase, o Estado Novo ou geometria, alunos da rede pública do Ensino Médio aprenderão, a partir da semana que vem, lições sobre como fazer o dinheiro render mais. A educação financeira será introduzida nas salas de aula em projeto que envolve governos e iniciativa privada. Em cinco estados e no Distrito Federal, 450 escolas vão participar. No Rio, 120 unidades foram incluídas. O projeto piloto é uma antecipação da implantação da Estratégia Nacional de Educação Financeira e, conforme O DIA revelou na edição de 7 de dezembro, o tema será tratado em diversas disciplinas, por meio de situações didáticas. Ontem, em cerimônia de lançamento na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no Centro do Rio, os responsáveis explicaram que a experiência servirá para moldar um plano mais amplo para toda a rede, sempre em caráter optativo. “Essa não é uma estratégia brasileira apenas. Projetos de educação financeira existem em vários países”, ressaltou o superintendente de Proteção a Investidores da CVM, José Alexandre Vasco. (O Dia Online)
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