Os quatro principais candidatos à Presidência da República têm encontro marcado hoje (5), às 22h, no estúdio da Band, em São Paulo, onde será realizado o primeiro debate na TV nesta eleição. Enquanto Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Plínio Sampaio (PSOL) passaram ontem parte do dia estudando estratégias para o encontro, José Serra (PSDB) foi o único a não interromper a agenda. Ele foi até Poços de Caldas (MG), onde acompanhou os tucanos Aécio Neves e Antonio Anastasia, que disputam respectivamente o Senado e a reeleição ao governo mineiro. Experiente em debates — já foi candidato à presidência em 2002, além de deputado federal, senador, prefeito e governador de São Paulo —, o tucano deverá ter em sua pauta de perguntas à petista assuntos como a relação do PT com o Movimento dos Sem Terra (MST), as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o apoio de Lula ao governo do Irã, preveem integrantes do partido e cientistas políticos. O objetivo é provocar uma reação agressiva de Dilma, considerada de temperamento explosivo. (O Dia Online)quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Presidenciáveis na TV: é hoje (5)
Os quatro principais candidatos à Presidência da República têm encontro marcado hoje (5), às 22h, no estúdio da Band, em São Paulo, onde será realizado o primeiro debate na TV nesta eleição. Enquanto Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Plínio Sampaio (PSOL) passaram ontem parte do dia estudando estratégias para o encontro, José Serra (PSDB) foi o único a não interromper a agenda. Ele foi até Poços de Caldas (MG), onde acompanhou os tucanos Aécio Neves e Antonio Anastasia, que disputam respectivamente o Senado e a reeleição ao governo mineiro. Experiente em debates — já foi candidato à presidência em 2002, além de deputado federal, senador, prefeito e governador de São Paulo —, o tucano deverá ter em sua pauta de perguntas à petista assuntos como a relação do PT com o Movimento dos Sem Terra (MST), as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o apoio de Lula ao governo do Irã, preveem integrantes do partido e cientistas políticos. O objetivo é provocar uma reação agressiva de Dilma, considerada de temperamento explosivo. (O Dia Online)
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