A empresa inglesa London Offices entrevistou 420 organizações com o objetivo de detectar os horários de maior e menor produtividade durante o dia de trabalho. A hora em que menos se produz é às 14h55. É aquele momento no qual os funcionários se levantam da sua mesa para espairecer. Quando faltam uns cinco minutos para as 15h, o sono bate, a concentração se esvai e a necessidade de tomar um café ou comer um chocolate chega com força. Isso vale para funcionários que atuam no horário comercial das 9h às 17h. Estes, ainda segundo a pesquisa, têm seu pico de produtividade às 10h26m, depois que já responderam a todos os seus e-mails e planejaram as tarefas do dia.
A pesquisa diz ainda que é no horário das 14h55m que muitos profissionais se distraem de suas funções e entram nas redes sociais ou começam a planejar os eventos sociais da noite ou do fim de semana.
Devido a esse fato, cada vez mais empresas vêm percebendo que permitir que seu funcionário descanse contribui, de fato, para o aumento da produtividade. Os espaços de lazer e descontração, que incluem sofás, poltronas, televisões e mesas de jogo, popularizados por empresas como o Google, ganham força por aqui. (G1/Redação)
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
Carioca trabalha 3 vezes mais para comprar tomate
Se o carioca dormir durante oito horas e trabalhar, sem interrupções, nas demais 16 horas do dia, poderá pagar apenas pelos 9kg de tomate que compõem a cesta básica. A quantidade de tempo é quase três vezes maior do que a do ano passado, quando bastavam, aproximadamente, seis horas de trabalho para se adquirir a mesma quantidade do produto. Em relação aos outros itens da cesta, o tomate só perde para o pão e para a carne, para os quais o carioca precisa trabalhar 16 horas e 18 minutos e 27 horas e 39 minutos, respectivamente.
O cálculo, obtido no banco de dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), expõe o patamar a que chegou o preço do fruto. Só no primeiro trimestre deste ano ficou 95,39% mais caro no Rio de Janeiro. Nos últimos 12 meses, o preço médio do quilo passou foi de R$ 1,87 para R$ 5,51, uma alta de 194,65%.
De acordo com o Dieese, o alto preço do tomate se deve ao excesso de chuvas desde o início do ano, que diminuiu a produtividade das lavouras e a qualidade do produto, impactando o varejo. Batata subiu 52% este ano. Depois do tomate, o produto da cesta que mais encareceu no Rio foi a batata: 52,86% de janeiro a março deste ano e 121% nos últimos 12 meses. A cesta básica no Rio, hoje em R$ 314,99, acumula alta de 11,77%, desde janeiro passado, e de 22,69%, desde março de 2012. (Extra/Redação)
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