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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Rio: Aumento no número de roubos pode ser reflexo de prejuízos do tráfico

O aumento de 40% no número de registros de roubos no Rio de Janeiro, na comparação entre o 1º trimestre de 2013 e 2014, não surpreende os especialistas. Embora defendam que ainda é cedo para ditar as causas exatas dos dados apresentados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), a relação com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) não é descartada.

Para o professor do Instituto de História da UFRJ e líder do grupo de pesquisa História do Crime, da Polícia e da Justiça, Marcos Bretas, “a UPP abalou o sistema do tráfico. Então os traficantes estão perdendo dinheiro e tentando se recuperar desse prejuízo”. Assim, ele acredita que os criminosos podem estar cometendo assaltos para complementar o dinheiro que ainda ganham com o tráfico de drogas.

Bretas diz ainda que “estamos vivendo mudanças no perfil de criminalidade. A questão das UPPs não é completamente alheia ao movimento criminal”. Sobre a migração do tráfico para Niterói e a Baixada Fluminense, ele afirma que “faz sentido, tem muita lógica, mas não parece ser essa a única questão”. 

Perguntado, então, sobre as soluções para conter o avanço dos números de roubos, o professor explica: “no meu ponto de vista é preciso manter um pouco de política. É preciso investir na expansão das UPPs, treinar os policiais, ajustar alguns detalhes. A capacidade do estado de fazer isso é limitada. A médio e longo prazos os ganhos são para todos. Mas é preciso que haja uma política de controle. Segurança não se faz apenas com UPP. É preciso presença policial”. Sobre as políticas de segurança pública do governo do estado, Bretas reflete: “segurança no estado é basicamente UPP. As outras não são muito visíveis”.

Para o coordenador do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana da UFRJ, Michel Misse, existem “várias causas possíveis” para esses dados. Ele aponta a “diminuição da lucratividade do tráfico” como uma delas.

Misse também analisou o aumento significativo nas regiões específicas de Inhaúma, Realengo, Irajá, Penha e Ramos. “São perfis diferentes em cada região. Dessas cinco, algumas são áreas de UPP, o que pode se dar pela preferência de atuação dos traficantes próximo às áreas onde costumavam exercer controle. Do outro lado tem Realengo, por exemplo, que é uma área de milícias. É estranho que tenha sigo registrado um aumento de roubos porque os milicianos exercem algum controle nas áreas que dominam, inclusive vendendo segurança, o que é inaceitável”, avalia.

Dados

Os roubos de rua na cidade do Rio de Janeiro aumentaram 40% na comparação entre o 2º trimestre de 2013 e de 2014. Dados do Rio Como Vamos revelam que os registros subiram de 8.667 para 12.090. Neles estão incluídos roubos a transeuntes, de aparelho celular, roubos no interior de coletivo e no interior de transporte alternativo.

Das 33 regiões administrativas do município, apenas cinco apresentaram queda no volume de ocorrências. São elas: Campo Grande (de 277 para 187); Botafogo (de 456 para 347); Portuária (de 151 para 121), Ilha de Governador (de 137 para 119) e Centro (de 990 para 969 registros).
Por outro lado, outras cinco regiões da cidade tiveram o número de casos com aumento significativo. São elas: Inhaúma (de 155 para 340), Realengo (de 315 para 592), Irajá (de 359 para 666), Penha (de 237 para 439) e Ramos (de 228 para 419).

De acordo com a ONG, desde o 1º trimestre de 2013, os roubos de rua vêm subindo no município, saindo de 8.335 incidentes para 12.090 no 2º trimestre deste ano.  (JB/Redação)

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Complexo do Alemão tem densidade de cidade pequena, diz Ipea

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (3) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que o Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, se tornou uma cidade de pequeno porte, no entanto, sem acesso suficiente a serviços como educação, cultura e saúde, se comparado com uma cidade com a mesma densidade.
"Aquilo se transformou numa cidade. Se comparado com uma cidade desse tamanho, no entanto, seria uma cidade carente. Tem problema de saneamento básico, ausência de ruas. Apesar dos serviços chegarem, a densidade de moradores é muito mais alta e criou vários problemas. Aquela área ficou muito densa, todas as encostas foram ocupadas, em boa parte das áreas desapareceram os caminhos e foi anexada toda uma área depois dos anos 70 e 80", afirmou a pesquisadora do Ipea Rute Imanishi Rodrigues.
De acordo com a autora da pesquisa "A gramática da moradia no Complexo do Alemão: história, documentos e narrativa", que divide a autoria da análise com a também pesquisadora do Ipea Patrícia Brandão Couto, a principal descoberta é a complexidade das formas de acesso à moradia e os diversos intermediários que aparecem na negociação das terras. Ela aponta para diferentes formas de fixação que ultrapassam "compra, aluguel e invasão", como recursos para acesso à moradia.
"Há diversos intermediários que aparecem e podem ser grileiros ou não. As pessoas podem se apropriar dos espaços e é difícil identificar quem está negociando a terra. Qual é a origem dessas pessoas que passam a negociar essa terra lá dentro? É um processo complicado e está na essência da reprodução dos problemas da favela, essa ocupação desordenada visando o lucro. Existe um mercado informal, há vários tipos", completou Rute.
A análise aponta ainda que a origem das favelas que compõem o Conjunto de Favelas do Alemão não é decorrente de "invasões de terrenos". O estudo identifica que as invasões, que de fato ocorreram, são decorrentes de outros processos que as antecederam.
"A principal invasão coletiva que a gente identificou foi num terreno do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários, depois houve uma fusão que virou INPS, mas eles financiavam conjuntos habitacionais até meados dos anos 60 e contribuíram para as campanhas de favelas. Em muitos casos, foram obrigados a ceder terrenos para essas campanhas. Antes do terreno ser invadido, ele já era ocupado por concessão de um órgão que era estatal, o IAPC", afirmou.
Ainda de acordo com a pesquisa, a maioria dos moradores entrevistados, que estão na região há muitas décadas, não se reconhece como "invasores" porque alega que chegou ao Alemão para morar em casa de parentes ou amigos, ou alugou uma casa para posteriormente comprar um lote e construir suas moradias.
Novos moradores que chegam ao Conjunto de Favelas do Alemão conseguem comprar ou alugar imóvel através do mercado imobiliário local, com a participação das associações de moradores como mediadoras, nos atos de compra e venda. Ainda de acordo com a pesquisa, no entanto, no período recente, ocorreram invasões de antigos galpões industriais abandonados. (G1/Redação)

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Políticos na Espanha têm aprovação de apenas 6% dos eleitores

Pesquisa Metroscopia - El País, 25) 1. Em ampla pesquisa nacional sobre a avaliação das instituições os políticos ficaram em último lugar com apenas 6% de aprovação. As instituições políticas tiveram a seguinte avaliação. Príncipe Herdeiro 62%, Rei 50%, Estados 41%, Municípios 40%, Congresso 24%, Governo Federal 21%, Partidos Políticos 12% e Políticos 6%.
            
2. Alguns destaques positivos de aprovação foram: Médicos da Saúde Pública 92%, Professores das Escolas Públicas 85%, Guarda Civil 85%, Polícia 83%, Universidades 75%, Forças Armadas 72%, Administração Pública em seu conjunto 70%./ Pequenas e Médias Empresas 90%.
            
3. Destaques negativos de aprovação: Padres nas Paroquias 51%, Igreja Católica 41%, Bispos 21% / Supremo Tribunal 53%, Advogados 53%%, Juízes 50%, Tribunal Constitucional 48%, Ministério Público 46%. / Grandes Empresas Nacionais 46%, Multinacionais 33%, Sindicatos de Trabalhadores 28%, Sindicatos dos Patrões 21%, Bancos 15%.(Redação)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Pesquisa inglesa indica a hora de menor produtividade do dia

A empresa inglesa London Offices entrevistou 420 organizações com o objetivo de detectar os horários de maior e menor produtividade durante o dia de trabalho. A hora em que menos se produz é às 14h55. É aquele momento no qual os funcionários se levantam da sua mesa para espairecer. Quando faltam uns cinco minutos para as 15h, o sono bate, a concentração se esvai e a necessidade de tomar um café ou comer um chocolate chega com força. Isso vale para funcionários que atuam no horário comercial das 9h às 17h. Estes, ainda segundo a pesquisa, têm seu pico de produtividade às 10h26m, depois que já responderam a todos os seus e-mails e planejaram as tarefas do dia.

A pesquisa diz ainda que é no horário das 14h55m que muitos profissionais se distraem de suas funções e entram nas redes sociais ou começam a planejar os eventos sociais da noite ou do fim de semana.


Devido a esse fato, cada vez mais empresas vêm percebendo que permitir que seu funcionário descanse contribui, de fato, para o aumento da produtividade. Os espaços de lazer e descontração, que incluem sofás, poltronas, televisões e mesas de jogo, popularizados por empresas como o Google, ganham força por aqui. (G1/Redação)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Alguns Destaques da Pesquisa Nacional MDA/CNT DE 7 a 10 de julho com 2002 entrevistas!

       

1. Voto para Presidente: Dilma 33,4% (cresce para 39% em 2º turno. Marina 20,7 (cresce para 30,5%), Aécio 15,2% (cresce para 26,2%),  Eduardo Campos 7,4% (cresce para 17,7%). Sempre em comparação com Dilma e esta com média Marina/Aécio.

       
2. Não votaria de jeito nenhum. Dilma 44,7%, Marina 36%, Aécio 31,5% e Eduardo 31,9%.
       
3. Avaliação de Dilma: Ótimo+Bom x Ruim+Péssimo: 31,3% x 29,5%. Um ano atrás eram 56,6% x 7%.
       
4. 84,3% aprovam os protestos.  11,9% foram às ruas e 29,6% gostariam de ter participado. 60,7% tomaram conhecimento por Facebook e 38,5% por sites de notícias.  Para 70,7% o foco são os políticos e o sistema politico. 40,3% acham que o mais importante é o fim da corrupção. Saúde vem depois com 24,6%.
       
5. Para 62,8% os protestos continuarão nas ruas e nas redes sociais. 12,9% só nas ruas e 6,1% só nas redes sociais. Para 79,2% as redes sociais foram muito influentes. Para 64,9% vão interferir nas eleições de 2014.
       
6. Como vão os Serviços Públicos na sua Cidade? O+B x R+P / Transportes 26,9% x 44,9% / Saúde 15,5% x 58,7% / Segurança 22,4% x 46,1% / Educação 25,5% x 40,1%.
       
7. 36% usam computador e internet em casa e 20,2% em casa e trabalho. Não querem usar 25,4%,  62,7% tem computador em casa, 37,3% acessam a internet todos os dias e 15,7% em alguns dias da semana,  40,2% não acessam a internet.  Estão no Facebook 46,2% e no YouTube 36,2%. Rede mais usada 71,1% Facebook.



DÉFICIT DE GOVERNANÇA E CRISE DE LEGITIMIDADE DO ESTADO NO BRASIL!

             
A coluna de Merval Pereira, semana passada no Globo, antecipou a divulgação de uma análise sobre a conjuntura política e econômica brasileira por parte do professor Reinaldo Gonçalves: “Déficit de governança e crise de legitimidade do Estado no Brasil”, datado de 13 de julho de 2013. Segue um trecho e no final o link do texto completo de 18 páginas.

1. “A terceira causa da crise é o fenômeno do Transformismo do PT. A eleição de Lula expressou a vontade popular de transformações estruturais e de ruptura com a herança do governo FHC. Entretanto, o transformismo dos grupos dirigentes do PT gerou grande frustração. O social-liberalismo corrompido só se consolidou visto que sustentado por transferências e políticas clientelistas e assistencialistas. Depois de 10 anos de governo há a falência do PT que tem sido absolutamente incapaz de realizar mudanças estruturais no país. Só houve a consolidação do Modelo Liberal Periférico (que reúne o que há de pior no liberalismo e na periferia) e a manutenção da trajetória de Desenvolvimento às Avessas.
           
2. O transformismo petista – codinome Lulismo – gera frustração e revolta. O Brasil Invertebrado, O Brasil Negativado e o Transformismo do PT/Lulismo agravam os problemas econômicos, sociais, éticos, políticos e institucionais, comprometem a capacidade de desenvolvimento do país, e geram frustração, sofrimento e revolta. Portanto, os governos petistas e seus aliados são os principais responsáveis pela crise atual.”
      

                                                    * * *

PREFEITURA DO RIO INFORMA: DEMOLIÇÕES SOLICITADAS E EM PROCESSO DE ANÁLISE! 
           
1. Cento e um pedidos estão concentrados no Centro da Cidade. Destaques para 4 na Rua Buenos Aires, 4 na Rua da Quitanda, 8 na Rua das Marrecas, 6 na Rua Evaristo da Veiga, 16 na Rua Washington Luis, 6 na Rua do Senado (Praça da Cruz Vermelha), 7 na Rua Conselheiro Josino, 7 na Rua Henrique Valadares, 6 na Rua do Rosário, 6 na Rua da Assembleia, etc. OBS.: Boa parte no Corredor Cultural, que é uma APAC.

           
2. Trinta e um em Ipanema. Destaques para 7 na Rua Nascimento Silva, 5 na Rua Barão da Torre, 3 na Rua Visconde de Pirajá, 2 na Rua Prudente de Moraes, 2 na Avenida Epitácio Pessoa, etc. OBS.: Bairro de APAC.
           
3. Trinta e oito no Leblon. Destaques para 7 na Avenida Bartolomeu Mitre, 4 na Avenida Delfim Moreira, 3 na avenida Gal. San Martin, 2 na Avenida Borges de Medeiros, etc. Ob: Bairro de APAC.
           
4. Área Portuária: Dezessete pedidos na Gamboa, Vinte e dois em Santo Cristo. Cinco na Saúde. OBS: APAC – SAGAS.
           
 MAIS UMA DO CABRAL!
   (Estado de SP, 17) 1. Depois de promotores abrirem uma apuração por suspeita de abuso na utilização de helicópteros pagos com dinheiro público, o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), é alvo agora de um procedimento do Ministério Público Eleitoral que investigará se ele está usando programas sociais para alavancar a pré-candidatura de seu vice, Luiz Fernando Pezão, ao Palácio Guanabara.
           
2. O procurador-geral eleitoral fluminense, Maurício da Rocha Ribeiro, disse ontem que solicitará aos promotores dos municípios dados sobre possível abuso de poder.

                                                 
EM 2011 EVO MORALES AGREDIU INVIOLABILIDADE DO BRASIL!

(Folha de SP, 17)  O ministro da Defesa, Celso Amorim, disse ontem que três aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) foram vistoriados pelo governo da Bolívia no aeroporto de La Paz, em 2011, inclusive um que o levou em viagem oficial ao país. O Brasil diz que aviões oficiais são invioláveis, como embaixadas. "Foi um procedimento abusivo, lamentável e condenável", disse à Folha Amorim, que afirma só ter sabido do caso agora. A Defesa se manifestou após informação publicada originalmente no site "Diário do Poder". Segundo ele, o Brasil fez um protesto formal na época ao governo Evo Morales. (Blog Cidade Verdade/Folha de SP/Redação)


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Maioria dos jovens já bebeu

Sete em cada dez estudantes brasileiros entre 13 e 15 anos já experimentaram bebidas alcoólicas e três tiveram relação sexual. É o que mostra a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento anual reuniu dados sobre hábitos e comportamento de 100 mil adolescentes, em 2.842 escolas públicas e privadas. 

Para garantir que os dados refletissem a realidade, cada jovem respondeu diretamente a um questionário eletrônico, preservando o anonimato. Mesmo sendo menores de idade, um quinto dos estudantes admitiu ter dirigido veículos, como carros e motos. Outros 23% disseram ter pegado carona com motoristas embriagados.

A exposição aos riscos também está presente na vida sexual. Quase 30% dos jovens não usaram preservativos na última relação.

Um quinto dos jovens praticou bullying contra colegas.Por outro lado, 33% contaram que foram agredidos, humilhados e hostilizados por outros estudantes. A pesquisa chama a atenção para o comportamento inconsequente das adolescentes.

Elas estão se embriagando e fumando mais do que os garotos. São as meninas também as que mais sofrem agressão por parte de parentes. As estudantes são as mais insatisfeitas com o próprio corpo. Três em cada dez querem perder peso — o dobro da proporção entre os meninos.

Apenas 56,8% dos estudantes gostam de sua aparência física. Outros 24,7% se acham muito magros. Os garotos usam remédios para ganhar massa muscular. 

A insatisfação com o corpo pode estar relacionada aos hábitos alimentares e ao sedentarismo. De acordo com a pesquisa, os adolescentes comem mal, praticam pouca atividade física e passam muito tempo em frente à TV. 

Quatro em cada dez adolescentes consomem guloseimas e refrigerantes cinco dias ou mais por semana e apenas três têm o hábito de comer frutas. (O Dia/Redação)

    sexta-feira, 6 de julho de 2012

    Oito hospitais públicos não têm brigada de incêndio



    Após incêndio que destruiu o almoxarifado do Hospital Universitário Pedro Ernesto, na última quarta-feira, dia 05/07/2012, revelou uma preocupação na saúde pública do Rio de Janeiro. De doze das principais unidades consultadas, pelo jornal O Dia, apenas oito unidades contam com a brigada de incêndio. 
    As brigadas de incêndio foram constatadas apenas nos hospitais federais. Já o município esclareceu que há treinamento dos profissionais de saúde e que as unidades contam com sistema contra incêndio. (Jornal O Dia/Redação)

    segunda-feira, 5 de março de 2012

    Parque Tecnológico do Rio receberá R$ 500 milhões em três anos

    Mais de R$ 500 milhões serão investidos nos próximos três anos na construção de unidades de pesquisa no Parque Tecnológico do Rio. O parque, apontado como o maior do Brasil, está localizado na Ilha da cidade universitária da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, em uma área de 350 mil metros quadrados. A previsão é de que o complexo, apontado como o maior do Brasil, esteja totalmente concluído em 2015. Complexo carioca terá mais de 5 mil pessoas trabalhando com pesquisas na área de inovação. Não são só empresas que formam o complexo do Parque Tecnológico do Rio. Laboratórios e grandes centros de pesquisas também fazem parte da unidade carioca.
    O projeto tem como objetivo proporcionar uma maior interação entre a universidade — alunos e corpo acadêmico — e empresas, que estão de olho nas oportunidades com o pré-sal. Além de estímulo ao empreendedorismo dos estudantes, as empresas instaladas têm acesso privilegiado a laboratórios, profissionais de alta qualificação, novas oportunidades de negócio e pesquisas de ponta. Atualmente, cerca de 30 empresas, entre pequenas, médias e grandes, já se instalaram ou ainda vão construir no parque. Como se trata de uma área federal, as grandes empresas interessadas foram escolhidas por meio de licitação. Já funcionam no local a francesa Schulumberger, a americana Baker Hughes e a FMC Technologies. (Brasil Econômico/Redação)