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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Cada médico cubano vai custar 21 mil reais



O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou nesta quarta-feira (21) termo de cooperação com a Organização Panamericana de Saúde (Opas) para contratar coletivamente médicos de Cuba para atuar no Brasil. O acordo prevê, até o final do ano, a chegada de 4 mil médicos cubanos. Porém, o valor do acordo assustou: R$ 511milhões para 4 mil médicos Cubanos por 6 meses, de setembro de 2013 a fevereiro de 2014, segundo anunciou o ministro candidato Padilha. 


Então serão R$ 21.291,66 por médico por mês e não R$ 10.000,00 como anunciado para os não cubanos.E o dinheiro vai pra Cuba e não pros médicos. O governo cubano é que vai decidir quanto cada médico vai ganhar, ou seja, estamos importando "serviços" cubanos. Os irmãos Castro agradecem penhoradamente pela grana. O deputado federal Arolde de Oliveira, do PSD-RJ, já denunciou o convênio como "uma forma moderna de escravidão", protestou. Quanto ganha um médico concursado no Brasil? (Redação)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Ministro da Saúde defende internação involuntária de adultos usuários de crack

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (13), durante a assinatura do programa Crack, é possível vencer, no Rio de Janeiro, que defende a internação compulsória (involuntária) não só de crianças e adolescentes usuários de crack, mas também de adultos. Segundo ele, não é necessária autorização da Justiça para recolher um adulto que resiste ao tratamento.
Padilha afirmou que o próprio profissional capacitado para o atendimento aos usuários de crack pode avaliar o risco que o dependente químico corre de vida e o que ele oferece à população.
— A internação involuntária não precisa de ato da Justiça, depende da avaliação do próprio profissional. Ele avalia se a pessoa corre risco de vida e se coloca risco à vida de qualquer outra pessoa, interna, avisa à família, estabelece qual foi a avaliação que fez e o coloca em uma unidade de recuperação adequada. (R7/Redação)

terça-feira, 6 de março de 2012

Campanha nacional de combate à obesidade infantil chega às escolas públicas do Rio.

Estudantes de 22 mil escolas da rede pública, em 1.938 municípios, começaram ontem a ser examinados por agentes de saúde. Com foco na prevenção da obesidade, a primeira Semana de Mobilização Saúde na Escola será realizada até sexta-feira, com a meta de atender cinco milhões de alunos, de 5 a 19 anos. A iniciativa é dos ministérios da Saúde e da Educação, em parceria com as prefeituras. "A obesidade está relacionada com a alimentação e a atividade física. Queremos discutir como a escola pode ajudar na busca de hábitos mais saudáveis. Uma criança bem orientada vai influenciar os hábitos dentro de casa" disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Além de verificar peso e altura dos estudantes, de modo a calcular o chamado índice de massa corpórea (IMC) — que indica a obesidade —, serão analisadas a audição e a visão dos alunos. Pesquisa do IBGE mostrou que uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso em 2008 e 2009. Padilha afirmou que crianças e adolescentes diagnosticados com qualquer doença serão encaminhados a unidades básicas de saúde. Caso tenham problemas de visão, receberão óculos. A semana de mobilização é a primeira etapa do programa Saúde na Escola, que dura o ano todo e atinge 53 mil estabelecimentos de ensino e 2.495 municípios. (O Globo/Redação)