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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Crianças começam a ser vacinadas contra hepatite A no Rio

A vacinação contra o vírus da hepatite A começou hoje (18) no estado do Rio. A vacina foi incluída pelo Ministério da Saúde no calendário nacional de vacinação do Sistema Único de Saúde e já estão disponíveis nos postos de saúde de 13 estados no país. A vacina protege crianças entre 1 ano e 1 ano e 11 meses.
Segundo recomendação do Ministério da Saúde, neste primeiro ano de oferta, deve ser feita a captação de 95% das crianças nessa faixa etária – aproximadamente 80 mil. O Rio recebeu até o momento 159.400 doses da vacina, e o Ministério da Saúde investiu R$ 111,1 milhões na compra de 5,6 milhões de doses da vacina.
Na manhã do primeiro dia de imunização, a procura na Clínica da família Sérgio Vieira de Melo, no Catumbi, zona norte da capital fluminense, foi baixa, mas os pais do Daniel de Oliveira, de 1 ano e 4 meses, levaram o filho para tomar a vacina. "Foi rapidinho. Ele chorou, mas foi só um sustinho mesmo, depois ele até riu. Agora é uma preocupação a menos", disse a mãe de Daniel, a cabeleireira Lucineide Ferreira. O motorista Igor Moreira de Oliveira, pai de Daniel, recomendou a vacina a outros pais. "Acho que muitas crianças deveriam ser vacinadas, porque tem muitas que não são. Meu filho é saudável, mas vale a pena ter a vacina", explicou.
A coordenadora do programa de Imunizações da Secretaria Municipal de Saúde, Nádia Greffe, ressalta o trabalho de divulgação da pasta. "A gente espera que a população tome conhecimento, faça a adesão e participe levando as crianças 12 meses a 23 meses para vacinar”, disse. “A gente vai vacinar todos os dias nas unidades e quanto mais precoce eles nos procurarem, mais rápido a criança vai ficar protegida", acrescentou.
A hepatite A é uma doença contagiosa causada pelo vírus A (VHA). A pessoa é infectada quando ingere água ou alimentos que estejam contaminados pelo vírus. Segundo Greffe, o vírus é de fácil disseminação e o objetivo da vacinação é a redução da doença quando as crianças forem adultas.
"Dados das Organização Mundial da Saúde (OMS) e do próprio Ministério da Saúde mostram que entre pessoas acima de 20 anos, pelo menos 90% já tiveram o contato com o vírus, então é um vírus muito comum”, explicou. “A gente vai conseguir mudar um pouco o número de casos da doença quando essas crianças forem adolescentes e adultas, elas estarão protegidas e a gente vai ter a redução de doença da hepatite A", destacou.
Alguns cuidados podem ser tomados para prevenir a doença, como servir a água filtrada e fervida, higienizar bem os alimentos, lavar as mãos antes de depois de usar o vaso sanitário. Essas práticas também podem ajudar a prevenir, mas a vacina oferece proteção em uma dose única.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os anos ocorrem cerca de 1,4 milhão de casos de hepatite A no mundo. No Brasil, estima-se que ocorram por ano 130 novos casos a cada 100 mil habitantes. (Jb/Redação)

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Cada médico cubano vai custar 21 mil reais



O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou nesta quarta-feira (21) termo de cooperação com a Organização Panamericana de Saúde (Opas) para contratar coletivamente médicos de Cuba para atuar no Brasil. O acordo prevê, até o final do ano, a chegada de 4 mil médicos cubanos. Porém, o valor do acordo assustou: R$ 511milhões para 4 mil médicos Cubanos por 6 meses, de setembro de 2013 a fevereiro de 2014, segundo anunciou o ministro candidato Padilha. 


Então serão R$ 21.291,66 por médico por mês e não R$ 10.000,00 como anunciado para os não cubanos.E o dinheiro vai pra Cuba e não pros médicos. O governo cubano é que vai decidir quanto cada médico vai ganhar, ou seja, estamos importando "serviços" cubanos. Os irmãos Castro agradecem penhoradamente pela grana. O deputado federal Arolde de Oliveira, do PSD-RJ, já denunciou o convênio como "uma forma moderna de escravidão", protestou. Quanto ganha um médico concursado no Brasil? (Redação)

terça-feira, 23 de julho de 2013

Vacinação de contra hepatite B é ampliada

A partir de agora, homens e mulheres com até 49 anos poderão ser vacinados contra hepatite B nos postos de saúde e pontos de vacinação da rede pública. Até então, a idade máxima para vacinação gratuita era 29 anos. A ampliação deve beneficiar mais de 150 milhões de brasileiros, 75,6% da população nacional.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina é a medida mais eficaz na prevenção prevenção de hepatite B e D, mas para isso é preciso tomar três doses - disponíveis durante todo o ano na rede pública. Grávidas, manicures, podólogos, caminhoneiros, bombeiros, policiais, doadores de sangue, profissionais do sexo e coletores de lixo formam o grupo prioritário e podem ser vacinados independente da idade. ( Destak/Redação)

quarta-feira, 29 de maio de 2013

ANS vai obrigar planos de saúde a oferecer remédios orais contra o câncer

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta terça-feira (28) que os planos de saúde passarão a ser obrigados, a partir de janeiro de 2014, a oferecer 36 medicamentos orais usados em casa para tratamento de câncer.

Atualmente, os planos só são obrigados a conceder o tratamento em ambulatórios. Com a nova decisão , os pacientes passarão a ter acesso em casa a medicamentos que têm 54 indicações contra vários tipos de câncer, de acordo com o Ministério da Saúde, entre eles de próstata, mama, colorretal, leucemia, linfoma, pulmão, rim, estômago e pele, além de uma nova técnica de radioterapia.
A proposta ainda passará por consulta pública, que será aberta entre 7 de junho e 7 de julho na página da agência na internet. A ANS espera receber contribuições da sociedade e não descartou a possibilidade de, após consulta, haver ampliação dos procedimentos. O diretor-presidente da agência, André Longo, disse que a consulta pública não alterará a decisão sobre os medicamentos contra o câncer.
“Do ponto de vista técnico e jurídico, há uma definição na agência apontando para a incorporação [dos medicamentos orais contra o câncer]. Nós, a agência, não mudará de posição. Vamos conduzir esse processo. O que podemos fazer com a consulta pública é talvez até acrescentar uma medicação desde que haja convencimento”, afirmou em entrevista à imprensa nesta manhã.
Cada plano de saúde deverá definir a forma como distribuirá a medicação, segundo o Ministério da Saúde. Entre as possibilidades, estão a distribuição direta, a definição de convênios com farmácias privadas e o reembolso aos pacientes.
De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, 97% dos tratamentos de quimioterapia são feito atualmente no âmbito do SUS. “Os pacientes que precisavam desses medicamentos orais de uso domiciliar acabavam recorrendo ao SUS ou através de medidas judiciais acabavam tendo esses medicamentos oferecidos pelo seus planos de saúde”, disse.
Atualização de procedimentos mínimos
A cada dois anos, a ANS atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde – procedimentos mínimos a serem cobertos obrigatoriamente pelos planos. Na atualização feita neste ano, a agência incluiu 44 procedimentos médicos e odontológicos, entre medicamentos, exames, cirurgias e terapias – além dos 36 novos medicamentos para o câncer.

Há ainda previsão de ampliação de 30 outros procedimentos que já estavam no rol e que serão ampliados, como consulta com nutricionistas, psicólogos e fisioterapeutas.
O ministro disse que os medicamentos orais atendem a uma mudança no “padrão tecnológico” do tratamento contra o câncer. As 36 drogas foram escolhidas após debate “amplo e detalhado” entre ANS, ministério, operadoras de planos e entidades representantes de médicos, pacientes e prestadores de serviço.

“Estamos absolutamente convencidos que não é correto um plano que oferece esse tratamento ambulatorial não oferecer esses medicamentos em casa”, disse.

O novo rol de procedimentos vale para todos os planos de saúde contratados a partir da entrada em vigor da lei 9.656/98 - que regulamentou a atuação dessas operadoras - e para aqueles que se adaptaram à lei.

O diretor-presidente da ANS lembra que, em caso de planos não regulamentados, o Supremo Tribunal Federal já decidiu que vale aquilo que está previsto no contrato. “Nos contratos omissos, porém, vale o que está na lei. Então é preciso analisar cada caso dos contratos antigos para que se possa definir a abrangência desse novo rol de procedimentos”, afirmou André Longo. (G1/Redação)

quinta-feira, 7 de março de 2013

Casos de dengue sobem e já superam os de 2012


A combinação de sol forte com chuvas no fim da tarde tem facilitado o surgimento da dengue no Estado do Rio. De janeiro ao dia 2 de março, o número de casos alcançou 32.126, 22% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado. Ainda não há registro de óbito este ano.

Ao todo, em 2012, foram notificados 184.123 casos suspeitos no Estado, com 42 óbitos. Em relação a 2011, o número de notificações aumentou 9,34 %, mas a quantidade de óbitos diminuiu em 70 % no mesmo período. Segundo o Ministério da Saúde, em boletim divulgado no final de fevereiro, o vírus tipo 4 da dengue corresponde a 52,6% das amostras analisadas. O tipo 4 não é mais grave do que os outros, mas como ele não era registrado no país há muito tempo, grande parte dos brasileiros não está imunizada.

Atualmente, existem quatro tipos da dengue circulando no país. Os sintomas são os mesmos: manchas avermelhadas e dores pelo corpo, febre alta e vômitos. Cada vez que uma pessoa contrai um desses tipos, ela fica imune e não registra um novo episódio da doença de mesmo tipo. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde, 80% dos focos do mosquito estão no próprio ambiente doméstico. (DestakRio/Redação)

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Ministério da Saúde libera mais R$ 15,6 milhões para construção de seis UPAs no Estado do Rio

O Ministério da Saúde liberou hoje R$ 15,6 milhões para a construção de seis Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) em quatro cidades do Estado, sendo elas Rio de Janeiro, Três Rios, no interior, em São Gonçalo, na Região Metropolitana, e Nilópolis, localizada na Baixada Fluminense. Serão construídos três UPAs na capital, nos bairros de Realengo, Jacarepaguá e Botafogo.

Na quinta-feira passada, dia 6, já haviam sido liberados R$ 16,2 milhões para sete UPAs do Rio e de São Gonçalo, sendo beneficiadas as unidades de Copacabana, Irajá, da Penha, de Ricardo de Albuquerque, da Ilha do Governador e do Engenho Novo.

Há 54 UPAs no Rio de Janeiro de um total de 213 unidades pelo país. Até o mês passado, todas as unidades haviam somado atendimentos a mais de 14 milhões de pessoas. As UPAs funcionam todos os dias da semana. Há  médicos, equipe de enfermagem, equipamentos de raio X, laboratórios para exames, leitos para os pacientes que precisam ficar em observação e até pequenas unidades de Terapia Intensiva (UTIs). (JB/ Redação)



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Médicos de hospitais federais no Rio fazem protesto na Avenida Brasil


Médicos de hospitais federais em greve fizeram um grande protesto em frente ao Hospital Federal de Bonsucesso, no subúrbio do Rio, na manhã desta quinta-feira, 23. A manifestação, que prejudicou o trânsito na Avenida Brasil pela manhã, reuniu médicos, enfermeiros e funcionários técnicos dos 6 hospitais federais do Rio.

O grupo estendeu faixas na porta do hospital e protestou contra as condições de trabalho, os baixos salários e contra o que consideram ser uma tentativa do governo federal de privatizar a saúde pública. “O Ministério da Saúde tem que investir dinheiro no hospital, para que esse hospital funcione e continue a salvar a vida do povo carioca”, afirmou Júlio Tavares, diretor do sindicato. (G1/Redação)

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Campanha de vacinação contra a gripe começa esta semana em todo o país


Começa no próximo sábado, 5, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que vai proteger também contra a influenza A (H1N1) – gripe suína. A meta é imunizar 24,1 milhões de pessoas até o dia 25 de maio.Devem procurar os postos de saúde idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, grávidas em qualquer período da gestação, indígenas e profissionais de saúde. Crianças que serão vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Aquelas que já receberam uma ou duas doses da vacina no ano passado deverão receber apenas uma este ano. Os demais grupos deverão tomar dose única.

Ao todo, 65 mil postos e 240 mil profissionais de saúde em todo o país vão distribuir as doses. Serão usados 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais. No sábado, 5, os postos de saúde funcionarão das 8h às 17h.
Em 2011, de acordo com dados do ministério, 25,134 milhões de pessoas foram vacinadas – 84% do público-alvo definido. No mesmo período, foi registrada uma redução de 64% nas mortes provocados pelo vírus Influenza H1N1. Ao todo, 53 óbitos foram confirmados. Também no ano passado, houve queda de 44% nos casos graves da doença, que totalizaram 5.230. (Agência Brasil/Redação)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Oposição muda estratégia para ganhar apoio do PR e criar a CPI da Saúde

A oposição no Congresso Nacional mudou a estratégia para tentar instalar uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) a fim de investigar as denúncias de corrupção e desvio de verbas na área da saúde. Antes, eles coletavam assinaturas para instalar uma CPI que investigasse a saúde pública de maneira ampla. Agora, querem uma comissão de inquérito que irá investigar precisamente as denúncias veiculadas em uma reportagem na qual empresários negociam fraudes em contratos com o hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Para alcançar o número necessário, eles contam principalmente com a adesão do PR. Os senadores do partido decidiram fazer oposição ao governo depois que perdeu definitivamente o Ministério dos Transportes. Os deputados da legenda, no entanto, ainda não definiram posição.
os parlamentares do PR ainda não aderiram ao requerimento de criação da CPMI. Uma reunião entre os senadores do partido está marcada para esta quinta-feira, 22, quando irão avaliar se assinam o documento. Para o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), as denúncias veiculadas mostram empresários do setor privado praticando corrupção ativa e não justificam a instalação de uma CPMI porque não envolvem funcionários públicos.(O Dia Online/Redação)

terça-feira, 20 de março de 2012

SUS volta a distribuir camisinhas femininas

Após ficar 12 meses sem fazer parte dos métodos contraceptivos distribuídos de graça nos postos de saúde, a camisinha feminina volta a ser opção de prevenção de aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) para usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira, dia 20, a compra de 20 milhões de unidades do preservativo feminino pelo custo de R$ 1,36 cada. O motivo da parada da distribuição no ano passado, afirma o Programa Nacional de DST e Aids, foi justamente o preço deste tipo de método contraceptivo. Até então, cada uma custava cerca de R$7, sendo que o preservativo masculino é adquirido por R$ 0,36.

Após negociar com o fabricante, o Ministério conseguiu reduzir o valor. Prioritariamente, as camisinhas femininas serão distribuídas a populações definidas de acordo com critérios de vulnerabilidade, sendo elas as profissionais do sexo, mulheres em situações de violência doméstica e sexual, pessoas vivendo com HIV/aids, usuárias de drogas e seus parceiros. No mesmo grupo estão ainda as mulheres com DST, as de baixa renda e usuárias do serviço de atenção à saúde da mulher que tenham dificuldade de negociar o uso do preservativo masculino com o parceiro. (IG Saúde/Redação)

segunda-feira, 19 de março de 2012

Polícia Federal abre quatro inquéritos para apurar corrupção em hospital do Rio

Representantes de empresas oferecem propina (Reprodução)
A Polícia Federal informou nesta segunda-feira, 19, que vai iniciar quatro inquéritos para investigar denúncias de corrupção em um hospital do Rio de Janeiro, depois de empresas oferecerem propina a um repórter disfarçado de funcionário público para fraudar licitações. Essas mesmas companhias tiveram suspensos todos os seus convênios com o Ministério da Saúde. Uma reportagem exibida no último domingo, 18, pela TV Globo mostra a ação de representantes de empresas que tentam obter vantagens por meio de formação de quadrilha, peculato, corrupção, fraude em licitação e cartel. Antes da assinatura de contratos, as negociações foram suspensas. O repórter passou dois meses como diretor de compras do hospital com conhecimento apenas da cúpula do órgão.

Segundo o delegado Victor Poubel, que trata do caso na Delefin (Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros e Desvio de Recursos Públicos), a busca por ilegalidades levará à revisão de contratos feitos por essas empresas em órgãos públicos desde 2009. “Ainda não temos um prazo para concluir, será trabalhoso e profundo”, disse ele ao UOL. O Ministério da Saúde deve colaborar nas investigações. Para o delegado, os representantes das empresas mostraram “o desprezo aos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade”, que “tanto devem  ser  obedecidos  por servidores  da  Administração  Pública  direta e indireta quanto  por  aqueles  que com ela contratam”. A PF intimou 17 pessoas para depor ainda nesta semana e pediu informações à Controladoria Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU), Advocacia Geral da União (AGU), e Ministério Público Federal (MPF) para saber se essas empresas têm contratos com hospitais da rede federal. (Uol Notícias/Redação)

terça-feira, 6 de março de 2012

Campanha nacional de combate à obesidade infantil chega às escolas públicas do Rio.

Estudantes de 22 mil escolas da rede pública, em 1.938 municípios, começaram ontem a ser examinados por agentes de saúde. Com foco na prevenção da obesidade, a primeira Semana de Mobilização Saúde na Escola será realizada até sexta-feira, com a meta de atender cinco milhões de alunos, de 5 a 19 anos. A iniciativa é dos ministérios da Saúde e da Educação, em parceria com as prefeituras. "A obesidade está relacionada com a alimentação e a atividade física. Queremos discutir como a escola pode ajudar na busca de hábitos mais saudáveis. Uma criança bem orientada vai influenciar os hábitos dentro de casa" disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Além de verificar peso e altura dos estudantes, de modo a calcular o chamado índice de massa corpórea (IMC) — que indica a obesidade —, serão analisadas a audição e a visão dos alunos. Pesquisa do IBGE mostrou que uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso em 2008 e 2009. Padilha afirmou que crianças e adolescentes diagnosticados com qualquer doença serão encaminhados a unidades básicas de saúde. Caso tenham problemas de visão, receberão óculos. A semana de mobilização é a primeira etapa do programa Saúde na Escola, que dura o ano todo e atinge 53 mil estabelecimentos de ensino e 2.495 municípios. (O Globo/Redação)