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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Cerca de 6 mil litros de óleo atingem afluente do Paraíba do Sul, diz Inea
Aproximadamente 6 mil litros de óleo atingiram o Rio São Francisco, em Sapucaia, no Sul Fluminense, informou nesta terça-feira o Instituto Estadual do Ambiente (Inea). O acidente ocorreu no início da noite de segunda-feira, quando uma carreta tombou no km 26 da BR-116. Dois tanques fechados foram recuperados, um deles transportava 15 mil e o outro 20 mil. Um tanque de 5 mil já estava violado e parte da carga acabou despejada no rio, um dos afluentes do Paraíba do Sul.
O Inea revelou que há danos ambientais, mas ainda não é possível definir a proporção. Agentes estão em Sapucaia para avaliar qual o impacto do acidente para o local. A carreta que tombou tinha capacidade de 46 mil litros de óleo, que abasteceria postos em Itaperuna, no Noroeste Fluminense. O motorista José Marcos Benites ficou ferido e foi encaminhado a um hospital da região. (O Dia Online/Redação)
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sexta-feira, 23 de março de 2012
Secretaria do Ambiente anuncia projeto de reciclagem inspirado em sistema europeu
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| Surfistas caminham em meio a garrafas em São Conrado |
No Brasil, a discussão entrou na agenda pública com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010). Quem gera um produto deve ser responsabilidade pelo seu descarte adequado. Na última terça-feira, no entanto, numa sala do Ministério do Meio Ambiente, a reunião de setores da indústria que debatem o assunto terminou em impasse. Empresas como a Coca-Cola, Ambev e Nestlé defendem o modelo adotado até então no país. O secretário estadual do Ambiente contestou o modelo semiescravagista atual. "Se fosse eficiente, eu não teria retirado toneladas de garradas PET dos rios. Hoje mesmo - Dia Mundial da Água - encontramos imensa quantidade de embalagens nas praias cariocas. O brasil perde R$ 8 bilhões ao ano por não se reciclar. Isso é custo", defendeu. (O Globo/Redação).
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quinta-feira, 22 de março de 2012
Minc apresenta mais investimentos no Programa de Despoluição da Baía de Guanabara
Em comemoração ao Dia Mundial da Água, o secretário do Ambiente, Carlos Minc, participou nesta quinta-feira do Mutirão de Limpeza do Mar, em Copacabana. Em seguida, ele detalhou as ações que integram o Programa de Saneamento Ambiental dos Municípios do Entorno da Baía de Guanabara (Psam), que terá investimentos de R$ 800 milhões do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e de R$ 330 milhões do Governo do Estado (recursos do Fecam). O governador Sérgio Cabral formalizou a liberação dos recursos da ordem de R$ 800 milhões, na última terça-feira, 20, durante a Assembleia Anual do BID, em Montevideo, no Uruguai. Cenário dos Jogos Olímpicos de 2016, a Baía de Guanabara deverá receber, até a realização do evento, cerca de R$ 2 bilhões em obras de esgotamento sanitário. O Psam será executado numa parceria entre a Cedae, a Secretaria do Ambiente e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) - serão aplicados R$ 1,13 bilhão na recuperação ambiental da baía.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Após mais um acidente, Secretaria sugere mudanças para a exploração do petróleo
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, encaminhou nesta terça-feira, 20, um ofício ao presidente do Ibama, Curt Trennepohl; à diretora-geral da ANP, Magda Chambriard; e ao delegado da Polícia Federal, Fábio Scliar; em que sugere providências e mudanças nas atividades de exploração de petróleo com vistas a aperfeiçoar a segurança ambiental e a prevenção de eventuais acidentes. No ofício, são solicitadas providências e mudanças em procedimentos relativos à apresentação de estudos geológicos, riscos associados e medidas suplementares de segurança ambiental; à apresentação de empresas responsáveis pelo PEI (Planos de Emergência Individuais), com suas atribuições, qualificação e experiência anterior; e ao monitoramento sistemático das áreas de exploração de petróleo por satélites, com programas de acompanhamento contínuo.
Nesta quarta-feira, 21, às 18h, Minc receberá, na Secretaria do Ambiente (SEA), o delegado do Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da Polícia Federal, Fábio Scliar, para discutirem o andamento das investigações sobre o novo derramamento de óleo em região explorada pela Chevron, no Campo do Frade. Na próxima sexta-feira, 23, o secretário do Ambiente será recebido, às 16h, pela diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Magda Chambriard, na ANP, no centro do Rio, para discutirem as sugestões feitas por Minc para o aperfeiçoamento do controle ambiental e da segurança das atividades de exploração de petróleo. (SCS/Redação)
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sexta-feira, 16 de março de 2012
Petrobras é denunciada por não reflorestar reserva da Mata Atlântica
O procurador da República Renato Machado informou na última quinta-feira, 15, que o Ministério Público Federal (MPF) em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, apresentou denúncia contra a Petrobras por danos ambientais na zona de amortecimento da Reserva Biológica (Rebio) do Tinguá. De acordo com o procurador, a estatal não fez o reflorestamento no local adequado, após desmatar 27 hectares de vegetação de Mata Atlântica para a implantar um gasoduto, causando impacto significativo ao ambiente. Segundo o procurador, a ação se originou a partir de um inquérito civil público instaurado para acompanhar o licenciamento ambiental do gasoduto na reserva. Ele garantiu que, após a conclusão das obras, a Petrobras descumpriu a legislação que determina que a reposição florestal deve ser feita sempre na região próxima ao trecho desmatado.
“A Reserva do Tinguá, quando concedeu a autorização para o gasoduto passar ali, exigiu expressamente que o reflorestamento tivesse que ser feito nas próprias aéreas desmatadas ou em aéreas próximas, de forma que o meio ambiente se regenerasse o mais próximo possível do estágio anterior”, disse. Mas, segundo Machado, o reflorestamento foi feito em terrenos particulares, aéreas distantes e em cidades que não foram atingidas pela passagem do gasoduto. Segundo o procurador, os impactos ambientais causados ao bioma da reserva e aos municípios de Japeri, Caxias e Nova Iguaçu só poderão ser reparados depois que as empresas responsáveis pelo desmatamento fizerem a reposição florestal exigida por lei. A Petrobras não comentou a denúncia do MPF. (Brasil Econômico/Redação)
| Reserva do Tinguá, na Baixada Fluminense (Divulgação) |
sexta-feira, 2 de março de 2012
RJ: governo promete despoluir praias da zona sul até 2014
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| Praia de São Conrado sofre com a poluição (O Globo) |
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