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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Troca de tiros que fechou a Grajaú-Jacarepaguá por 5 h

A troca de tiros que levou pânico a motoristas e fechou a Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá por cerca de cinco horas madrugada desta quarta-feira (20) teve o seu início registrado por um cinegrafista amador. As imagens, exibidas no Bom Dia Rio, mostram um PM atirando em uma rua no Conjunto de Favelas do Lins, no Subúrbio do Rio, onde começou o confronto.
A Polícia Militar informou que o jovem Rômulo Macedo, de 18 anos, foi ferido na perna no tiroteio e levado para o Hospital do Andaraí. De acordo com a unidade, o quadro de saúde dele é estável. A segurança foi reforçada por equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Batalhão de Choque (BPChoque), que percorreram a comunidade com carros blindados em busca de criminosos. Ninguém foi preso até as 8h.
O confronto entre policiais militares e traficantes provocou pânico e tumulto no fim da noite. De acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), três ônibus foram incendiados por criminosos após intenso tiroteio. Passageiros tiveram que descer pelas janelas.
“Desce, desce, desce e o motorista nada de abrir a porta do ônibus. As crianças chorando e nada dele abrir a porta. Então ‘tava’ quebrando tudo, até as janelas dos ônibus pra gente sair”, contou uma passageira.
De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura, às 22h30 a estrada foi interditada nos dois sentidos por causa da ocorrência policial. Os motoristas tiveram de optar por desvio pelo Alto da Boa Vista ou pela Linha Amarela. A liberação foi por volta das 3h.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram para o local controlar o fogo. Um quarto ônibus chegou a ser apedrejado, mas o condutor conseguiu escapar do ataque.
Antes de atear fogo aos veículos, ainda segundo a CPP, os criminosos promoveram atos de vandalismo pela Lins de Vasconcelos, uma das principais vias do bairro. Barricadas foram montadas com lixo e fogo para impedir a passagem dos carros da polícia.

Segundo a CPP, o confronto desta noite ocorreu na parte alta do morro. Policiais da UPP Camarista Méier checavam denúncia de que placas de candidatos políticos estavam sendo cobertas no Morro do Gambá quando foram atacados a tiros. Houve revide, dando início ao confronto.

Depois de trocar tiros com policiais da UPP local, os criminosos fugiram e chegaram à parte baixa da comunidade, de onde acessaram a Lins de Vasconcelos e seguiram para a estrada Grajaú-Jacarepaguá. Lá, atiraram em um posto de policiamento, mas nenhum agente foi atingido.

Susto no fim da tarde
Os moradores do Morro do Encontro se assustaram no fim da tarde com intenso tiroteio na comunidade. Por volta das 17h, segundo a CPP, policiais lotados na UPP Lins faziam patrulhamento de rotina na região da mata da comunidade foram surpreendidos por tiros disparados por criminosos. Os PMs revidaram.

Os suspeitos fugiram pela mata e um cerco foi montado pelos policiais para tentar deter os envolvidos. (G1/Redação)

quarta-feira, 26 de março de 2014

PM troca tiros com bandidos na Rocinha e no Alemão

Policiais de UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) trocaram tiros com criminosos no Complexo do Alemão e na Rocinha, entre segunda e a madrugada de ontem.
No Alemão, uma equipe fazia uma ronda de rotina, quando se deparou com bandidos na rua Joaquim Queiroz. Houve troca de tiros. Handi Miller Jerônimo da Silva, 22, foi preso. Policiais declaram ter encontrado um rádio transmissor, seis papelotes de cocaína e um tablete de 30 gramas de maconha com o suspeito.
Na Rocinha, PMs foram alvo de tiros ao patrulharem a Estrada da Gávea, perto da comunidade Dionéia. Nenhum deles se feriu, mas o policiamento foi reforçado. (Destaque/Redação)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Moradores de Madureira relatam momentos de pânico durante troca de tiros

Usando as redes sociais, moradores de Madureira, na Zona Norte, relataram o pânico que passaram durante uma intensa troca de tiros entre traficantes dos morros da Serrinha e do Cajueiro, iniciada na noite desta terça-feira e que se estendeu pela madrugada de quarta. Em disputa pelos pontos de vendas de drogas desde o ano passado, bandidos da Serrinha teriam invadido a região do Cajueiro. No confronto, segundo os relatos, além de vários tiros de fuzil, também foram ouvidas explosões de granadas. De acordo com a PM, dois policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda) foram baleados enquanto faziam o patrulhamento na Avenida Ministro Edgard Romero durante a madrugada de quarta-feira.

Um deles foi atingido no rosto e o outro no quadril. Ambos foram levados para o Hospital estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, também na Zona Norte. Não há informações sobre o estado de saúde deles e nem se há outras vítimas. De acordo com policiais militares do 9º BPM, não havia operações no momento da troca de tiros na noite de terça-feira. Durante a madrugada, PMs faziam o patrulhamento na Edgard Romero, revistando quem passava pelo local. Porém, por conta do confronto, poucas pessoas passavam pela avenida. Muitos carros tiveram que voltar na contramão.

Pelo Twitter, os relatos mostravam o medo de quem estava perto das comunidades. Com a hashtag #ResumoTiroteio, os moradores contavam que ficaram presos dentro de casa e sem poder dormir.
— Parece que o tiroteio é dentro de casa. A região tem sofrido com tiroteio todos os dias. Mas dessa vez está muito pior. Nada é feito, temos que ficar presos dentro de casa, com medo. Não conseguimos nem dormir — disse uma moradora de Madureira, que não quis se identificar. (Extra/Redação)




quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Tiros na Rocinha assustaram moradores durante a final da Copa do Brasil

Moradores da Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, viveram momentos de pânico durante a decisão da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira. Segundo relatos enviados para o WhatsApp do Extra (21 99644-1263), várias pessoas estavam na rua assistindo à final entre o Flamengo e o Atlético-PR quando tiros começaram a ser disparados na localidade conhecida como Roupa Suja. De acordo com as informações de moradores, o confronto foi entre bandidos.

- Havia muita gente na rua. Todo mundo se deitou no chão com medo. Os becos ficaram vazios. Depois de cerca de meia hora, parou. Mas o medo continuou - contou um deles.

Segundo o morador - que teme se identificar por medo de represálias, os bandidos circulam armados de pistolas, fuzis, metralhadoras e granadas na parte alta da Rocinha, sem que haja intervenção de policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP):

- A polícia mal sobe (o morro). Já faz tempo que isso acontece e ninguém faz nada. A Rocinha está uma terra sem lei, um terror.

A assessoria de imprensa das UPPs informou que a comandante da unidade da Rocinha, major Pricilla Azevedo, nega ter havido confronto no local envolvendo policiais. Um policial da UPP disse, na manhã desta quinta, que os traficantes dispararam tiros para o alto "para comemorar a vitória do Flamengo".

Operação
Na manhã desta quinta-feira, policiais civis da 15ª DP (Gávea) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) fazem uma operação na Rocinha.


As equipes contam com o apoio de um helicóptero. Ainda não há informações de presos, prisões, apreensões e troca de tiros.


Toque de recolher
A queixa de moradores da Rocinha a respeito de bandidos armados circulando pela favela não é novidade. Eles se queixam que, apesar da UPP - inaugurada há pouco mais de um ano - o tráfico continua ditando as regras na comunidade. No início deste mês, pelo menos cinco moradores da região conhecida como Valão, na parte baixa da Rocinha, contaram à equipe de reportagem do EXTRA que traficantes estabeleceram um toque de recolher no local.

Segundo o relato dos três homens e duas mulheres, diariamente, por volta das 21h30m, um traficante armado passa pela localidade avisando aos moradores, aos gritos, que quem está na rua precisa entrar em casa porque “o tiroteio vai começar”.

Tráfico ainda lucrando
Além de não inibir os bandidos armados, a UPP da Rocinha também não foi capaz de diminuir os lucros do tráfico, que continua movimentando R$ 10 milhões por mês. A informação, levantada pelo setor de inteligência da unidade, foi revelada pela comandante da UPP, major Pricilla Azevedo, logo após tomar posse, no início de novembro.

Em abril de 2011, antes da ocupação da favela pela polícia, um levantamento da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) apontou que a quadrilha movimentava R$ 8 milhões. (Extra/Redação)

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

PM de UPP e noiva são baleados em São Gonçalo

O soldado da Polícia Militar Marc Borges Ferreira e a noiva dele, Yasmim dos Santos Lima, foram baleados no início da madrugada desta quinta-feira no bairro Coelho, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. O PM é lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio.

De acordo com o 7º BPM (São Gonçalo), o casal estava no carro do policial, na Rua Agnaldo Saturnino Rocha, quando foi rendido por um homem armado. O bandido havia desembarcado de um Peugeot azul, onde estariam outros marginais. Ele ordenou que as vítimas saíssem do veículo. O PM reagiu e houve troca de tiros. Os criminosos fugiram sem nada levar.

Mesmo ferido de raspão no joelho esquerdo, o policial conseguiu dirigir até o Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê, onde o casal foi socorrido. Yasmim foi baleada na perna e no braço esquerdo. Segundo o batalhão, eles não correm risco de vida.

Em depoimento na 74ª DP (Alcântara), onde a ocorrência foi registrada, o PM não soube informar se o criminoso foi ferido no confronto. (Extra/Redação)

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

PM de UPP morre após troca de tiros em Realengo


Um soldado da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela do Batan, em Realengo, Zona Oeste, foi morto com um tiro no rosto na madrugada desta segunda-feira durante troca de tiros com traficantes na comunidade Curral das Éguas, que fica na região.

De acordo com a PM, os policiais passaram em patrulhamento pela Rua São Pedro de Alcântara quando traficantes iniciaram o tiroteio. Foi pedido reforço pelo rádio e o soldado Paulo Ricardo Fontes Carreira, um dos que atenderam ao pedido, foi atingido logo ao chegar. Ele ainda foi socorrido para o Hospital Estadual Alberto Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu e morreu.

Ainda segundo ainda a PM, a investigação será conduzida pela Divisão de Homicídios (DH). Ninguém foi preso. (O Dia/Redação)