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sexta-feira, 6 de março de 2015

Polícia apreende três menores de idade acusados de roubos

Policiais militares apreenderam dois adolescentes e uma criança acusados de roubos. PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira detiveram dois menores — um de seis anos e outro de 12 — após uma mulher ter sido atacada e ter o cordão roubado próximo à Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na Zona Norte, na noite de quinta-feira.

A vítima informou aos policiais que os meninos fugiram em uma bicicleta em direção à comunidade da Mangueira. A dupla foi localizada em seguida pelos agentes, que recuperaram o cordão. A ocorrência foi registrada na 17ª DP (São Cristóvão).

Já no Centro, agentes da Operação Lapa Presente (OLP) foram alertados por um taxista de que uma senhora estava sendo roubada na Rua Augusto Severo. Quando viu os policiais, o adolescente de 13 anos tentou fugir, mas foi capturado. A ocorrência foi encaminhada à 5ª DP (Mem de Sá), onde foi feito o registro como fato análogo ao crime de roubo. (Globo/Redação)



quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Criminosos atiraram contra contêiner por volta das 5h na UPP de Vila Isabel

Criminosos atacaram a tiros a base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. De acordo com informações da PM, o ataque foi por volta das 5h desta quinta-feira (4). Um policial militar foi ferido. As informações são do Bom Dia Rio.
Ainda de acordo com a PM, o ataque foi na base da Rua Armando de Albuquerque, que fica atrás do antigo Jardim Zoológico.
O policial ferido, que estava de serviço, foi atingido na perna e nas costas e levado para o Hospital Federal do Andaraí, na Zona Norte. Ele não corre risco de morrer.
Homens do 6º BPM (Tijuca) davam apoio aos policiais da UPP por volta das 7h na busca pelos criminosos na comunidade. O caso vai ser registrado na 20ª DP (Vila Isabel).

De acordo com a corporação, às 7h30, o soldado estava lúcido e passava por exames no Hospital Federal do Andaraí para checar se a bala atingiu algum órgão.

Quatro escolas, uma creche e um Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI), pertencentes a rede municipal de educação, não funcionaram na manhã desta quinta. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, no total, 1173 alunos ficaram sem aulas.

Já a Secretaria Estadual de Educação, em nota, informou que as aulas de suas unidades não foram afetadas na localidade. (G1/Redação)

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Após fim de semana violento no Complexo da Penha, oito linhas de ônibus são desviadas


Após um fim de semana de violência, ônibus deixaram de passar nas proximidades do Complexo da Penha, Zona Norte do Rio, na manhã desta segunda-feira. Segundo o Rio Ônibus - sindicato da empresas -, foram desviadas as rotas de oito linhas: 312, 313, 621, 622, 623, 625, 628 e 679. Os coletivos estão seguindo pela Avenida Brás de Pina e evitam as vias mais próximas à comunidade - como, por exemplo, Avenida Ministro Moreira de Abreu e a Rua José Rucas.


Todos os pontos finais dessas linhas foram transferidos para a Rua José Maurício. Ainda de acordo com o Rio Ônibus, “o consórcio Internorte informa que a operação voltará ao normal assim que sejam restabelecidas as condições de segurança, sem mais riscos para os usuários e os funcionários das empresas.” A opção para os moradores são vans e Kombis clandestinas.

Por meio de perfis em redes sociais, moradores do Complexo da Penha comentam a situação na comunidade e buscam informações: “Queria saber se está tudo normal. Tenho que ir trabalhar”, diz um comentário. Outra pessoa, que trabalha na favela, tenta saber se é seguro ir para o local: “Alguém sabe informar como está a situação? Trabalho na Vila Cruzeiro”. A assessoria de imprensa das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) informou que o policiamento está reforçado na Vila Cruzeiro e não houve registros de novos confrontos.




Morto e feridos

O tiroteio o Complexo da Penha ocorreu na noite de sábado. Policiais militares da UPP e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) faziam um patrulhamento quando, segundo os PMs, foram alvos de disparos feitos por três homens. No confronto, dois suspeitos foram baleados. Um deles não resistiu ao ferimento. Outro ficou internado sob custódia no Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha.
No tiroteio, uma mulher foi atingida por uma bala perdida na perna. Ele foi encontrada pelos policiais na Rua 29, no Parque Proletário, e também foi levada para o Getúlio Vargas. Na ocasião foram apreendidos armas. A ocorrência foi registrada na 22ª DP (Penha).

Tiros também no Alemão

Além do Complexo da Penha, o policiamento segue reforçado também na Fabela Nova Brasília, no Complexo do Alemão. No início da noite deste domingo, segundo a assessoria de imprensa das UPPs, policiais da unidade da comunidade faziam patrulhamento na localidade conhecida como Rua Sem Saída quando foram recebidos a tiros por bandidos armados.

Houve confronto, mas os criminosos fugiram. Uma mulher foi atingida de raspão na testa, sofreu um corte e foi socorrida para o Hospital Getúlio Vargas. Ela foi medicada e liberada em seguida. O caso foi registrado na 45ª DP (Alemão).

Comércio e escolas não funcionam na região

Algumas lojas no Complexo da Penha também não abriram na manhã desta segunda. De acordo com a Secretaria municipal de Educação uma escola, um Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI) e três creches no local estão sem atendimento "por conta de violência no entorno".


O mesmo acontece no Alemão, onde uma escola está sem funcionar. Ao todo, as unidades dos dois conjuntos de favelas atendem a 1.662 alunos. A Secretaria informou que o conteúdo perdido será reposto. (Extra/Redação)


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Ônibus é apedrejado na Rua Conde de Bonfim


Um ônibus que fazia a linha 415 (Usina x Leblon) foi apedrejado, no início da noite desta quarta-feira, durante uma confusão envolvendo policiais militares e moradores do Morro da Formiga, na Tijuca. Segundo informações do Serviço Reservado (P-2) do 6º BPM (Tijuca), o tumulto teve início por volta das 18h30, quando moradores, impedidos de acessar a comunidade devido a uma ação policial para coibir transporte irregular de carros e motos na região, deram início a um protesto tentando fechar a Rua Conde de Bonfim.


Uma abordagem de policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Formiga para verificar mototaxistas irregulares terminou com três pessoas presas por desacato. A manifestação foi contida e não houve disparo de arma de fogo, mas uso de armamento não letal para dispersar os manifestantes.



Durante a ação, uma motocicleta e oito Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) foram apreendidas. A ocorrência foi registrada na 19DP (Tijuca). O 6BPM (Tijuca) e o Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) foram acionados para reforçar o policiamento no local. Durante o ocorrido, uma viatura policial foi apedrejada e um carro de morador foi incendiado.



Uma testemunha que estava dentro do ônibus depredado explicou que diversos carros que seguiam pela Rua Conde de Bonfim voltaram pela contramão tentando fugir do tumulto, enquanto um grupo de três homens exigiu que os passageiros descessem do coletivo e atiraram pedras. (O Globo/Redação)

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Troca de tiros que fechou a Grajaú-Jacarepaguá por 5 h

A troca de tiros que levou pânico a motoristas e fechou a Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá por cerca de cinco horas madrugada desta quarta-feira (20) teve o seu início registrado por um cinegrafista amador. As imagens, exibidas no Bom Dia Rio, mostram um PM atirando em uma rua no Conjunto de Favelas do Lins, no Subúrbio do Rio, onde começou o confronto.
A Polícia Militar informou que o jovem Rômulo Macedo, de 18 anos, foi ferido na perna no tiroteio e levado para o Hospital do Andaraí. De acordo com a unidade, o quadro de saúde dele é estável. A segurança foi reforçada por equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Batalhão de Choque (BPChoque), que percorreram a comunidade com carros blindados em busca de criminosos. Ninguém foi preso até as 8h.
O confronto entre policiais militares e traficantes provocou pânico e tumulto no fim da noite. De acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), três ônibus foram incendiados por criminosos após intenso tiroteio. Passageiros tiveram que descer pelas janelas.
“Desce, desce, desce e o motorista nada de abrir a porta do ônibus. As crianças chorando e nada dele abrir a porta. Então ‘tava’ quebrando tudo, até as janelas dos ônibus pra gente sair”, contou uma passageira.
De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura, às 22h30 a estrada foi interditada nos dois sentidos por causa da ocorrência policial. Os motoristas tiveram de optar por desvio pelo Alto da Boa Vista ou pela Linha Amarela. A liberação foi por volta das 3h.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram para o local controlar o fogo. Um quarto ônibus chegou a ser apedrejado, mas o condutor conseguiu escapar do ataque.
Antes de atear fogo aos veículos, ainda segundo a CPP, os criminosos promoveram atos de vandalismo pela Lins de Vasconcelos, uma das principais vias do bairro. Barricadas foram montadas com lixo e fogo para impedir a passagem dos carros da polícia.

Segundo a CPP, o confronto desta noite ocorreu na parte alta do morro. Policiais da UPP Camarista Méier checavam denúncia de que placas de candidatos políticos estavam sendo cobertas no Morro do Gambá quando foram atacados a tiros. Houve revide, dando início ao confronto.

Depois de trocar tiros com policiais da UPP local, os criminosos fugiram e chegaram à parte baixa da comunidade, de onde acessaram a Lins de Vasconcelos e seguiram para a estrada Grajaú-Jacarepaguá. Lá, atiraram em um posto de policiamento, mas nenhum agente foi atingido.

Susto no fim da tarde
Os moradores do Morro do Encontro se assustaram no fim da tarde com intenso tiroteio na comunidade. Por volta das 17h, segundo a CPP, policiais lotados na UPP Lins faziam patrulhamento de rotina na região da mata da comunidade foram surpreendidos por tiros disparados por criminosos. Os PMs revidaram.

Os suspeitos fugiram pela mata e um cerco foi montado pelos policiais para tentar deter os envolvidos. (G1/Redação)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Mais de 400 alunos continuam sem aulas no Complexo do Alemão

Duas escolas do Complexo do Alemão, na Zona Norte, estão fechadas nesta quarta-feira, segundo a Secretaria municipal de Educação. Com isso, 437 alunos da rede estão sem aulas. Já a Secretaria estadual de Educação informou que as suas unidades estão funcionando normalmente na região. De acordo com a Coordenação da Polícia Pacificadora, na madrugada desta quarta-feira, não foi registrado nenhum tiroteio na região, apesar disso, o policiamento segue reforçado na Avenida Itaoca, Estrada Itararé e na Rua Caintá, onde no domingo traficantes atacaram a sede da UPP Alemão. O comércio funciona normalmente.


O clima no complexo de favelas tem sido tenso nos últimos dias. Na terça-feira, apesar do reforço no policiamento, houve novos confrontos na região — os tiroteios têm ocorrido desde o fim de semana. Mais uma vez, escolas foram fechadas, deixando 11.537 alunos sem aulas. Na Escola Municipal Professor Afonso Várzea, que fica na Fazendinha, um aviso no portão informava o fechamento da unidade. Das 35 escolas municipais, 30 não abriram as portas. Dois colégios da rede estadual também não funcionaram à tarde, por causa da insegurança: o Jornalista Tim Lopes e o Caic Theóphilo de Souza Pinto.

O teleférico, que estava parado desde a última quinta-feira, voltou a operar às 9h10m desta quarta-feira. O funcionamento do sistema estava suspenso devido aos problemas de segurança pública na região. O procedimento, segundo a SuperVia, havia sido adotado para garantir a segurança dos passageiros e a eficiência operacional do meio de transporte.

Em vários pontos do complexo, o comércio não abriu as portas nesta terça-feira. De manhã, na Rua Canitá, por exemplo, na Fazendinha, estabelecimentos chegaram a funcionar. No entanto, por volta das 10h, todos fecharam. Mesmo com o policiamento reforçado, traficantes teriam mandado comerciantes baixar as portas. Na Avenida Itaoca, o comércio também deixou de funcionar no mesmo horário.

Durante todo o dia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e o Batalhão de Ações com Cães (BAC) fizeram operações nas comunidades. A PM já havia anunciado que, de 150 policiais, o efetivo passaria a 300 nas favelas da Fazendinha, Nova Brasília e do Alemão. 

Policiais de várias UPPs, entre elas as da Providência, do Batan e do Dona Marta, ficaram posicionados em torno do complexo.

TRÁFICO USA MENORES PARA ATACAR POLICIAIS
O serviço de inteligência da Coordenadoria das Unidades de Polícia Pacificadora tem informações de que adolescentes de 14 e 15 anos, armados de fuzis e pistolas, estão sendo usados pelo tráfico para atacar PMs. Este ano, 64 menores foram apreendidos no conjunto de favelas.

Segundo o coronel Caldas, traficantes fizeram disparos por volta das 10h desta terça-feira em vários pontos da Nova Brasília. Também ocorreu tiroteio de madrugada: por volta das 3h, PMs patrulhavam a Rua Antônio Rego, no Morro do Alemão, quando se depararam com criminosos armados, que os atacaram. Ninguém se feriu. (G1/Redação)




terça-feira, 6 de maio de 2014

Menino de 8 anos baleado na cabeça no Morro dos Macacos é operado e seu estado de saúde é grave

O menino de 8 anos baleado na cabeça no Morro dos Macacos, na tarde desta segunda-feira, durante confronto entre traficantes e policiais da UPP, foi operado durante mais de 5 horas no Hospital do Andaraí. A cirurgia terminou às 22h. De acordo com a assessoria de imprensa da unidade, o estado de saúde de Vítor Gomes Bento ainda é grave. Ele foi levado para o Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do hospital logo após a operação.

Vitor foi atingido na Rua Armando de Albuquerque, próximo à UPP dos Macacos. De acordo com uma tia do menino que preferiu não se identificar, ele havia acabado de sair da escola e estava sentado com seu irmão, Felipe, de 7 anos, na porta de uma loja de material de construção, quando foi baleado.

- O Felipe viu o irmão ser baleado e está muito nervoso. Minha irmã (mãe de Vítor) está no sexto mês de uma gravidez de risco. Estamos muito preocupados - disse.

Socorrida pelo dono da loja de material de construção, identificado apenas como Beto, a criança foi logo levada para o Hospital do Andaraí.

De acordo com a assessoria da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), policiais da UPP Macacos estavam em patrulhamento na localidade da Favelinha, quando se depararam com criminosos armados. O bando atirou contra os policiais, que revidaram. Os criminosos conseguiram escapar. Na fuga, já na localidade da Rachadura, os bandidos se depararam com outros PMs, e houve um novo confronto, no qual Vítor acabou atingido.
Por volta das 18h, o policiamento no local estava reforçado com agentes do Grupamento de Intervenções Táticas (GIT) das UPPs, além de homens de outras unidades da Zona Norte e do BPChoque. Às 20h30m, policiais do Bope e do Grupamento Aéreo e Marítimo (GAM) foram acionados.




Manifestação
Após Vítor ter sido baleado, moradores do Morro dos Macacos iniciaram uma manifestação e tentaram fechar a Rua Barão do Bom Retiro, uma das principais vias da região, mas foram impedidos pela polícia. Tiros e bombas foram ouvidos. Por volta das 20h, três crianças chegaram ao Hospital do Andaraí com sintomas de intoxicação por gás de pimenta.

- Estávamos em casa, na antiga Rua 20. Do lado de fora, acontecia uma manifestação. A polícia jogou gás de pimenta. Aquilo entrou na minha casa. Meu filho, que tem paralisia cerebral, começou a passar mal e corri com ele para cá — contou a dona de casa Simone Rodrigues, de 39 anos.

O mesmo aconteceu com os netos da diarista Luciene Cosme da Silva, de 36 anos, que mora na Rua Armando de Albuquerque. Os netos dela, Andrey, de 1 ano, e Wallace, de 3, desmaiaram.

- Eu estava com meus netos dentro de casa , na Rua Armando de Albuquerque, quando começaram a jogar bombas e gás de pimenta. As crianças passaram muito mal e desmaiaram. Fiquei desesperada. A minha sobrinha de 14 anos, Yasmin, foi quem me ajudou a carregar as crianças. Moro no morro há 36 anos e nunca vi isso acontecer. Estão jogando gás e está entrando na nossa casa. É um absurdo o que esses policiais fizeram - reclamou Luciene.

Armas recolhidas
De acordo com o delegado Ed Wilson da Silva Corrêa, da 20ª DP (Vila Isabel), responsável pelas investigações, duas pistolas e um fuzil usados por policiais da UPP foram recolhidos e passarão por perícia. Além disso, quatro PMs já foram ouvidos na delegacia. Dois deles disseram ter participado do primeiro confronto com os traficantes, e os outros, do segundo, no qual Vítor ficou ferido. O delegado ainda quer ouvir os outros policiais que estavam nos tiroteios, além de testemunhas. A perícia do local do crime deve ser feita nesta terça-feira, ainda pela manhã. (Extra/Redação)




quarta-feira, 2 de abril de 2014

Moradores do Cantagalo fecham acesso à estação do metrô da General Osório, em Ipanema

Um protesto de moradores do Morro do Cantagalo fechou a Rua Teixeira de Melo, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, e o acesso à estação General de Osório do Metrô que fica na via, na manhã desta terça-feira. Segundo a concessionária Metrô Rio, o acesso ficou fechado por cerca de meia hora, mas já foi liberado.

Segundo informações do 23º BPM (Leblon), um grupo de seis pessoas fechou a rua, ateou fogo numa caçamba de lixo e subiu para o Morro do Cantagalo. Eles protestavam porque dois moradores da comunidade foram baleados. Bombeiros foram ao local apagar as chamas. Ninguém foi preso.
Um morador de Ipanema, que não quis se identificar, contou que ficou assustado com o tumulto na região. Segundo ele, houve barulho de explosões e gritos vindos da comunidade:

— Começou um barulho de foguete e outros parecidos com tiros, e um helicóptero sobrevoou o morro por mais de uma hora.

Moradores contaram ao Jornal Extra , por telefone, que o responsável pelos disparos foi um policial da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) que subiu a favela de moto. A assessoria de imprensa das UPPs confirmou, por telefone, as duas pessoas baleadas. Mas negou que o responsável pelos disparos tenha sido um policial.

Segundo o órgão, um homem de moto passou atirando em direção ao beco. A assessoria informou ainda que os dois baleados foram socorridos e levados para o Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea.

De acordo com a 13ª DP (Ipanema) foi instaurado um inquérito para apurar as circunstâncias dos disparos. Um homem foi baleado e outro ferido de raspão. Moradores e testemunhas estão sendo ouvidos. (G1/Redação)




quarta-feira, 26 de março de 2014

PM troca tiros com bandidos na Rocinha e no Alemão

Policiais de UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) trocaram tiros com criminosos no Complexo do Alemão e na Rocinha, entre segunda e a madrugada de ontem.
No Alemão, uma equipe fazia uma ronda de rotina, quando se deparou com bandidos na rua Joaquim Queiroz. Houve troca de tiros. Handi Miller Jerônimo da Silva, 22, foi preso. Policiais declaram ter encontrado um rádio transmissor, seis papelotes de cocaína e um tablete de 30 gramas de maconha com o suspeito.
Na Rocinha, PMs foram alvo de tiros ao patrulharem a Estrada da Gávea, perto da comunidade Dionéia. Nenhum deles se feriu, mas o policiamento foi reforçado. (Destaque/Redação)

sexta-feira, 21 de março de 2014

Depois de ataques a UPPs, moradores do Lins, no Rio, reclamam de falta de ônibus nesta sexta

Moradores do Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio, reclamam da baixa oferta de ônibus na manhã desta sexta-feira. Eles afirmam que a frota está reduzida e a espera leva até meia hora, por conduções que passam a cada cinco minutos em dias normais. A comunidade amanheceu com policiamento reforçado após a base da Unidade de Polícia Pacificadora sofrer ataque de criminosos na noite desta quinta. Três policiais militares foram baleados, incluindo o comandada da UPP do Mandela, o capitão Gabriel de Toledo. Moradores também dizem ter ouvido sons de granadas durante a madrugada.
O conflito teve início no fim da tarde desta quinta-feira, moradores reagirem contra PMs, que tentavam remover ocupantes de um prédio. Foram registrados ataques contra as UPPs Complexo do Alemão, do Parque Arará, em Benfica, e do Camarista Méier, onde um ônibus foi incendiado. Ninguém foi preso. O policiamento está reforçado em todas as comunidades pacificadas do Rio.
Cabral pede ajuda a Dilma
O governador do Rio, Sérgio Cabral, se reúne nesta sexta com a presidente Dilma Rousseff para pedir ajuda de tropas federais para atuar nas comunidades pacificadas da capital fluminense. A medida foi anunciada depois de uma reunião de emergência com a cúpula da Segurança Pública do estado. O encontro foi realizado após ataques a bases de apoio às Unidades de Polícia Pacificadora. Três PMs ficaram feridos, entre eles um comandante de UPP.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Antigo zoológico é a nova atração em Vila Isabel

Há três anos, o primeiro zoológico do Rio, em Vila Isabel, estava irreconhecível. ‘Era só mato’, contam os moradores, que, na falta de policiamento, evitavam o local. Hoje, após a conclusão das reformas, os visitantes voltaram e o Parque Recanto do Trovador é uma das opções de lazer mais badaladas da região, com, pelo menos, 20 tipos de atividades físicas gratuitas, incluindo banhos de piscina nos fins de semana. 

As obras começaram em dezembro de 2011, logo após a entrada da Unidade de Polícia Pacificadora no Morro dos Macacos. Aos poucos, foram construídos dois campos de futebol com grama sintética, área de patinação, pista de skate e de corrida, parquinho para as crianças, e aparelhos de ginástica para os mais idosos.

Além de poderem usar a infraestrutura do parque, os moradores do tradicional bairro carioca podem se matricular em três modalidades diferentes de esporte na Vila Olímpica, construída no local. As opções vão de taekwondo e muay thai a hidroginástica, passando por aulas de xadrez e até de passista — uma variedade para agradar todos os gostos. 

Para o funcionário público Carlos Lins, 50, a revitalização da área mudou a rotina da comunidade do Morro dos Macacos, vizinha do Parque. “Na época do tráfico, a gente ficava preocupado com as crianças que ficavam sem o que fazer durante a semana. Agora elas ficam com a mente ocupada com os esportes que a Vila oferece.” Sérgio Andrelis, que já tinha uma história com o lugar, ficou surpreso com as mudanças. “Eu vinha andar de bicicleta escondido da minha mãe quando tinha 16 anos. Ninguém deixava criança vir aqui. Era muito violento e todo mundo sabia”, explicou o gestor da AX Capital, hoje, com 27 anos.

"A infraestrutura está bem mais atrativa. Até um tempo atrás eu tinha que ir todo final de semana para a Lagoa, na Zona Sul, se quisesse fazer um programa legal, agora tenho uma opção perto de casa”, recomendou Andrelis, que agora leva a família e o cachorro ao parque. 

Além das atividades regulares, o Parque também oferece acompanhamento psicológico e práticas físicas voltadas para pessoas com necessidades especiais, no Núcleo de Esportes e Lazer para Pessoas com Deficiências. Quem quiser se inscrever nos cursos, deverá apresentar a cópia da identidade ou da certidão de nascimento, atestado médico e declaração escolar na secretaria. Mais informações no telefone: 3294-8511.(O Dia/Redação)



sexta-feira, 14 de março de 2014

Tiroteio que matou PM aconteceu após ataque a base de UPP


O ataque que matou o tenente Leidson Acácio Alves Silva nesta quinta-feira (13), subcomandante da UPP Vila Cruzeiro, aconteceu depois que suspeitos dispararam tiros na direção do contêiner que serve como base administrativa da unidade. O policial e colegas faziam buscas na região pelos responsáveis quando aconteceu a troca de tiros durante a qual Leidson foi atingido com um tiro na testa.
Segundo a assessoria de imprensa das UPPs, o ataque aconteceu por volta das 20h40. Tiros foram disparados na direção do container que serve como base da UPP Vila Cruzeiro na Rua José Rucas. Durante a ação ninguém se feriu.
Ainda de acordo com a assessoria das unidades, os policiais fizeram buscas na região e o patrulhamento foi intensificado em todo o Complexo da Penha à procura dos criminosos. Por volta das 22h40, policiais da UPP Vila Cruzeiro patrulhavam a Rua 10, divisa entre as comunidades do Parque Proletário e Vila Cruzeiro, quando tiros foram disparados na direção dos agentes.
Os militares revidaram e durante o confronto o subcomandante da unidade, o tenente Leidson Acácio Alves Silva, de 27 anos, foi atingido por um disparo na cabeça. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Getúlio Vargas e não resistiu ao ferimento. O Batalhão de Operações Especiais (BOPE) foi acionado e esteve na comunidade fazendo ações de varredura durante toda a madrugada. O tenente Acácio estava na corporação há pouco mais de 3 anos e estava na UPP Vila Cruzeiro há cerca de 3 meses.
Reforço
O clima ficou tenso no Conjunto de Favelas da Penha, na Zona Norte do Rio, na noite desta quinta-feira (13). Mais um policial militar foi morto; o subcomandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro foi atingido por um tiro na cabeça quando fazia uma patrulhamento na comunidade. PMs contaram que além da equipe do tenente, outras três equipes policiais foram atacadas simultaneamente. A segurança foi reforçada na comunidade após o ataque.

Como mostrou o Bom Dia Rio, em pouco mais de um mês quatro policiais morreram em serviço nas UPPs dos complexos da Penha e do Alemão.
O tenente Leidson Acássio Alves Silva foi baleado pouco depois das 22h durante um patrulhamento na Vila Cruzeiro. Ele supervisionava uma patrulha de oito PMs quando os traficantes apareceram.
Segundo os policiais, cerca de 20 criminosos participaram do confronto. O ataque aconteceu na Rua 10, em uma área de divisa entre a Vila Cruzeiro e o Parque Proletário. Depois de ser atingido por um tiro na testa, o tenente foi levado para o Hospital Getúlio Vargas, onde foi operado, mas não resistiu ao ferimento.
O tenente Acássio tinha 27 anos, estava há um na polícia e era subcomandante da UPP da Vila Cruzeiro. Após o ataque, homens do Bope entraram na favela para procurar os criminosos. Equipes da Divisão de Homicídios decidiram esperar o dia clarear para fazer a perícia do local.
Ainda segundo policiais que trabalham na UPP, traficantes também atiraram contra um conteinêr da unidade. O tenente acácio é o 11º policial morto em área de UPP, desde a criação das unidades, em 2008. (G1/Redação)

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Casal é preso acusado de assaltar pedestres em Laranjeiras

Cíntia Maria Duarte de Oliveira, de 40 anos, e Adilson César Camilo da Silva, 20, foram presos por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Coroa/Fallet/Fogueteiro, na noite desta terça-feira, acusados de roubar turistas e pedestres na Rua Alice, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio.

Segundo os PMs, após obterem a descrição dos suspeitos a prisão foi feita na Rua Queirós Lima, no Catumbi, um dos acessos ao Morro do Fallet. Com o casal foram encontrados 33 dólares, 21 pesos e R$ 250. Eles também são investigados pelo roubo de duas bicicletas. Um revólver calibre 38 e a moto usada nos crimes foram apreendidas.

Cintia estava em liberdade condicional há sete meses. Ela cumpria pena por tráfico de drogas e roubo, segundo a polícia. Ambos foram autuados na 5ª DP (Mém de Sá), central de flagrantes da região. (O Dia/Redação)

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Tiros na Rocinha assustaram moradores durante a final da Copa do Brasil

Moradores da Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, viveram momentos de pânico durante a decisão da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira. Segundo relatos enviados para o WhatsApp do Extra (21 99644-1263), várias pessoas estavam na rua assistindo à final entre o Flamengo e o Atlético-PR quando tiros começaram a ser disparados na localidade conhecida como Roupa Suja. De acordo com as informações de moradores, o confronto foi entre bandidos.

- Havia muita gente na rua. Todo mundo se deitou no chão com medo. Os becos ficaram vazios. Depois de cerca de meia hora, parou. Mas o medo continuou - contou um deles.

Segundo o morador - que teme se identificar por medo de represálias, os bandidos circulam armados de pistolas, fuzis, metralhadoras e granadas na parte alta da Rocinha, sem que haja intervenção de policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP):

- A polícia mal sobe (o morro). Já faz tempo que isso acontece e ninguém faz nada. A Rocinha está uma terra sem lei, um terror.

A assessoria de imprensa das UPPs informou que a comandante da unidade da Rocinha, major Pricilla Azevedo, nega ter havido confronto no local envolvendo policiais. Um policial da UPP disse, na manhã desta quinta, que os traficantes dispararam tiros para o alto "para comemorar a vitória do Flamengo".

Operação
Na manhã desta quinta-feira, policiais civis da 15ª DP (Gávea) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) fazem uma operação na Rocinha.


As equipes contam com o apoio de um helicóptero. Ainda não há informações de presos, prisões, apreensões e troca de tiros.


Toque de recolher
A queixa de moradores da Rocinha a respeito de bandidos armados circulando pela favela não é novidade. Eles se queixam que, apesar da UPP - inaugurada há pouco mais de um ano - o tráfico continua ditando as regras na comunidade. No início deste mês, pelo menos cinco moradores da região conhecida como Valão, na parte baixa da Rocinha, contaram à equipe de reportagem do EXTRA que traficantes estabeleceram um toque de recolher no local.

Segundo o relato dos três homens e duas mulheres, diariamente, por volta das 21h30m, um traficante armado passa pela localidade avisando aos moradores, aos gritos, que quem está na rua precisa entrar em casa porque “o tiroteio vai começar”.

Tráfico ainda lucrando
Além de não inibir os bandidos armados, a UPP da Rocinha também não foi capaz de diminuir os lucros do tráfico, que continua movimentando R$ 10 milhões por mês. A informação, levantada pelo setor de inteligência da unidade, foi revelada pela comandante da UPP, major Pricilla Azevedo, logo após tomar posse, no início de novembro.

Em abril de 2011, antes da ocupação da favela pela polícia, um levantamento da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) apontou que a quadrilha movimentava R$ 8 milhões. (Extra/Redação)

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Comerciantes não abrem as portas após morte no Pavão-Pavãozinho

Parte do comércio nas imediações do Morro do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, Zona Sul, não abriu as portas na manhã desta quinta-feira. Um homem identificado como Tomaz Rodrigues Martins, de 30 anos, morreu baleado nesta madrugada na comunidade. Moradores disseram que a vítima residia na comunidade e era trabalhador.

Eles acusam PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) pelo tiro fatal. O policiamento está reforçado. Até às 9h, apenas um supermercado funcionava normalmente.
Segundo PMs da UPP, houve um intenso tiroteio entre traficantes de facções rivais por volta das 3h e a polícia tentou intervir. Um homem foi encontrado baleado. Ainda de acordo com os militares, um outro homem não identificado também foi ferido, mas conseguiu fugir pela mata no alto do morro.
Cerca de 50 moradores desceram a Rua Saint Roman levando o ferido em uma tábua de madeira, usada como uma maca improvisada. A vítima foi deixada na esquina da Rua Sá Ferreira com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana, uma das principais do bairro. O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) esteve no local e constatou a morte do homem.

Grupo tenta fechar Nossa Senhora de Copacabana

Revoltados, os moradores chegaram a colocar a tábua com o morto na faixa de pedestre da Nossa Senhora de Copacabana e tentaram fechar a via, mas foram impedidos pela PM. O grupo também tentou usar pedras que estavam em uma caçamba de entulho, mas foram rechaçados pela polícia.
Policiais do 19º BPM (Copacabana), 23º BPM (Leblon) e de outras UPPs, como Vidigal e Chatuba, reforçaram o policiamento na região. Cerca de 100 deles subiram a comunidade. No início da manhã, PMs do Batalhão de Choque assumiram o policiamento nas imediações do acesso pela Rua Saint Roman.

A UPP do Pavão-Pavãozinho foi inaugurada há quase quatro anos. Segundo porteiros que trabalham em prédios próximos, o confronto teve início por volta das 3h. O segurança de um hotel na Avenida Nossa Senhora de Copacabana disse que a troca de tiros foi intensa. A recepção do estabelecimento chegou a ser trancada. Uma moradora de um edifício próximo afirmou ter ouvido até explosão de granada. Com medo, ninguém quis se identiciar.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

PM de UPP e noiva são baleados em São Gonçalo

O soldado da Polícia Militar Marc Borges Ferreira e a noiva dele, Yasmim dos Santos Lima, foram baleados no início da madrugada desta quinta-feira no bairro Coelho, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. O PM é lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio.

De acordo com o 7º BPM (São Gonçalo), o casal estava no carro do policial, na Rua Agnaldo Saturnino Rocha, quando foi rendido por um homem armado. O bandido havia desembarcado de um Peugeot azul, onde estariam outros marginais. Ele ordenou que as vítimas saíssem do veículo. O PM reagiu e houve troca de tiros. Os criminosos fugiram sem nada levar.

Mesmo ferido de raspão no joelho esquerdo, o policial conseguiu dirigir até o Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê, onde o casal foi socorrido. Yasmim foi baleada na perna e no braço esquerdo. Segundo o batalhão, eles não correm risco de vida.

Em depoimento na 74ª DP (Alcântara), onde a ocorrência foi registrada, o PM não soube informar se o criminoso foi ferido no confronto. (Extra/Redação)