Mostrando postagens com marcador guarda municipal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador guarda municipal. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Pedestre morre e PMs ficam feridos em tiroteio no Centro do Rio


Um pedestre morreu e dois policiais militares ficaram feridos durante uma tentativa de assalto ocorrida na manhã desta quarta-feira, no Centro do Rio. Segundo informações do 4º BPM (São Cristóvão), dois ocupantes de uma moto anunciaram o roubo a um PM do Batalhão de Choque (BPChq), na descida da Linha Vermelha. O policial reagiu. Houve tiroteio, que se estendeu por alguns metros, até a Avenida Francisco Bicalho, no trecho em frente ao Instituto Médico-Legal (IML).



Elivaldo Angelino Ribeiro, de 44 anos, foi atingido por uma bala perdida na testa quando atravessava a rua. Ele morreu no local. Ao lado do corpo, foi encontrada a marmita que ele carregava na mochila. O PM do BPChq, o sargento Givaldo Rodrigues de Oliveira, também ficou ferido na barriga. Já o suboficial do 9º BPM (Rocha Miranda) Paulo Araújo da Silva, que passava pelo local num Celta cinza, foi baleado de raspão na cabeça. Não há informações sobre o estado de saúde dos agentes, que estão no Hospital Central da corporação, no Estácio, Zona Norte da cidade.


O carro do suboficial foi perfurado por pelo menos um disparo, que atingiu o vidro traseiro. No trecho em que ocorreu o tiroteio peritos recolheram várias cápsulas. Por meio de redes sociais, testemunhas contam que ouviram ao menos vinte disparos.

Um guarda municipal, que preferiu não ser identificado, passava na região na hora do ocorrido. Ele contou que jogou seu carro, um Gol branco, em cima da calçada para tentar fugir dos disparos.

- Graças a Deus não aconteceu nada comigo. Foi tudo muito rápido. Só ouvi os disparos e a moto passando - contou.




O guarda foi ouvido por policiais da DH. Ele chegou a ir até a 17ª DP (São Cristóvão) para prestar depoimento, mas foi informado que seria ouvido no local do crime.

Por causa do tiroteio, uma faixa da Francisco Bicalho, na pista sentido Cidade Nova, ficou interditada. O local foi isolado para a realização da perícia. O corpo de Elivaldo já seguiu para o IML. (Extra/Redação)




sexta-feira, 6 de junho de 2014

Motoboys protestam no centro do Rio na manhã desta sexta


Motoboys fazem manifestação, na manhã desta sexta-feira, no Centro. O grupo, formado por cerca de 150 pessoas, fechou a pista central da Avenida Presidente Vargas, desde a altura da Prefeitura do Rio, na Cidade Nova. O grupo seguiu até a Candelária. Por meio de faixas e cartazes, eles chamam atenção para o "Movimento Periculosidade Já".

Carros da Polícia Militar e a Guarda Municipal acompanharam o protesto, que é pacífico. A manifestação na principal via do Centro causou um enorme congestionamento na Região Metropolitana. Ao longo da Avenida Presidente Vargas, motoristas encontram retenção. Uma dica para o motorista é utilizar o Largo do Estácio e a Rua Frei Caneca, que apresentam boas condições de tráfego.

A Avenida Francisco Bicalho também ficou lenta em toda a extensão e os reflexos chegaram à Avenida Brasil, na altura da Penha, na Zona Norte, e na Ponte Rio-Niterói, que apresentou lentidão desde a Grande Reta até as saídas para o Viaduto do Gasômetro e para a Rodoviária Novo Rio.
A categoria reivindica a sanção do projeto de lei 2865/11, de autoria do senador Marcelo Crivella, encaminhado à presidenta Dilma, que considera perigosa a atividade dos trabalhadores em motocicleta e garante à categoria o direito ao adicional de 30% sobre o salário. (O Dia/Redação)

terça-feira, 15 de abril de 2014

Polícia abre inquérito para investigar lideranças de prédio ocupado no Rio

A ocupação do prédio da Oi, no Engenho Novo, Subúrbio do Rio, foi tratada pelo prefeito Eduardo Paes como "invasão profissional", enquanto o governador Luiz Fernando Pezão chegou a afirmar que o tráfico de drogas se aproveitava da "balbúrdia" no local, reintegrado na última sexta (11). Agora, a ocupação virou caso de polícia. Neste domingo (13), a Polícia Civil informou, em nota, que instaurou inquérito para investigar a ocupação do terreno para "identificar as lideranças" do movimento. De acordo com o documento, representantes da empresa dona do terreno já foram ouvidos.
Os moradores, por sua vez, negam e dizem que não têm onde viver nem para aonde ir. Também neste domingo, cinco ex-ocupantes se reuniram com o secretário municipal de Assistência Social Adilson Pires e o secretário municipal de Habitação Pierre Batista. A reunião começou por volta das 10h40, após uma vigília com cerca de 300 ex-moradores em frente a sede da prefeitura, mas não foi nada decisiva. Vice-prefeito, Pires disse que o cadastramento das pessoas seria feito pela Guarda Municipal em São Cristóvão e que as pessoas teriam que se deslocar até lá — o que não foi aceito pelos ex-moradores.
"As pessoas que estão aqui querem que eu dê uma solução imediata, mas para amanhã eu não tenho casa para entregar. Então, é preciso fazer o cadastramento para ver o que vai ser feito", afirmou. A proposta, no entanto, desagradou moradores.
'Ninguém tira a gente daqui', diz líder
Um dos cinco líderes que foram recebidos por representantes do governo municipal declarou, no entanto, que os manifestantes não sairão da frente da Prefeitura. Ele informou que desejam que o cadastramento seja feito lá.

"Não estou entendendo porque não podem fazer o cadastramento aqui. Se chegar assistente social aqui, sou o primeiro a ajudar o pessoal a fazer fila e a ter calma para fazer o cadastramento. Ninguém vai tirar a gente daqui. E se tiver que usar a força, a gente vai usar. Pode chamar a polícia, pode chamar o que for, eu quero fazer o cadastramento aqui. Querem que a gente saia daqui por quê? Qual a intenção deles? Nós não vamos sair na força, nós vamos resistir", declarou um dos líderes, que diz se chamar Edi.
Agentes da Guarda Municipal da Tijuca, na Zona Norte, foram deslocados para a prefeitura para reforçar a segurança no local. De acordo com os manifestantes, cerca de 600 pessoas dormiram em frente à prefeitura após a reintegração de posse. Eles afirmaram que ficariam no local até que fossem recebidos por alguma autoridade municipal ou estadual e reinvindicam uma opção de moradia.
"Fomos tratados como se não fôssemos nada, a polícia retirou a gente sem nenhum cuidado. Vamos ficar aqui até sermos ouvidos por alguém, não temos onde morar. É um absurdo a situação que a gente está passando aqui. Tem criança e idoso deitado em sacos plásticos", declarou outra líder do movimento, Perla Soares, de 32 anos.
Outro participante do protesto é Carlos Alessandro, de 34 anos, que acampa no local com o filho de dois meses. "Fomos arrancados da nossa moradia da maneira menos adequada. Os policiais falaram para nós 'ou sai, ou sai'. Só deu tempo de pegar um ventilador e algumas sacolas. Eu tive que sair com a roupa do corpo. Meu filho tem dois meses, quem me ajudou a tirar ele com segurança foi a população", contou ele.
O prefeito Eduardo Paes disse no sábado (12) que três equipes de assistentes sociais da prefeitura estão cuidando do cadastramento das famílias. Segundo ele, 177 já foram cadastradas e a partir de agora será feita uma análise para que possam ser incluídas em projetos da prefeitura.
Reintegração
A Polícia Militar deu início à reintegração de posse do terreno por volta das 4h45 da sexta-feira. No local, ocupantes ergueram casas improvisadas durante 13 dias de ocupação. A ação da polícia começou pacífica. Moradores se reuniram atrás de um cordão de isolamento e saíram sem reagir.​

No entanto, a situação ficou tensa depois que alguns moradores começaram a atear fogo dentro do prédio, às 6h45. Em seguida, um confronto entre policiais militares e ocupantes provocou uma grande correria. A ação da polícia cumpre decisão judicial do dia 4, que determinou a saída das pessoas que ocupam o terreno da Oi.
No confronto com a PM, pelo menos 18 pessoas ficaram feridas, entre elas, 9 policiais militares e três crianças. De acordo com a polícia, 27 pessoas foram detidas —sendo 21 suspeitos de participar do saque ao supermercado. Destes, quatro foram presos. Às 13h27, entretanto, a maioria havia sido liberada, já que não houve flagrante.
Depois da reintegração, houve registro de depredações. Não se sabe se quem promoveu a depredação fazia ou não parte do grupo que ocupava o terreno. Quinze ônibus foram atingidos (quatro deles, queimados), outros três veículos foram incendiados (entre eles um carro da polícia) e pelo menos três agências bancárias foram depredadas. Um supermercado foi invadido e saqueado, e um veículo de uma emissora de televisão também foi atacado.
Barracos derrubados
Aproximadamente 1.650 policiais do 3º BPM (Méier), do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Batalhão de Choque (BPChq) foram mobilizados para a retirada dos ocupantes do imóvel. Os policiais anunciaram, por meio de um megafone, que os habitantes seriam levados em ônibus e caminhões para abrigos da prefeitura.

Segundo estimativa de moradores, até a noite de quinta-feira (10) havia cerca de 5 mil pessoas no local. Os moradores fizeram ligações clandestinas de energia elétrica e pegaram água das cisternas.
Pessoas que estavam no prédio alegaram que não têm condições de pagar aluguel. Por isso, teriam deixado comunidades como a do Jacarezinho, Rato Molhado e pontos da Baixada Fluminense para ocupar a área. (G1/Redação)

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Multas do lixo zero chegam amanha à Tijuca

Mais de 1.500 pessoas já foram multadas pelos agentes do Programa Lixo Zero em menos de três semanas. O projeto foi iniciado no dia 20 de agosto. Todos os bairros da Zona Sul já receberam o programa e na próxima terça-feira (24) é a vez da região da Tijuca.


O agente de limpeza urbana e conservação, Alcelino Amaro, e o guarda municipal Wellington Cardoso atuam na Tijuca, na região da Praça Saens Pena, desde junho com abordagens e simulações. Mesmo sem a aplicação de multas aos "sujões", eles contam que a população já se mostra mais atenta ao descarte do lixo e procura por informações constantemente.

"Nós estamos realizando simulações do Lixo Zero aqui no bairro. Abordamos as pessoas e informamos sobre o programa, incentivando uma conscientização maior de todos", conta o GM Wellington. Alcelino, da COMLURB, complementa: "mesmo sem as multas nessa região da cidade, já é possível identificar que existe menos lixo nas ruas. As pessoas inclusive nos procuram para se informar e até elogiar a abordagem das nossas equipes que circulam pelo bairro. Com o programa, queremos formar multiplicadores de bons exemplos".

Em relação a esses exemplos citados por Alcelino, um deles chamou a atenção dos garis: "uma senhora estava com sua filha conversando em um banco. Quando uma delas parecia jogar algo no chão, a outra logo interveio dizendo sobre o programa e que ela deveria procurar um cesto de lixo. Ao avistar o guarda municipal e o gari, ela se mostrou orgulhosa por ter ajudado. Acredito que a receptividade de todos tem sido muito boa de uma forma geral".

Segundo o GM Wellington, a melhor reação foi de uma outra senhora. "Ela jogou uma guimba de cigarro no chão e fiz a abordagem para realizar a simulação do Lixo Zero. Peguei os seus dados, passei algumas informações e, antes de ir, ela me disse que iria parar de fumar. Foi ótimo, pois o objetivo principal do programa é, de fato, levar um bem-estar maior a todos. Por isso, é fundamental que nós, guardas, os garis, e todos os demais funcionários da Prefeitura do Rio também façamos a nossa parte dando bons exemplos. O Lixo Zero deve funcionar de dentro para fora".



Resultado positivo em outros bairros

Segundo a Comlurb, desde o início do programa nas ruas, há um mês, a quantidade de lixo jogado pela população nas vias públicas dos bairros do Leblon, Ipanema, Lagoa, Gávea e Jardim Botânico teve redução na quantidade de sujeira foi de 42%. Em Copacabana, o impacto chega a 46%. No Centro, cujos principais pontos de abordagem foram as avenidas Rio Branco e Marechal Floriano, além das ruas México, Uruguaiana e Ouvidor, a queda foi de 50%.

Como funciona

Os agentes vão abordar infratores que jogarem lixo no chão e, por meio do CPF, o guarda municipal vai emitir o auto de constatação. Quem receber o auto deverá imprimir, via internet, o boleto de pagamento da multa. Caso o pagamento não seja feito, o nome da pessoa poderá ser inscrito no Serasa e no SPC.

Infratores que se recusarem a mostrar documentos poderão ser levados para a delegacia mais próxima.

O valor da multa varia de acordo com o tamanho do lixo descartado de maneira incorreta. Lixos que tiverem o tamanho máximo de uma lata de refrigerante custará R$ 157. Caso seja maior e chegue até 1m³, o valor cobrado será de R$ 392. Se ultrapassar 1 m³ o autuado terá que desembolsar R$ 980. A multa para quem descartar grande quantidade de entulho de forma irregular será de R$ 3.000.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Prefeitura inicia novo modelo de fiscalização


 A Secretaria Municipal deTransporte (SMTR) do Rio implementa na manhã desta segunda-feira, o novo modelo de fiscalização de transportes na Rodoviária Novo Rio. O objetivo da Prefeitura é garantir a qualidade e segurança do sistema de transportes aos milhares de usuários que passam pela Rodoviária Novo Rio todos os dias.
Pelo novo esquema, a SMTR terá fiscais diariamentwe, 24 horas, em quatro turnos, tanto na área de embarque quanto na área de desembarque. Os fiscais farão a verificação do sistema de táxis para garantir a qualidade do serviço e coibir ação de taxis piratas e também de táxis fantasmas no entorno da rodoviária. Além disso, as equipes farão vistorias nas linhas de ônibus urbanos municipais que passam pelo local.
A ação na Rodoviária Novo Rio será realizada em parceria com a Subprefeitura do Centro, a Guarda Municipal e Policia Militar. O novo esquema de fiscalização prevê ainda a instalação de novas câmeras de vídeo no entorno da rodoviária. Essas câmeras, uma parceria com a do concessionária Porto Novo, devem entrar em funcionamento no mês de maio e vão gerar imagens ao vivo para o Centro de Operações Rio (COR). As imagens também estarão disponibilizados para a administração da Rodoviária Novo Rio e a Polícia Militar. (O dia/Readação)

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Guarda Municipal expulsa agente que agrediu skatista em Madureira


A Guarda Municipal informou, nesta quinta-feira, que o agente que agrediu o skatista Sérgio Teles no Parque de Madureira, na Zona Norte, na noite da última quarta-feira, 26, já está afastado de suas funções e o processo de demissão da corporação já foi iniciado.


Segundo nota da Guarda Municipal, os integrantes da instituição, após verem as imagens do Parque Madureira, "repudiaram veementemente o comportamento do guarda, que não representa a instituição que tem como função estar ao lado do cidadão, colaborando para que os espaços públicos da cidade sejam cada vez mais democráticos e ordenados". De acordo com os skatistas, os guardas agiram com truculência e tentavam impedir que o skatista saltasse para fora da pista. (O Dia Online/Redação)


quinta-feira, 22 de março de 2012

Ordem Pública realiza demolição em Vargem Pequena

Uma operação realizada pela Secretaria Especial da Ordem Publica (Seop), com apoio de guardas municipais, nesta quinta-feira, 22 de março, demoliu um prédio irregular desocupado e em fase de construção na Estrada dos Bandeirantes, Lotes 17 e 18, em Vargem Pequena, na Zona Oeste da cidade. Participaram da operação 40 pessoas, entre: agentes da Seop, guardas municipais, garis da Comlurb, Seconserva, Defesa Civil e técnicos da Light, que contaram com o apoio de policiais militares. Uma retroescavadeira foi utilizada no trabalho de demolição.

A obra ilegal, com dois pavimentos destinados à 19 lojas (nove unidades no primeiro pavimento e 10 no segundo), já tinha sido embargada pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU) em julho de 2010. Desde essa data, o responsável pela construção recebeu recebeu autos de infração por não interromper a obra. Uma cópia do edital de demolição foi fixado no local em fevereiro de 2012. A construção sem licença não tinha projeto aprovado o que impedia inclusive uma avaliação quanto à segurança da estrutura, que invadia parte de área pública. (Seop/Redação)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Criança acha artefato suspeito de ser explosivo na Praia do Flamengo

Uma criança encontrou, na tarde desta quarta-feira (15), um artefato abandonado sob suspeita de ser explosivo na areia da Praia do Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. As informações são da assessoria da Guarda Municipal. De acordo com a Guarda Municipal, a criança chamou os guardas, que isolaram a área. O Esquadrão Anti-Bombas foi acionado para verificar se o artefato é ou não explosivo. (G1/Redação).

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Guardas Municipais entram em greve na próxima sexta

Os guardas municipais decidiram entrar em greve na próxima sexta (23), primeiro dia do Rock in Rio. Com um salário de R$ 800, eles reivindicam aumento de 50% no adicional de risco, elevação do piso para R$ 1.200 e reestruturação do Plano de Carreiras. Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores da Guarda Municipal, Rogério Chagas, a greve começa no Hemorio, com 70% do efetivo doando sangue, e segue por tempo indeterminado em pontos estratégicos da Cidade. (UGT/RJ / Redação)