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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Greve atinge hospitais federais do Rio e suspende atendimentos

Uma greve que atinge seis hospitais federais do Rio suspendeu cirurgias e procedimentos ambulatoriais considerados de baixa urgência. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (3).
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, Trabalho e Previdência Social do estado do Rio (Sindsprev-RJ), as reivindicações são: reajuste de 27%, equiparação da tabela salarial do INSS, incorporação da Gratificação de Desempenho da Previdência da Saúde e do Trabalho, garantia da jornada de 30 horas para todos os servidores do Ministério da Saúde, defesa do duplo-vínculo, concurso, condições de trabalho, inclusão dos médicos na carreira e fim das privatizações.
De acordo com o Sindsprev-RJ, a greve começou parcialmente no dia 7 de julho, no Hospital Cardoso Fontes. Desde semana passada, Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), Hospital de Ipanema, Hospital da Lagoa, Bonsucesso e o Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras (INC) aderiram a greve. (G1/Redação)

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Metroviários do Rio farão assembleia nesta terça-feira para votar greve

Uma assembleia dos trabalhadores do metrô do Rio, nesta terça-feira, às 18h30m, definirá se a categoria entrará em greve por tempo indeterminado. Em negociações com a concessionária Metrô Rio, desde o início do mês passado, os metroviários aprovaram um indicativo de paralisação na última semana diante da persistência de impasses sobre a pauta de reivindicações.

— Já ocorreram cinco encontros e não chegamos até um acordo. Temos o menor salário do Brasil apesar de sermos o segundo estado que mais transporta passageiros no sistema metroviário por dia, perdendo apenas de São Paulo — afirmou Heber Fernandes da Silva, presidente do Sindicato dos Metroviários do Rio (Simerj).

Ainda de acordo com o sindicalista, mais duas reuniões entre representantes do Simerj e do Metrô Rio deverão acontecer antes da assembleia dos metroviários que vai deliberar sobre a possível greve.

— Nossa pauta está centrada em plano de cargos e salários, bem como uma correção salarial de 15%, válida para cesta básica e cartão alimentação também. Queremos discutir, ainda, a defasagem de setores como pilotagem, manutenção e segurança — enfatizou Heber.

Questionada sobre a possibilidade de paralisação dos metroviários, a concessionária Metrô Rio informou apenas que a negociação com a categoria está em andamento. Atualmente, o sistema transporta quase um milhão de passageiros por dia.

Em São Paulo, após cinco dia de paralisação, a companhia de metrô anunciou a demissão de 60 metroviários grevistas. O movimento foi mantido pela categoria mesmo com a decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que no último domingo considerou a greve abusiva. (G1/Redação)



terça-feira, 27 de maio de 2014

Rodoviários do Rio ameaçam parar por tempo indeterminado

Na página do Facebook "Rodoviários unidos por um salário digno", os motoristas e cobradores do município do Rio de Janeiro anunciam uma assembleia para essa terça-feira (27), às 16h, na Candelária. Caso não tenham as reivindicações atendidas, eles ameaçam iniciar uma greve por tempo indeterminado. "Dia 27 acabou  a enganação! Sem aumento vamos fazer uma greve histórica por tempo indeterminado", diz o aviso na rede social. 

Maura Gonçalves, cobradora e integrante do grupo dissidente do sindicato que não aceitou o acordo salarial oficial, disse que o movimento "está no mesmo pique que antes" e que, antes da assembleia, vai se reunir no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para uma reunião com o órgão. Segundo ela, há boatos que o Rio Ônibus, o sindicato das empresas de ônibus, já foi recebido no TRT. A reunião não contará com a presença do sindicato das empresas nem dos rodoviários e será somente com o grupo dissidente. Até agora, os rodoviários que não aceitaram o acordo não foram recebidos pelo Rio Ônibus. 

No dia 20 de maio, quando houve a última assembleia do grupo, Hélio Teodoro, Luis Fernando Mariano e Luis Cláudio foram chamados à polícia para prestar depoimento. Maura revelou que ela também foi chamada, e irá na polícia , em outra data estratégica de reunião. Ela afirma que os dissidentes estão sendo processados por formação de quadrilha e danos ao patrimônio público, devido à depredação de ônibus. 
Maura relembra as ações movidas contra os trabalhadores pelo sindicato patronal, Rio Ônibus. A liminar que pleiteava a ilegalidade do movimento dos rodoviários foi negada no dia 9, na primeira paralisação, de 24 horas. Na segunda paralisação, de 48 horas, que começou no dia 13, outra liminar foi expedida, pedindo a garantia de 70% da frota de ônibus nas ruas. Nesse mesmo dia 13, os quatro dissidentes que estão liderando o movimento foram impedidos de participar das manifestações. A decisão dizia que eles estavam impedidos  de "promover, participar, incitar greve e praticar atos que impeçam o bom, adequado e contínuo funcionamento do serviço de transporte público". 
Para Maura, esse comportamento do Rio Ônibus mostra desespero com a força da luta dos trabalhadores. "Sabíamos que o Rio ônibus faria alguma coisa. Eles nunca viram, na história, a categoria tão mobilizada, ainda mais fora do sindicato. Os trabalhadores estão se unindo sozinhos, pelos seus interesses. Eles ficaram desesperados em ver isso", comenta a cobradora. "Durante a segunda paralisação, no primeiro dia deu 2 am, 4 am, não chegava nenhum rodoviário nas garagens. A categoria está no pique", completou ela. O assessor do Rio Ônibus não atendeu o JB até o fechamento desta matéria, assim como não respondeu ao e-mail enviado. 
 A negociação entre o sindicato dos rodoviários e das empresa não agradou a todos os profissionais. O acordo concedeu reajuste salarial de 10% e aumento do vale-alimentação de R$ 120 para R$ 150 com desconto de R$ 10. No entanto, a comissão de greve reivindica um reajuste salarial de 40% e vale-alimentação no valor de R$ 400, além do fim da dupla função do motorista, que também é cobrador, em algumas empresas. (JB/Redação)

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Saúde estadual entra em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira



Os servidores da Secretaria estadual de Saúde decidiram nesta terça-feira, em assembleia, iniciar uma greve por tempo indeterminado nesta quarta-feira. Entre as reivindicações, estão melhores condições de trabalho, reajuste de 100%, incorporação de gratificações e fim da administração de unidades por organizações sociais e fundações, consideradas formas de privatização pelo Sindsprev, sindicato da categoria. Haverá uma nova assembleia nesta quinta-feira, às 11h, na Rua México 128, no Centro do Rio. Em nota, a Secretaria estadual de Saúde informou que não há privatização na rede pública. Ainda segundo a pasta, na última segunda-feira, 20 servidores do Hospital Rocha Faria fizeram uma paralisação de duas horas, sem afetar o funcionamento da unidade. (Extra/Redação)

sexta-feira, 14 de março de 2014

Garis entram em greve e fazem manifestação em Niterói

Centenas de garis da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (Clin) fizeram uma manifestação, na manhã desta sexta-feira, na Praça Arariboia, nas proximidades das estação da Barcas, em Niterói. A categoria decidiu entrar em greve e pede por reajuste salarial de 25% sobre o salário-base: R$ 714.  Eles usam faixas e cartazes e abordam pedestres, informando sobre reinvidicações. Policiais militares do 12º BPM (Niterói) acompanham o ato, que segue até a prefeitura. Até o momento, não há registro de confusão.

Segundo a assessoria das Barcas, o protesto não atrapalhou o embarque de passageiros, já que a estação está desativada para obras no trecho. Em assembléia realizada na tarde desta quinta-feira, a categoria não aceitou a proposta apresentada pela direção da Clin, que foi de 16%, sendo metade agora e os outros 8% em janeiro de 2015.

De acordo com a assessoria da prefeitura de Niterói, uma comissão de fucionários da Clin foi recebida na tarde de quinta-feira pela presidente da empresa, Claudia Neves, e pela secretária de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa. A comissão entregou um documento com as reivindicações. A direção da empresa pediu um prazo de 72 horas para dar um posicionamento sobre a pauta, o que foi aceito pela maioria dos funcionários em assembleia. Mesmo com o encontro, parte dos funcionários decidiu aderir à paralisação. A Clin ainda não se pronunciou sobre o número de garis que não estão trabalhando.

Por volta das 10h, os garis chegaram na sede do município, que fica na Rua Visconde de Sepetiba, onde ocupam uma faixa da via. A opção para os motoristas é a Rua Visconde de Itaboraí. Além do reajuste, a categoria também quer o aumento do vale refeição, de R$12 para R$20.

Os garis denunciam o descumprimento de contrato de trabalho, onde não obriga que eles trabalhem mais de um domingo por mês. “Atualmente, temos que trabalhar dois ou até três domingos, para termos direito a uma folga. Além disso, somos forçados a trabalhar além de 8 horas aos sábados”, afirma o gari Luiz Carlos Rocha. (ODia/Redação)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Funcionários dos Correios, no Rio, decidem entrar em greve

Os funcionários da Empresa de Correios e Telégrafos do Rio (ECT) decidiram em assembleia esta noite entrar em greve por tempo indeterminado. Os servidores, que têm data-base este mês, não aceitaram a proposta da empresa de aumento de 5,27%, abaixo da inflação anual, de 6,27%, medida pelo Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA).

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Correios e Telégrafos do Rio (Sintect-RJ), Marcos Sant'Aguida, “Os 5,27% de aumento que os Correios apresentaram está bem abaixo da inflação. A inflação é direito, e nós queremos o aumento real do salário”, disse. “Na reunião [ontem (10)], nós falamos que caso a empresa não apresentasse uma nova proposta, nós iríamos entrar em greve”, completou.

O sindicalista disse ainda que além de reivindicar melhores salários, a categoria busca o fortalecimento da empresa. "Queremos que tenha uma entrega ampla em todo o território nacional, mais trabalhadores, mais infraestrutura de transporte e mais atendimento ao público. Nós colocamos 62 itens na reunião com os Correios”.
Em nota, os correios informaram que estão em processo de negociação do acordo coletivo de trabalho com as entidades sindicais e continuam abertos ao diálogo, não havendo, portanto, justificativa para a paralisação. “A empresa ofereceu reajuste de 5,27% sobre os salários e benefícios. Este índice, somado à progressão anual concedida no ano passado, equivale ou ultrapassa os índices inflacionários do período, impedindo perdas aos trabalhadores”.
Ainda segundo os Correios, “estamos adotando uma série de ações preventivas para garantir a prestação de serviços à população em caso de paralisação parcial dos trabalhadores, como mutirão e contratação de pessoal para entrega de correspondência nos finais de semana para atender à população".
Os grevistas estão concentrados no Centro de Tratamento de Encomendas, em Benfica, zona norte, setor responsável pela distribuição dos objetos postais. O lugar é estratégico, porque dali saí as principais encomendas do Rio, como o Sedex 10, que tem de ser entregue até as 10 horas da manhã diariamente.
Os sindicalistas estão formando piquete em Benfica a fim de impedir a saída dos veículos com malotes de encomenda para entregar nesta quinta-feira (12). A categoria já programou uma assembleia para amanhã às 10 horas.(JB/Redação)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Em decisão unânime, policiais federais decidem manter greve por tempo indeterminado



Os policiais federais, papiloscopistas e escrivães da Superintendência da Polícia Federal, após assembleia realizada nesta terça-feira, decidiram, por decisão unânime, manter a greve. Com 56 dias de duração, agora ela irá permanecer ativa por tempo indeterminado.

No entanto, as categorias vão acatar o pedido do Superior Tribunal de Justiça de manter um percentual mínimo de policiais para garantir o funcionamento de algumas atividades essenciais prestadas pela PF. Entre elas, está a emissão de passaportes.

Outro acordo estabelece que as atividades serão mantidas durante as eleições, no dia 7 de outubro, próximo domingo. Mas a comissão que está à frente da greve ainda precisa negociar o número de policiais que ficarão à disposição para trabalhar durante o período eleitoral. A decisão deve ser tomada nesta quarta-feira, na sede dos Sindicados dos Servidores do Departamento  da Polícia Federal no Estado do Rio de Janeiro.(JB/ Redação)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Quase metade das agências do Rio aderiram à greve dos bancários


A greve dos bancários, no Rio, pegou muita gente de surpresa e criou problemas para quem precisava de atendimento em alguma agência. Grande parte das 1.340 agências (cerca de 40%) na cidade aderiu ao movimento grevista.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários do Rio, Almir Aguiar, a maior parte dos estabelecimentos do Centro está fechada. Os bancários exigem um reajuste salarial de 10.25%. Eles também solicitam uma maior participação nos lucros, um piso salarial de R$ 2.416,38 e reestruturação dos benefícios. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou uma contraproposta aos pedidos dos bancários, com um reajuste de 6%, para a correção do salário, piso, benefícios e a participação nos lucros. No entanto, a oferta acabou sendo recusada, e não há previsão de término da greve. (JB/G1/ Redação)

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Setor de Inteligência da Polícia Federal adere à greve e operações ficam paralisadas


A greve da Polícia Federal do Rio, que já dura 37 dias, agora se expandiu ao setor de inteligência. Para não ficar completamente paralisada, apenas 30% do efetivo da PF está trabalhando em serviços considerados essenciais, como emissão de passaportes urgenciais e escolta de presos perigosos.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Telmo Correa, a adesão do restante do contingente dá mais força à greve. O setor de inteligência é responsável pelas escutas telefônicas e operações de combate aos crimes financeiros. Com isso, todas as investigações em andamento ficaram comprometidas. 

Os escrivães, papiloscopistas e agentes da PF pedem reestruturação da carreira, equiparação salarial a cargos como auditor da Receita Federal e de oficial da Agência Brasileira de Inteligência e realização de novos concursos públicos.

Eles não aceitaram o reajuste de 15,8% do salário proposto pelo governo. De acordo com Correa, a questão não é o aumento salarial, e sim o reconhecimento das atribuições que eles exercem. (R7/ Redação)

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Greve de agentes federais do Rio é mantida, e atividades no Estado permanecem paradas


Desde o dia 7 de agosto os agentes federais do Rio estão em greve. Tudo indicava que ela poderia acabar nesta segunda-feira. Mas pelo rumo que tomou a assembleia, a greve irá continuar por algum tempo, agora sem data definida para acabar.Os grevistas reivindicam a reestruturação das carreiras de agentes, papiloscopistas e escrivães para nível superior, a exemplo das de delegados e peritos federais. É exigido nível superior para entrar na PF, mas essas carreiras são consideradas de nível médio.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Federal no estado do Rio de Janeiro, Telmo Correa, os agentes entraram com uma ação para impedir que não haja corte na folha de ponto dos faltosos, além de serem preparadas ações diárias para intensificar a paralisação.

Dessa forma, não há expectativa de retorno das atividades da PF no estado, que possui mais de 1.300 homens. Cerca de 700 deles somente na sede da Superintendência da Polícia Federal, na Praça Mauá.

Oito delegacias especializadas da PF no Rio estão com as atividades praticamente paralisadas, com os inquéritos sem dar andamento nas investigações e com apenas 30% do efetivo trabalhando para manter os serviços essenciais.Nesta quarta-feira (5), os grevistas pretendem realizar a queima simbólica de seus diplomas de nível superior, em frente à sede da Superintendência da PF.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Após fim da greve dos professores, UFRJ anuncia data de reposição das aulas


Depois de anunciar o fim da greve dos professores na última sexta-feira (31), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) divulgou oficialmente a data de reposição das aulas do primeiro semestre. As atividades de ensino serão retomadas no dia 10 de setembro. Serão, ao todo, cinco semanas de aula, inclusive nos sábados, com duas horas a mais de aula todos os dias. A medida serve para compensar os mais de três meses perdidos com a greve.

Já as aulas do segundo semestre terão início somente a partir de outubro, com data ainda a ser definida. Dessa forma, o calendário para este semestre deverá ser totalmente modificado, com reposições durante o período de férias, mas ainda não há um anúncio oficial da UFRJ. Esta foi considerada a maior greve na instituição dos últimos 10 anos, com mais de três meses de paralisação. (G1/ Redação)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Polícia Federal no Rio volta a emitir passaportes na quinta-feira


O serviço de emissão de passaportes no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio, voltará a funcionar normalmente a partir de quinta-feira, 16. A notícia foi dada pela chefe do setor, Débora Pimentel. O serviço opera parcialmente desde a semana passada, por causa da adesão à greve dos policiais federais. Normalmente, o setor atende a  450 pessoas por dia, mas no período de greve o número caiu para 100.

O presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Rio, Telmo Correa, acredita que a greve deve ganhar maior adesão caso a rodada de negociações com o governo federal, marcada para quarta-feira, 14, seja mal sucedida. “Com certeza, com o governo intransigente como está, teremos que optar por uma greve geral por tempo indeterminado”, alertou. Os agentes federais fizeram na última segunda-feira, 13, uma manifestação em frente à sede da Polícia Federal. (UOL Notícias/Redação)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Professores da UniverCidade e Gama Filho entram em greve

A fusão entre a Universidade Gama Filho e a UniverCidade, que tem a gestão administrada pelo grupo Galileo Educacional, tinha a intenção de criar a segunda maior potência do ensino superior do Rio. Mas a instituição que nasceu com 34 mil graduandos em 16 unidades, vem enfrentando uma série de dificuldades afetadas pela má gestão, segundo denúncias de professores e alunos. Depois de demitir cerca de 300 funcionários e fazer reajuste de mensalidade considerado abusivo pela Justiça, o Galileo Educacional agora enfrenta uma greve de professores, que dizem estar sem receber desde dezembro.
- Estamos em estado de greve há três dias. Batemos o cartão e entramos na sala, mas não estamos dando aula. Não vejo pagamento há quatro meses. O 13º dos últimos anos também está em atraso. Os alunos estão pagando uma mensalidade caríssima por um ensino totalmente deficiente. Dá tristeza ver o que está acontecendo. Parece que a administração quer desmantelar a universidade - diz um professor da Gama Filho que não quer se identificar.
De acordo com a estudante do campus de Ipanema da Univercidade Flávia Pereira, a falta de pagamento dos professores é apenas um dos problemas.
- Esse grupo está afundando as duas instituições (Univercidade e Gama Filho). A faculdade está um lixo. Não se vê mais faxineiras. Papel higiênico virou artigo de luxo. Estamos jogados nas salas podendo ser assaltados a qualquer momento pois até a segurança foi cortada - relata Flávia Pereira. (OGlobo/Redação)

sexta-feira, 30 de março de 2012

Greve dos rodoviários chega à Baixada Fluminense e já atinge 21 cidades do RJ

A greve de ônibus na Região Metropolitana chegou aos municípios da Baixada Fluminense. O sindicato que representa os rodoviários da Baixada, Centro-Sul Fluminense e outras cidades do interior decidiu entrar em greve nesta sexta-feira, 30. O grupo reivindica aumento salarial de 16%, e de 50% na cesta básica. A greve também atinge Nilópolis, São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Paracambi, Seropédica, Itaguaí, Miguel Pereira, Mendes, Rio das Flores, Mangaratiba, Engenheiro Paulo de Frontin, Paty dos Alferes e Vassouras. Mais de 3 milhões de pessoas foram afetadas por conta das paralisações na Baixada e Região Metropolitana.
Faixa exclusiva de ônibus vazia. (O Dia)
A greve de rodoviários da Baixada Fluminense levou a Supervia a alterar a rotina da empresa nas estações. Em nota, a concessionária informou que está preparada para atender a possivel ampliacão da demanda de passageiros. No Terminal Rodoviário João Goulart, em Niterói, houve apitaço dos grevistas. O Departamento Estadual de Transportes Rodoviários (Detro) reforçou fiscalização nos municípios afetados pela greve. O órgão informou que os manifestantes cumpriram a exigência judicial de manter 40% da frota circulando. Fiscais passaram o dia nas ruas verificando se as vans intermunicipais estavam cobrando o valor certo da passagem, como forma de prevenir abusos. A greve aumentou em 19% o número de passageiros das barcas linha Charitas-Praça 15, mas reduziu o número de usuários em Arariboia.
Nesta sexta à tarde, 30, haverá audiência entre empresários e sindicalistas no Tribunal Regional do Trabalho. Para o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj), a greve tem conotação política, pela proximidade das eleições no sindicato dos rodoviários. (O Dia Online/Redação)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Operários fazem manifestação em frente ao Maracanã

Funcionários participam de manifestação (O Globo Online)

Cerca de 500 operários responsáveis pelas obras do Maracanã, na Zona Norte do Rio, fizeram na manhã desta quarta-feira uma manifestação em frente ao portão de entrada do estádio que receberá a final da Copa do Mundo de 2014. Após uma assembleia, os trabalhadores decidiram não entrar em greve. De acordo com presidente do Sindicato da Construção Pesada, Nilson Goti, o grupo terá suas reivindicações atendidas, entre elas um reajuste de 10,5% nos salários. "Pelo acordo fechado, os 4 mil trabalhadores receberão aumento de 10,5%. A hora extra aos sábados vai passar de 70% para 100% e cesta básica de R$ 180 para R$ 230. Além de plano de saúde a custo zero e estabilidade de um ano para a comissão de fábrica", disse Goti. "E, a partir de hoje, trabalhador que for demitido, não será mais descontado dos dias em greve no ano passado", finalizou o presidente do sindicato.
Os operários paralisaram as obras do estádio no início da manhã. Acompanhados por um carro de som, eles reivindicavam reajuste salarial e outros benefícios e garantiam que não queriam cruzar os braços. (O Globo Online/Redação)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Cabral antecipa aumento de 39,4% para as forças de segurança

O governador Sérgio Cabral definiu as novas regras para o aumento salarial das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros e dos agentes penitenciários. No total, os profissionais receberão reajuste de 39,4% para o biênio 2012/2013. "Vamos antecipar o calendário, mandando uma mensagem no dia 1º de fevereiro à Assembleia Legislativa", disse Cabral.
Cerca de 5 mil protestaram na praia de Copacabana no domingo. (Guto Maia/Folhapress)
Ameaça de greve
A medida foi uma resposta à manifestação acontecida no último domingo, 29, na orla de Copacabana, na Zona Sul da cidade. Cerca de 5 mil pessoas se reuniram no protesto que mobilizou policiais civis, militares e bombeiros. O deputado estadual Wagner Montes (PSD) esteve presente e foi muito festejado pelos manifestantes. Segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sinpol-RJ), as categorias reivindicam melhores condições de trabalho e reajuste salarial. Os manifestantes das três categorias ameaçaram entrar em greve no próximo dia 10 de fevereiro caso as reinvindicações não fossem atendidas (MetroRio/Redação).

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Guardas Municipais entram em greve na próxima sexta

Os guardas municipais decidiram entrar em greve na próxima sexta (23), primeiro dia do Rock in Rio. Com um salário de R$ 800, eles reivindicam aumento de 50% no adicional de risco, elevação do piso para R$ 1.200 e reestruturação do Plano de Carreiras. Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores da Guarda Municipal, Rogério Chagas, a greve começa no Hemorio, com 70% do efetivo doando sangue, e segue por tempo indeterminado em pontos estratégicos da Cidade. (UGT/RJ / Redação)