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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Oficina de grafite gratuita no Sesc Campos

O Sesc Campos promove entre os dias 13 de janeiro e 27 do mesmo mês uma oficina de grafite gratuita, com classificação mínima de 14 anos.

Os alunos interessados entrarão em contato com a arte do grafite, suas técnicas, materiais e estilos.
O cronograma do curso abrange palestra inicial com bate-papo, exibição de vídeos, técnicas e história do grafite, noções básicas de desenho e aulas práticas com nomes do grafite brasileiro. (Catraca/Redação)

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Carrinhos de Jardinagem se transformam em biblioteca no Jardim Botânico

Durante o mês de outubro, dois carrinhos de jardinagem com livros e revistas estacionam no Jardim Botânico. Trata-se do projeto Leia Verde no Jardim Botânico. Os títulos poderão ser lidos no próprio jardim ou podem ser emprestados, ou até mesmo doados.
Dois monitores permanecem no local para dar informações e orientações ao público sobre o projeto.  As publicações receberão carimbos informando se estão disponíveis apenas para consultas ou se podem ser levados pelos interessados.
O projeto visa incentivar, entre os visitantes e frequentadores, a leitura de publicações sobre temas relacionados ao meio ambiente. A ideia é promover a educação ambiental.
Os carrinhos ficam até 31 de outubro, nas segundas-feiras das 11h às 16h, e de terça a domingo, das 9h às 16h. (Catraca/Redação)

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Pátio Alcântara promove 2ª Feira de Livros

Com o objetivo de incentivar a leitura, o Shopping Pátio Alcântara promove até 31 de outubro, das 9h às 21h, a Feira de Livros, com opções de publicações infantis e infanto-juvenis.

No estande estarão à venda cerca de 10 mil sinopses, das mais diversas obras literárias, como romance, clássicos, culinária, arte e edições infantis com preços a partir de R$1. Além de dinheiro, o cliente poderá pagar com cartão de crédito ou débito.
O objetivo principal do evento é despertar a paixão pela leitura e levar cultura à região, expandindo o interesse do leitor para diversos temas e gêneros literários.
O evento acontece de segunda a sábado, das 9h às 21h e ficará localizada no segundo piso do shopping. (Catraca/Redação)

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Galpão Bela Maré recebe 3ª edição da exposição Travessia

A exposição Travessia – Arte Contemporânea na Maré, chega a terceira edição. O evento será realizado no Observatório de Favelas, fica em cartaz de 23 de agosto a 16 de novembro no Galpão Bela Maré e tem entrada franca.

A mostra contará com trabalhos inéditos e de acervo dos artistas Barrão, Dora Longo Bahia, Sandra Kogut, Mauro Restife, Jonathas de Andrade, Cao Guimarães, Luiz Zerbini e dos fotógrafos do Imagens do Povo. A organização curatorial é de Daniel Senise.

A proposta de integrar criações artísticas de linguagens múltiplas – audiovisual, pintura, instalação, fotografia, objetos – e gerar um espaço de diálogo, de circulação democrática de informações e novas possibilidades de pensamento no Complexo da Maré, com a participação ativa da população local, é a mola propulsora do Travessias – Arte Contemporânea na Maré.
Para potencializar as reflexões e trocas de experiências sobre a arte e a complexidade dos territórios físicos e simbólicos que se entrecruzam no ambiente urbano, o Travessias promove uma série de debates no decorrer da mostra de arte. Os encontros reúnem artistas, acadêmicos, gestores públicos, ativistas e jornalistas com o intuito de aguçar o pensamento e criar um ambiente fértil de discussão entre os moradores da Maré, os visitantes e os artistas. Além da mostra, o Travessias 3 inclui série de debates (seminário se estende até o final da exposição: 16 de novembro) e programa educativo para escolas e estudantes. (Catraca/Redação)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Maiores nomes da Street Art do mundo na Caixa Cultural, no Rio

Reunindo os nomes mais atuais da Street Art, a Caixa Cultural do Rio de Janeiro apresenta a partir de 2 de Agosto,  a exposição “Street Art – Um panorama urbano” cuja curadoria de Leonor Viegas apresenta uma diversidade de artistas, técnicas e estilos - estêncil, pôster, colagem, instalações, vídeo-artes, entre outras. No dia 2 de agosto, a exposição terá uma visita guiada, às 15h. 
 Trabalhos do inglês Banksy, dos franceses Jef Aerosol e Rero, dos italianos Pixel Pancho e da dupla StenLex, dos irmãos americanos HowNosm, dos portugueses  ±MaisMenos± e Vhils, dos brasileiros Herbert Baglione e Nunca, serão expostos na galeria 4, com entrada franca para visitação de terça a domingo das 10h às 21h, até o dia 12 de Outubro. Após esta data, a exposição segue para Brasília. (JB/Redação)

terça-feira, 22 de julho de 2014

Chega ao Rio de Janeiro o Festival Anima Mundi


Anima Mundi é o Festival Internacional de Animação do Brasil! Um evento que visa informar, formar, educar e entreter utilizando as infinitas possibilidades da linguagem de animação.


Repetindo o sucesso de 2013, o Anima Mundi desembarca na Fundição Progresso pra celebrar sua 22ª edição!

O maior festival de animação das Américas vem com sua tradicional seleção de filmes, além de atrações como as Oficinas do Estúdio Aberto, o Anima Forum, as Masterclasses, o Anima Business, os Papos Animados... Ufa! É muita coisa pra aproveitar, vai se programando!

Queremos ver todos lá! Chame a família, colegas, amigos, todo mundo! 

E, por enquanto, siga-nos nas redes sociais e acompanhe nosso blog. Só assim você pode curtir o melhor da animação nacional e internacional e ainda ficar ligado nas últimas novidades sobre o festival. 

Libere seu lado animaníaco!


Locais: 

- Fundição Progresso - R. dos Arcos, 24 – Centro;
- Centro Cultural Light - Avenida Marechal Floriano, 168 – Centro;
- Espaço Itaú de Cinema Botafogo - Praia de Botafogo, 316 – Botafogo; e
- Oi Futuro Ipanema - Rua Visconde de Pirajá, 54/3º andar – Ipanema.


Ingresso: 

R$ 10,00 (meia entrada: R$ 5,00)


Programação: 



Atividades:

- Filmes 
Este ano nossa programação de filmes está demais, com um nível poucas vezes visto nesses 22 anos. Serão aproximadamente 525 produções - 141 brasileiras - espalhadas por 14 categorias, competitivas ou não. Ao fim de cada sessão, o público é convidado a votar nos filmes que foram vistos e ao fim do festival serão concedidos prêmios populares aos mais bem cotados.

- Estúdio Aberto 
São sete oficinas gratuitas e instantâneas com diferentes técnicas de animação, desde o histórico Zootrópio e o desenho direto na película, até diversas variações do stop motion usando o software livre MUAN. Muita gente que hoje vive de animação teve seu primeiro contato com a arte aqui. Quem sabe o que pode acontecer? ;)

- Anima Forum 
Um dos maiores encontros entre profissionais da área em todo o mundo, a oitava edição de Anima Forum reúne quem imagina, produz e distribui - tudo no mesmo lugar. Com as conferências, as Masterclasses e o Anima Business o evento discute diferentes pilares da produção de uma animação, além de questões internas do mercado nacional e possibilidades de coprodução com parceiros estrangeiros. É uma semana em que todos nos juntamos para entender e aprender as mais novas tendências da animação internacional. Mestres e aprendizes lado a lado! 

- Masterclasses 
Nas masterclasses do Anima Mundi, os convidados internacionais do festival apresentam detalhadamente os seus processos de trabalho para profissionais e estudantes de animação. Este ano, os convidados são Simon Otto, Chris Landreth e Eric Goldberg! Quer mais o quê?

- Papo Animado
Esse é o espaço onde você pode trocar ideias com os mestres. Os convidados do Anima Mundi apresentam seus trabalhos, os comentam e passam o bastão pro público que participa fazendo perguntas. É uma chance única de trocar experiências com seu ídolo, imagina só!


Siga o ANIMA MUNDI e fique por dentro de tudo!

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Exposição da ONU sobre escravidão em cartaz no Museu da Justiça

O Museu da Justiça do Rio de Janeiro promove a exposição “Forever Free- Livres para Sempre”, sobre a história do tráfico de escravos no mundo, em cartaz até o final de setembro e com entrada gratuita.

A mostra é composta por um conjunto de painéis do Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Também integram a exposição documentos históricos referentes à libertação de escravos entre os anos de 1838 e 1886, e objetos do século XIX, pertencentes ao Museu do Negro, da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos. (Catraca/Redação)

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Aberta as inscrições para o Enem 2014

Estão abertas as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014. Até o dia 23 de maio, às 23h59, qualquer estudante de ensino médio poderá se inscrever no site para prestar as provas nos dias 8 e 9 de novembro.
A taxa de inscrição é de R$ 35, e o pagamento do boleto deve ser feito até o dia 28 de maio. Ficarão isentos da taxa todos os estudantes de escola pública e alunos que comprovarem ter renda familiar mensal inferior a R$ 1.086. (Catraca/Redação)

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Em paralisação, professores do RJ fazem assembleia e debatem greve

Professores das redes municipal e estadual de ensino do Rio de Janeiro fazem uma paralisação de 24 horas, nesta quarta-feira (7). Segundo o Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino (Sepe-RJ), além das reivindicações de aumento salarial e melhores condições de trabalho, os professores reclamam de acordos não cumpridos pelos governo do Estado e prefeituras. O Sepe-RJ também marcou para a tarde desta quarta, no Clube Municipal, na Tijuca, na Zona Norte do Rio, uma assembleia para discutir a possibilidade de greve da categoria.
As secretarias municipal e estadual de Educação ainda faziam por volta das 9h um levantamento dos estabelecimentos que aderiram à paralisação.
Segundo o Sepe-RJ,  os governos estadual e municipal não cumpriram compromissos firmados junto ao STF, em outubro de 2013, como a implementação da Lei Federal do 1/3 da carga horária para planejamento fora da sala de aula, instituída para todos os professores pela lei que criou o piso da Educação Nacional.
As reivindicações conjuntas - para estado e município - englobam: plano de carreira unificado, reajuste linear de 20% com paridade para os aposentados, autonomia pedagógica, 30 horas para os funcionários administrativos, eleição direta para diretores, equiparação salarial da categoria, reconhecimento do cargo de cozinheira  e 15% de reajuste entre níveis.
Mas segundo informações da Secretaria estadual de Educação (Seeduc), as reivindicações não podem ser as mesmas para estado e município. A Seeduc cita por exemplo, que  no estado não há eleições para diretores de escolas, como reivindica o Sepe-RJ, e que o cargo é preenchido por uma processo seletivo. O governo do estado propõe um aumento de 8% nos salários, mas depende de aprovação da Assembleia Legislativa (Alerj).
Quanto à demanda de equiparação salarial dos professores, a Seeduc informa que a rede estadual do Rio paga, atualmente, R$ 16,90 pela hora-aula. Valor maior do que a hora-aula em São Paulo (R$ 15,80), no Espírito Santo (R$ 9,80) e em Minas Gerais (R$ 11,80). A secretaria diz que também os novos servidores têm ainda auxílio-transporte (entre R$ 63 a R$ 120/mês), auxílio-qualificação (bônus anual de R$ 500), auxílio-alimentação (R$ 160 mensais) e auxílio-formação para professores regentes de turma em  parceria consórcio Cederj (R$ 300 mensais).
Ainda de acordo com a assessoria da Seeduc, o secretário se reuniu na terça-feira (29) com o Sepe-RJ e informou aos sindicalistas que haverá reajuste com aumento real este ano. Já em referência à redução da carga horária para funcionários, a secretaria ratifica posição do STF, de que não pode reduzir carga horária sem reduzir salários.
Quanto ao enquadramento por formação para funcionários administrativos, há uma análise na Procuradoria Geral do Estado (PGE) dos casos que têm a ver com a área em que atuam. O grupo de trabalho acordado junto ao Supremo já está em funcionamento, tanto que a próxima reunião será no dia 12.  Mas o Sepe, segundo a Seeduc, se recusaria a participar devido ao fato de o outro sindicato da categoria, a UPPEs, fazer parte. (G1/Redação)

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Senai oferece mais de 3.000 vagas para cursos gratuitos

O Senai Rio está com inscrições abertas para 3.145 vagas gratuitas em cursos técnicos, oferecidos através do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego). Os alunos das escolas estaduais que estejam cursando o 2º ou 3º ano do Ensino Médio poderão se inscrever até o dia 10 de julho para o processo seletivo.
As inscrições deverão ser feitas no site da Secretaria de Estado de Educação (www.rj.gov.br/web/seeduc), que também ficará responsável pela seleção dos candidatos. O processo seletivo levará em conta o desempenho escolar dos alunos. No primeiro semestre, foram oferecidas 3.795 oportunidades em cursos técnicos gratuitos.
As oportunidades neste segundo semestre são para os cursos técnicos em Administração (Jacarepaguá, Niterói), Alimentos (Vassouras), Automação Industrial (Benfica, Duque de Caxias, Itaguaí, Macaé), Comunicação Visual (Maracanã), Construção Naval (Niterói), Eletrônica (Benfica, Nova Iguaçu), Eletrotécnica (Campos, Niterói, Nova Iguaçu, Paciência, Petrópolis, Tijuca), Informática (Maracanã), Logística (Niterói), Manutenção Automotiva (Tijuca), Mecânica (Benfica, Itaguaí, Macaé, Niterói, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Paciência, Petrópolis, Resende, Três Rios), Metalurgia (Maracanã-Unidade Solda), Petróleo e Gás (Benfica, Campos, Niterói), Programação de Jogos Digitais (Maracan), Refrigeração e Climatização (Benfica) e Segurança do Trabalho (Barra Mansa, Duque de Caxias, Maracanã-Unidade Solda, Niterói, Nova Friburgo, Paciência, Resende, Volta Redonda).
As aulas no Senai estão previstas para iniciar nos meses de agosto, setembro e outubro e serão ministradas de segunda à sexta, nos turnos da manhã, tarde e noite, dependendo do curso e da unidade escolhida. Os cursos técnicos com Diploma de Técnico de Nível Médio, oferecem teoria e prática em oficinas e laboratórios que reproduzem o ambiente real das indústrias. Mais informações sobre as vagas do Senai no Pronatec também podem ser consultadas em www.vocenaindustria.com.br.(Senai/Redação)

terça-feira, 1 de abril de 2014

Light reabre sala Di Cavalcanti, com cinco painéis do artista

A Light dará um grande presente para os admiradores da arte brasileira. A partir de hoje, 01, a empresa reabre para o público a sala Di Cavalcanti, no Centro Cultural Light, onde estão expostos cinco painéis do artista (quatro originais e uma réplica, cujo original pertence a uma galeria de São Paulo) que representam a obra “Composição Rio”, um retrato da relação do Rio de Janeiro com a imprensa. Os quadros foram comprados, em 1971, pelo então Presidente da Light, Antonio Gallotti, junto ao jornalista Samuel Wainer, diretor do jornal Última Hora, extinto no mesmo ano. As pinturas foram encomendadas para comemorar o primeiro aniversário do Última Hora, fundado em 12 de junho de 1951. 
Um ano depois, passaram a compor o cenário do prédio de quatro andares do jornal, situado na Av. Presidente Vargas, próximo à Praça Onze. Em 1954, foram transferidos para a segunda sede da redação, na Rua Sotero dos Reis, na Praça da Bandeira. 
“A reabertura desta sala homenageia um dos mais importantes artistas da cultura brasileira. Além da exposição desta importante obra, prestamos uma merecida homenagem a um antigo colaborador da Light: no final dos anos 20, era possível ver o talento de Di Cavalcanti em desenhos publicados na Revista Light, onde destaca passageiros, condutores e motorneiros dos antigos bondes”, conta Paulo Bicalho, Gerente do Centro Cultural Light. 
A Sala Di Cavalcanti ficará aberta durante o funcionamento do Centro Cultural Light, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h, na Av. Marechal Floriano, 168 – Terréo. No novo espaço, com temperatura controlada para preservar as obras, ainda há um balcão com versões táteis das telas, o que permite a percepção dos traços do artista por deficientes visuais. 
Composição Rio 
Os cinco painéis de “Composição Rio”, cada um medindo 1,55m x 2,40m, foram pintados no primeiro semestre de 1952, em óleo sobre tela, e retratam o dia-a-dia da redação da imprensa e sua relação com o Rio de Janeiro, em cores predominantemente quentes (vermelho, amarelo e laranja), como se retratassem uma reportagem sobre a cidade. A obra foi toda desenvolvida em uma casa situada na Praia de Botafogo. O pintor Athos Bulcão, renomado artista que também colaborou em importantes obras de Cândido Portinari (Igreja da Pampulha, MG) e de Oscar Niemeyer (construção de Brasília), ajudou Di Cavalcanti na execução dos quadros. 
Em 2001, os painéis foram restaurados pela experiente técnica Magaly Oberlaender, que chefiou, durante 16 anos, a Seção de Conservação e Restauração do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA). Em um dos quadros, Di Cavalcanti enfatiza a passagem do tempo e da velocidade do cotidiano, com representações do sol e da lua, de trabalho e descanso, além da ação comum de se ler um jornal. Em outro, o pintor mostra temas de notícias e suas relações com os acontecimentos da cidade: o futebol, o trabalhador, as festas, a igreja, as corridas de cavalo, entre outras atividades corriqueiras. Nas três imagens restantes, Di Cavalcanti ressalta o importante papel do jornal como difusor da cultura, apresentando imagens do Corcovado, de baianas, de prédios coloni ais, de coretos e da boemia. Nestes painéis, o artista utiliza como elemento central um homem de dois rostos, voltados para lados opostos, destacando o olhar atento às transformações dos fatos em notícias e a imparcialidade.
 Di Cavalcanti 
Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti (Rio de Janeiro, 6 de setembro de 1897 Rio de Janeiro, 26 de outubro de 1976) foi um pintor modernista, desenhista, ilustrador e caricaturista brasileiro.Entre 11 e 18 de fevereiro de 1922, idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo, criando, para essa ocasião, as peças promocionais do evento. Fez sua primeira viagem à Europa em 1923, permanecendo em Paris até 1925. Frequentou a Academia Ranson e expôs em diversas cidades: Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterdã e Paris. Conheceu Pablo Picasso, Fernand Léger, Matisse, Erik Satie, Jean Cocteau e outros intelectuais franceses. 
Entre idas e vindas ao Brasil, realizou importantes obras, como os painéis de decoração do Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, e do Pavilhão da Companhia Franco-Brasileira, na Exposição de Arte Técnica, em Paris. Em 1954, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) realizou exposição retrospectiva de seus trabalhos. Recebeu proposta de Oscar Niemeyer para a criação de imagens para tapeçaria a ser instalada no Palácio da Alvorada e também pintou as estações para a via-sacra da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, em Brasília. 
Última Hora 
Última Hora foi um jornal carioca fundado pelo jornalista Samuel Wainer, em 12 de junho de 1951. O periódico que, nas palavras de Wainer, foi um "jornal de oposição à classe dirigente e a favor de um governo (Vargas)", foi um marco no jornalismo brasileiro, inovando em termos técnicos e gráficos.O jornal foi vendido em 1971 para a Empresa Folha da Manhã S/A, que também administrava o jornal Folha de São Paulo, cujos proprietários eram Carlos Caldeira Filho e Octávio Frias de Oliveira. O Arquivo Público do Estado de São Paulo (http://www.aperj.rj.gov.br), em homenagem aos 200 anos de Impren sa no Brasil, colocou na internet o acervo do Última Hora. São 36 mil páginas digitalizadas, correspondentes a 60 meses do jornal. (JB/Redação)

sexta-feira, 28 de março de 2014

Ônibus levará cariocas para museus da cidade de graça

A segunda edição do projeto “Circuito Cultural Rio Ônibus” acontece no próximo sábado, dia 29. Durante todo dia, os cariocas poderão percorrer museus da cidade sem pagar passagem em um ônibus que saíra do Monumento aos Pracinhas.
Participam do projeto o Forte Copacabana, o Centro Cultural Banco do Brasil, o Forte do Leme e o Museu Histórico Nacional. O ponto de transbordo será no Monumento aos Pracinhas e lá as pessoas escolhem se vão ao circuito na Zona Sul ou no Centro. Não será cobrada a entrada nos museus participantes.
Os ônibus possuem ar condicionado e piso baixo para facilitar o embarque e desembarque, são acessíveis às pessoas com mobilidade reduzida, e irão circular das 9h às 17h, com intervalo de 40 minutos.  Os museus participantes terão atividades especiais. Para ter mais informações e obter a programação completa, acesse o link. (Catraca/Redação)

quinta-feira, 27 de março de 2014

Espetáculo “Um dia Qualquer” passa por Lonas e Arenas

Até o mês de abril Lonas Culturais e Arenas Cariocas receberão o espetáculo “Um dia Qualquer”. A peça é uma  encenação  de  um  texto  teatral  inédito  de  Julia  Spadaccini,  dirigido  por  Alexandre Mello com Anna Sant´Ana, Leandro Baumgratz, Rogério Garcia e Dida Camero no elenco.
A trama se desenrola a partir do encontro de um executivo, um ator que trabalha com animação de festas infantis, uma enfermeira de pacientes terminais e uma professora de inglês. Os personagens interagem com o público durante a peça.
As apresentações terão entrada gratuita. O espetáculo passa também pelas lonas de Anchieta, Santa Cruz, Pechincha, Ilha e, ainda, pelas Arenas Cariocas Jovelina Pérola Negra, na Pavuna e Dricró, na Penha. (Catrac/Redação)
Confira a programação:
Dia 28/03: Lona Carlos Zéfiro – Anchieta – 20hs – zona norte
Endereço: Estrada Marechal Alencastro – S/n – Anchieta
Telefone: 3019-1654
 Dia 30/03: LONA JACOB DO BANDOLIM – 20HRS
Endereço: Praça General Simonard – Pechincha – caderno Barra
Tel: 2425-0825
Dia 03/04: Lona Renato Russo – Ilha do Governador – 19 hrs
Endereço:  Praça Poeta Manuel Bandeira – S/n – Ilha do Governador
Tel: 97182-2580/ 3366-0589
Dia 06/04: ARENA JOVELINA PÉROLA NEGRA – 19 HRS
Endereço: Praça Ênio s/n – Pavuna  – zona norte
Tel: 2886-3889

terça-feira, 25 de março de 2014

Produtores apostam em bairros como Tijca e Méirer para eventos culturais

Chacal e seu CEP 20.000 são ícones da cultura carioca que, ao longo das últimas décadas, se espraia pelos baixos e praias da Zona Sul. Leo Feijó, à frente de espaços como a Casa da Matriz e o Cinemathèque, ajudou a moldar esse mesmo cenário a partir dos anos 1990. Mais novo, o produtor-artista-agitador Qinho cresceu no mesmo ambiente e, ao surgir, foi recebido como novo “menino do Rio” (leia-se sal, sol e, logicamente, sul). Hoje, os três olham para o norte — a Zona Norte. Eles desenvolvem projetos no Imperator — Centro Cultural João Nogueira, um dos polos da região, localizado no Méier. Não se trata de coincidência, ou iniciativa específica, oficial, do espaço da prefeitura. Outros projetos, espalhados por outros bairros, mostram que, depois de anos reduzido a fronteiras que iam do Leblon à Lapa, o mapa cultural do Rio que é visto parece começar a se deslocar para onde a bússola aponta.
— Tá vazando — define Qinho, num termo que toca na ideia de saturação evocada por outros artistas e produtores entrevistados para a reportagem. — Esse circuito de Zona Sul e Lapa começou a ficar asfixiado.
Não se trata de uma revitalização ou de um resgate. A cultura na Zona Norte, é claro, seguiu ativa desde sempre, a despeito da falta de investimentos ou de políticas públicas para a região — basta pensar no funk carioca, mais poderosa manifestação cultural da cidade das últimas décadas. O que acontece agora parece ser a junção, por um lado, de novas demandas da área (com o surgimento de uma jovem geração de produtores e o reconhecimento da existência de um público local) com a necessidade, por outro, do crescimento dos limites da cidade viável para o mercado da cultura de vanguarda (jovens artistas, linguagens experimentais). Uma cidade que se tornou pequena, espremida nos bairros nobres. E que agora, como exposto na metáfora de Qinho, começa a dar sinais de vazamento.
Eventos como o Ocupa Geringonça e Dobradinhas e Outros Tais são o reflexo disso. Realizados na região da Tijuca — pela proximidade com o Centro e com o acesso pelo Túnel Rebouças, o bairro é o que mais dá sinais desse movimento —, ambos já apresentaram artistas que seriam associados ao público da Zona Sul e a palcos como o (hoje fechado) Studio RJ, Audio Rebel ou mesmo o Circo Voador. Nomes como Curumin, Letícia Novaes, Ava Rocha, Céu e Metá Metá. Além disso, há outros pontos comuns, como a criação de espaços novos (o terraço de um restaurante na Praça da Bandeira, no caso da Dobradinhas, e quadras nos morros do Borel e da Formiga ou o estacionamento do Sesc Tijuca, como ocorre no Ocupa Geringonça) e o cruzamento de artes plásticas, música, cinema, design e fotografia.
— A agenda carioca de shows, que para a maioria dos artistas costuma se limitar à Zona Sul, não se sustenta — avalia Julianna Sá, idealizadora do Dobradinhas, série de shows realizada nos últimos meses que gerou um EP de canções inéditas feitas pelos músicos participantes (o lançamento será no dia 31 de março). — Quando pensei o Dobradinhas e Outros Tais, me pareceu um evento próprio para a Zona Sul, afinal os artistas se consolidaram lá, seu público estaria lá. Mas não é verdade. Há, obviamente, uma série de pessoas na Zona Norte interessadas em mil coisas. E não é uma novidade. O grupo Severiano Ribeiro investiu na reforma e na inauguração de salas de cinema na Conde de Bonfim pouco antes da abertura do metrô na Saens Peña. Queriam competir com a facilidade de se chegar à Zona Sul. Esse esforço, por décadas, deixou de existir, houve um abandono das iniciativas pública e privada. As pessoas se acostumaram que, pra ir ao cinema ou para ver um show, elas precisariam deixar seus bairros. Não é ruim deixar o próprio bairro, pelo contrário, é viver a cidade do tamanho que ela de fato tem. Só que esse tamanho, culturalmente, ficou pequeno.
O Ocupa Geringonça é uma parceria do Sesc Tijuca (que sustenta financeiramente o evento) com o coletivo Norte Comum (que faz a curadoria). O Norte Comum é um exemplo claro desse novo pensamento sobre a cidade, de abertura e circulação. Ele promove ações espalhadas pela cidade — uma das mais bem sucedidas é o Sarau Tropicaos, no Hospital Nise da Silveira, no Engenho de Dentro — seguindo a ideia expressa no texto de apresentação de sua página no Facebook: “O intuito não é de fechar o território, e sim de abrir”.
— O Norte Comum veio de uma ansiedade de muitos de produzir coisas para as pessoas que moravam na Zona Norte — explica Carlos Meijueiro, um dos articuladores do coletivo. — Um dos desejos era aproveitar os espaços já existentes, como na Tijuca temos o Teatro Ziembinski, o Centro Municipal de Referência da Música Carioca... Fomos bater na porta do Sesc e assumimos a curadoria do Geringonça. Acaba chegando também um público da Zona Sul, sobretudo nos eventos da Tijuca. Isso tudo vem num momento em que a cidade está te empurrando para fora. É cada vez mais difícil existir e resistir no Rio. É cada vez mais difícil arrumar um trabalho que pague a permanência aqui. O único caminho acaba sendo se reunir. A galera está se juntando para aproveitar o momento e entender o que vai fazer.
Leo Feijó trabalha na região com a mesma perspectiva, em projetos como o Território Criativo Grande Méier, em parceria com o Imperator.
— A ideia é estimular uma rede de produtores locais. — Você passa na Rua 24 de Maio e vê casas antigas enormes, mal cuidadas. São imóveis com aluguéis acessíveis, à espera de quem os ocupe com iniciativas culturais. Essas condições já se deram em Manchester (na Inglaterra), na Lapa, em Botafogo. Agora é ali, explica Feijó.
O produtor acredita que o aumento do custo de vida contribui para a percepção de que a cidade precisa crescer na direção da Zona Norte.
— Seu aluguel aumenta em 100%, e você é obrigado a considerar que a cidade não se limita à Zona Sul.
Chacal, que levará para o Imperator seu CEP 20.000 (será o CEP 20 Méier), defende essa movimentação:
— Tem que ir para a Zona Norte, é onde as coisas estão acontecendo. Há até uma percepção do poder público, editais que pensam a territorialização da cultura (no edital para seleção de Pontos de Cultura, de setembro de 2013, a Secretaria Municipal de Cultura estabeleceu um corte por território, determinando que 60% dos pontos fossem nas Zonas Norte e Oeste). Vem surgindo um pensamento interessante sobre a região, com caras como Marcus Faustini e (o diretor teatral) Marcus Galiña.
Qinho, que dialoga com o Norte Comum, levará ao Imperator o projeto Rio Música Contemporânea. Nele, em shows mensais, nomes da nova cena musical carioca dividem o palco com um artista consagrado.
—Vejo esse movimento como uma volta, um olhar para o lugar de onde a cidade veio — avalia o músico e produtor.Chacal e seu CEP 20.000 são ícones da cultura carioca que, ao longo das últimas décadas, se espraia pelos baixos e praias da Zona Sul. Leo Feijó, à frente de espaços como a Casa da Matriz e o Cinemathèque, ajudou a moldar esse mesmo cenário a partir dos anos 1990. Mais novo, o produtor-artista-agitador Qinho cresceu no mesmo ambiente e, ao surgir, foi recebido como novo “menino do Rio” (leia-se sal, sol e, logicamente, sul). Hoje, os três olham para o norte — a Zona Norte. Eles desenvolvem projetos no Imperator — Centro Cultural João Nogueira, um dos polos da região, localizado no Méier. Não se trata de coincidência, ou iniciativa específica, oficial, do espaço da prefeitura. Outros projetos, espalhados por outros bairros, mostram que, depois de anos reduzido a fronteiras que iam do Leblon à Lapa, o mapa cultural do Rio que é visto parece começar a se deslocar para onde a bússola aponta.
— Tá vazando — define Qinho, num termo que toca na ideia de saturação evocada por outros artistas e produtores entrevistados para a reportagem. — Esse circuito de Zona Sul e Lapa começou a ficar asfixiado.
Não se trata de uma revitalização ou de um resgate. A cultura na Zona Norte, é claro, seguiu ativa desde sempre, a despeito da falta de investimentos ou de políticas públicas para a região — basta pensar no funk carioca, mais poderosa manifestação cultural da cidade das últimas décadas. O que acontece agora parece ser a junção, por um lado, de novas demandas da área (com o surgimento de uma jovem geração de produtores e o reconhecimento da existência de um público local) com a necessidade, por outro, do crescimento dos limites da cidade viável para o mercado da cultura de vanguarda (jovens artistas, linguagens experimentais). Uma cidade que se tornou pequena, espremida nos bairros nobres. E que agora, como exposto na metáfora de Qinho, começa a dar sinais de vazamento.
Eventos como o Ocupa Geringonça e Dobradinhas e Outros Tais são o reflexo disso. Realizados na região da Tijuca — pela proximidade com o Centro e com o acesso pelo Túnel Rebouças, o bairro é o que mais dá sinais desse movimento —, ambos já apresentaram artistas que seriam associados ao público da Zona Sul e a palcos como o (hoje fechado) Studio RJ, Audio Rebel ou mesmo o Circo Voador. Nomes como Curumin, Letícia Novaes, Ava Rocha, Céu e Metá Metá. Além disso, há outros pontos comuns, como a criação de espaços novos (o terraço de um restaurante na Praça da Bandeira, no caso da Dobradinhas, e quadras nos morros do Borel e da Formiga ou o estacionamento do Sesc Tijuca, como ocorre no Ocupa Geringonça) e o cruzamento de artes plásticas, música, cinema, design e fotografia.
— A agenda carioca de shows, que para a maioria dos artistas costuma se limitar à Zona Sul, não se sustenta — avalia Julianna Sá, idealizadora do Dobradinhas, série de shows realizada nos últimos meses que gerou um EP de canções inéditas feitas pelos músicos participantes (o lançamento será no dia 31 de março). — Quando pensei o Dobradinhas e Outros Tais, me pareceu um evento próprio para a Zona Sul, afinal os artistas se consolidaram lá, seu público estaria lá. Mas não é verdade. Há, obviamente, uma série de pessoas na Zona Norte interessadas em mil coisas. E não é uma novidade. O grupo Severiano Ribeiro investiu na reforma e na inauguração de salas de cinema na Conde de Bonfim pouco antes da abertura do metrô na Saens Peña. Queriam competir com a facilidade de se chegar à Zona Sul. Esse esforço, por décadas, deixou de existir, houve um abandono das iniciativas pública e privada. As pessoas se acostumaram que, pra ir ao cinema ou para ver um show, elas precisariam deixar seus bairros. Não é ruim deixar o próprio bairro, pelo contrário, é viver a cidade do tamanho que ela de fato tem. Só que esse tamanho, culturalmente, ficou pequeno.
O Ocupa Geringonça é uma parceria do Sesc Tijuca (que sustenta financeiramente o evento) com o coletivo Norte Comum (que faz a curadoria). O Norte Comum é um exemplo claro desse novo pensamento sobre a cidade, de abertura e circulação. Ele promove ações espalhadas pela cidade — uma das mais bem sucedidas é o Sarau Tropicaos, no Hospital Nise da Silveira, no Engenho de Dentro — seguindo a ideia expressa no texto de apresentação de sua página no Facebook: “O intuito não é de fechar o território, e sim de abrir”.
— O Norte Comum veio de uma ansiedade de muitos de produzir coisas para as pessoas que moravam na Zona Norte — explica Carlos Meijueiro, um dos articuladores do coletivo. — Um dos desejos era aproveitar os espaços já existentes, como na Tijuca temos o Teatro Ziembinski, o Centro Municipal de Referência da Música Carioca... Fomos bater na porta do Sesc e assumimos a curadoria do Geringonça. Acaba chegando também um público da Zona Sul, sobretudo nos eventos da Tijuca. Isso tudo vem num momento em que a cidade está te empurrando para fora. É cada vez mais difícil existir e resistir no Rio. É cada vez mais difícil arrumar um trabalho que pague a permanência aqui. O único caminho acaba sendo se reunir. A galera está se juntando para aproveitar o momento e entender o que vai fazer.
Leo Feijó trabalha na região com a mesma perspectiva, em projetos como o Território Criativo Grande Méier, em parceria com o Imperator.
— A ideia é estimular uma rede de produtores locais. — Você passa na Rua 24 de Maio e vê casas antigas enormes, mal cuidadas. São imóveis com aluguéis acessíveis, à espera de quem os ocupe com iniciativas culturais. Essas condições já se deram em Manchester (na Inglaterra), na Lapa, em Botafogo. Agora é ali, explica Feijó.
O produtor acredita que o aumento do custo de vida contribui para a percepção de que a cidade precisa crescer na direção da Zona Norte.
— Seu aluguel aumenta em 100%, e você é obrigado a considerar que a cidade não se limita à Zona Sul.
Chacal, que levará para o Imperator seu CEP 20.000 (será o CEP 20 Méier), defende essa movimentação:
— Tem que ir para a Zona Norte, é onde as coisas estão acontecendo. Há até uma percepção do poder público, editais que pensam a territorialização da cultura (no edital para seleção de Pontos de Cultura, de setembro de 2013, a Secretaria Municipal de Cultura estabeleceu um corte por território, determinando que 60% dos pontos fossem nas Zonas Norte e Oeste). Vem surgindo um pensamento interessante sobre a região, com caras como Marcus Faustini e (o diretor teatral) Marcus Galiña.
Qinho, que dialoga com o Norte Comum, levará ao Imperator o projeto Rio Música Contemporânea. Nele, em shows mensais, nomes da nova cena musical carioca dividem o palco com um artista consagrado.
—Vejo esse movimento como uma volta, um olhar para o lugar de onde a cidade veio — avalia o músico e produtor. (Na Tijuca/Redação)

terça-feira, 18 de março de 2014

Brasil-Alemanha: uma história centenária contada pelo mar

Após a temporada no Centro Cultural Correios de São Paulo, a exposição "Brasil-Alemanha: uma história centenária contada pelo mar", desembarcou no Rio de Janeiro para o período que começou em 19 de fevereiro e vai até o dia 30 de março. Promovida pela Hamburg Süd, empresa especializada em transporte marítimo de cargas, a mostra comemora o Ano Brasil-Alemanha.
Com a curadoria de Carsten Jordan, a mostra destaca a participação da Hamburg Süd nas relações entre os dois países, uma vez que a empresa foi responsável pelo transporte de milhares de imigrantes alemães para o Brasil, ao longo dos séculos XIX e XX. Durante muito tempo, também mantinha em seus navios postos de Correios.
A exposição reúne painéis, pôsteres e filme sobre a história da empresa. A mostra exibe ainda um vídeo que aborda a amizade entre os dois países, especialmente desenvolvido para o projeto, além de listas de passageiros que embarcaram no porto de Hamburgo para a consulta de visitantes.
Serviço
Exposição: "Brasil-Alemanha: uma história centenária contada pelo mar"
Visitação: até 30 de março - terça-feira a domingo, das 12h às 19h - GRÁTIS/LIVRE
Local: Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21) 2253-1580
Apoio: Centro Cultural Correios (CCC/Redação)

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

I Festival Carioca de Arte Pública acontece em seis praças da cidade

O I Festival Carioca de Arte Pública acontece em seis praças da cidade, um projeto que é gratuito e que terá duração de três meses, todas quintas e sextas-feiras, às 18h.

O projeto inclui diversas atividades que buscam divulgar as artes públicas com o intuito de mobilizar a população para o uso dos espaços públicos abertos na cidade do Rio de Janeiro.
A programação do Festival contempla a realização de espetáculos de teatro e circo, apresentações de shows musicais, mímicas, teatro em cordel, palhaços, teatro de bonecas, oficinas, ensaios e performances de artistas e grupos que já desenvolvem seus trabalhos em espaços públicos abertos, bem como, o cadastramento dos artistas de rua.
Os eventos acontecem na Lapa, Praça Tiradentes, Praça Saens Peña, Praça da Harmonia, Largo do Machado e Praça Afonso Pena. (Catraca/Redação)

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Bangu Shopping promove feira de livros para crianças e adolescentes

O Bangu Shopping promove até o dia 23 de fevereiro uma feira de livros com opções para as crianças e os adolescentes, com entrada franca.

A Feira de Livro “Ciranda Cultural” apresenta exemplares como “Mundo de Norm”, “Tesouros da Copa” e “Truque de Mágicas”, que fazem sucesso no mercado literário.
Com aproximadamente três mil títulos à venda, a expectativa é de que cerca de 70 mil exemplares sejam vendidos até o fim da feira. Os preços variam de R$ 3 a R$ 80 e o cliente tem variadas formas de pagamento. (Catraca/Redação)

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Sisu 2014 está com inscrições abertas

O Sisu, Sistema de Seleção Unificada, está com inscrições abertas até o dia 10 de janeiro. Estudantes que fizeram o Enem em 2013 e queiram ingressar em uma universidade pública podem concorrer a uma das vagas.
O candidato deve escolher por ordem de preferência duas opções entre as oportunidades ofertadas pelas instituições participantes do Sisu; além de definir se quer concorrer às vagas de ampla concorrência, às vagas reservadas de acordo com a Lei de Cotas ou às destinadas às demais políticas afirmativas das universidades.
Ao final da inscrição, o sistema selecionará automaticamente os candidatos mais bem classificados em cada curso, de acordo com as notas no Enem.
Mais informações e inscrições no site do Ministério da Educação.(Mec/Redação)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Professores do Rio retomam aulas, mas fazem assembleia na sexta


Em assembleia realizada da tarde desta terça (17), os funcionários da rede municipal de ensino decidiram que darão aulas normalmente na quarta-feira (18) e na quinta (19), mas anunciaram que vão realizar uma nova assembleia às 10h na sexta-feira (20) para decidir os rumos do estado de greve.

No final da assembleia desta terça-feira, um grupo de professores leu termos do plano de carreira elaborado pela prefeitura do Rio, que prevê um reajuste de 4% entre os níveis de profissional de educação infantil e profissional de ensino fundamental. Uma das coordenadoras-gerais do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação(Sepe), Ivanete Conceição, disse que o plano de carreira, por si só, não basta. "Nesses termos, o que foi apresentado é um retrocesso para a categoria", definiu.

Entre outras propostas feitas pela prefeitura, está previsto o reajuste em 4%. O Sepe, no entanto, pede 15%. "Esse percentual oferecido pela prefeitura nós não aceitamos de forma alguma", disse Ivanete. Ela ainda alerta para o fim da divisão entre Professor 1 e Professor 2, além dos professores de educação infantil. Segundo a coordenadora do Sepe, a proposta da prefeitura estaria extinguindo uma dessas categorias, que se transformaria na categoria dos profissionais de ensino fundamental, que vai do primeiro ao nono ano. "Isso é muito ruim", lamentou.


Os profissionais se reuniram em assembleia na Avenida Rio Branco, no Centro do Rio, que teve  trechos interditados, deixando o trânsito complicado. 
Os professores da rede municipal de ensino do Rio decidiram encerrar a greve da categoria iniciada no dia 8 de agosto na terça-feira (10), quando decidiram manter o estado de greve, segundo o sindicato.
Audiência na quarta
Líderes do do Sindicato Estadual de Profissionais de Educação (Sepe) vão encontrar com o presidente da Câmara Jorge Felippe (PMDB) na quarta (18) às 12h para discutir a aprovação do plano de carreira para funcionários do setor.

Reivindicações
Entre as reivindicações da categoria estão reajuste salarial de 19% para compensar perdas salariais, garantia de um terço da carga horária para atividades extracurriculares, garantida por lei, e concurso público para professores e funcionários administrativos. A Secretaria Municipal de Educação informou que concedeu 8% de reajuste este ano e  benefícios como auxílios alimentação, transporte e qualificação. (G1/Redação)

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

“Tapetes Voadores” e “Ateliês de Histórias” na Caixa Cultural

Até 13 de outubro, a Caixa Cultural recebe a exposição que comemora os 15 anos do grupo “Os Tapetes Contadores de História”. A mostra  interativa é composta por tapetes, malas, aventais, caixas e livros de pano confeccionados no Brasil, Peru e França.  As atividades da programação são gratuitas.
O grupo apresentará 20 cenários tridimensionais, produzidos em tecido, que servem de fundo para contos populares de origens diversas, como África, Europa e América do Sul, além de  nomes da literatura brasileira, como Ana Maria Machado, Jutta Bauer e Ricardo Azevedo. Aos sábados e domingos, sempre às 16h e às 17h, acontecem sessões de histórias com o repertório sendo escolhido na hora.
A programação conta ainda com a oficina “Ateliê de Histórias”, ministrada pelos integrantes do grupo. As aulas acontecem as terças e quintas, das 18h às 21h, entre 17 e 26 de setembro. As vagas são limitadas e os interessados devem se inscrever pelo endereço oficinatapetes2013@hotmail.com, informando o nome completo, número de identidade e telefone. Além da roda de contadores de história, de 06 de setembro a 4 de outubro, as sextas, das 18h30 às 20h30, com inscrições na hora e da palestra “Oralidade e Identidade” que acontece dia 11 de setembro, às 18h30, com senhas distribuídas meia-hora antes.  A caixa cultural funciona de terça a domingo, das 10h às 21h. (Catraca/Redação)