quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Setrab anuncia 658 vagas de emprego

As oportunidades são para ambos os sexos, com exigências do ensino fundamental incompleto ao superior completo. Os salários chegam a R$ 5 mil, além de benefícios. 



O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab) informam a existência de 658 ofertas de emprego disponíveis em todas as regiões do Estado, com salários que podem chegar a R$ 5.000, além das possibilidades de benefícios. Dez vagas são para deficientes. Os contratos são para ambos os sexos com formação do ensino fundamental incompleto ao superior completo.

Na Capital são oferecidas 595 possibilidades com destaque para 103 de Atendentes de Lanchonete, 115 vagas para Operador de Telemarketing Receptivo, 39 para Auxiliar de Serviços e Alimentação, 44 para Cozinheiro Geral, entre outras.  Para a Região Metropolitana são disponibilizadas 33 vagas, entre elas, 15 para Açougueiro.

Na Região Serrana são cinco vagas, distribuídas entre oportunidades para Técnico de Gravação de Áudio, Montador de Filmes  e Operador de Caixa, entre outras. As possibilidades na Região do Médio Vale do Paraíba totalizam 11 chances. Entre os profissionais procurados estão Eletricista de Instalações, Churrasqueiro e Sushiman.

Na Baixada Litorânea, a Setrab informa que há vaga para Biólogo, Técnico em Patologia Clínica. Para deficientes as oportunidades são para Camareira de Hotel, Auxiliar nos Serviços de Alimentação, Garagista e Auxiliar de Produção Farmacêutica. As inscrições podem ser feitas nos postos SINE/Setrab (http://www.rj.gov.br/web/setrab/exibeconteudo?article-id=2566341) ou no site maisemprego.mte.gov.br.

A Setrab esclarece que o banco de dados de emprego pode sofrer alterações momentâneas como inclusão/fechamento de vagas ou ampliação/redução de ofertas. Para manter o quadro de vagas o mais atualizado possível, a Setrab passou a divulgá-lo duas vezes na semana, sendo uma na terça-feira à tarde e outra na sexta-feira. (Setrab/Assessoria)

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Vigilância sanitária alerta para epidemia de esporotricose no Rio, doença que contamina gatos e humanos

A Vigilância Sanitária iniciou uma campanha nesta quarta-feira para alertar a população sobre os riscos da esporotricose, uma doença que está contaminando os gatos, principalmente, na Zona Oeste do Rio, conforme adiantou a coluna Gente Boa. De acordo com o órgão, nos seis primeiros meses deste ano, foram registrados 824 casos de animais infectados e atendidos no Centro de Zoonoses Paulo Dacorso Filho, em Santa Cruz, e na Unidade de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, na Mangueira. Segundo a veterinária Maria Inês Dória, diretora da unidade Jorge Vaitsman, a cidade já vive uma epidemia da doença, um tipo grave de fungo que ataca os felinos e é transmitida para os humanos, provocando graves lesões na pele. Na tarde desta quarta-feira, a prefeitura anunciou que a partir do dia 18 de agosto serão criados dois horários especiais para atendimento de animais contaminados na Unidade Jorge Vaistman: sempre às terças e quintas-feira, das 9h às 16h. As consultas são gratuitas.

— Trata-se de uma epidemia, e é preciso que os donos dos animais saibam como agir. Não há vacina contra a doença. E depois que o gato é contaminado, o tratamento é feito por via oral, com um comprimido antifúngico que precisa ser dado diariamente ao animal. É um tratamento longo e caro, por isso, as pessoas precisam ter consciência de que o melhor é evitar a contaminação — diz Maria Inês Dória.

Conhecida no passado como a doença do jardineiro, a esporotricose pode contaminar outros animais, além de gatos, explica Dória:

— Mas os gatos, pelo seu comportamento de caçador, costumam circular mais, afiando as garras em troncos de árvores, cavando em locais com terra, ficando mais expostos.
Ela esclarece que a contaminação ocorre no contato das garras do animal com material orgânico em decomposição com a presença do fungo, como cascas de árvores, palhas, farpas, espinhos e o solo. 

Com o fungo instalado, o felino transmite a doença através de arranhões, mordidas e contato direto com a pele lesionada. A doença pode ser mortal para o gato. Já nos seres humanos, ela tem cura, mas pode provocar lesões gravíssimas na pele.

Segundo a Vigilância Sanitária, sinais como feridas no rosto e nos membros do animais devem ser observados. Os ferimentos são profundos, não cicatrizam, geram pus e costumam progredir para o restante do corpo. A perda de apetite, apatia, emagrecimento, espirros e secreção nasal também são manifestações da doença. O animal não deve ser abandonado na rua, pois, além de sofrer muito, poderá contagiar outros gatos.

Na pele humana, a manifestação da doença começa com um pequeno caroço vermelho, que pode virar uma ferida. Geralmente, aparecem nas mãos, nos braços, nas pernas ou no rosto, às vezes formando uma fileira de pequenos nódulos ou feridas. Também podem aparecer dores nas articulações e febre. Caso a lesão seja observada é necessário ir a uma unidade municipal de saúde. O órgão também alerta para o aparecimento de feridas em cachorros, que apresentam um número baixo de contaminação.

O risco de morte nos gatos diminui, se a doença for diagnosticada no início. Portanto, o ideal é procurar um veterinário assim que houver algum sinal, principalmente no focinho. A veterinária esclarece que, em caso de falecimento, o animal não deve ser enterrado, mas cremado. Do contrário, o solo será contaminado e propagação da doença continuará.

Para evitar contágio entre gatos, a melhor solução é deixar o bicho dentro de casa, sem contato com outro felinos.

— Digo que a melhor prevenção é a castração, pois ela leva o animal a ficar mais restrito à casa, circulando menos, correndo menos riscos. — diz a veterinária — Mas nos casos em que o animal estiver contaminado é importante o ser humano só manuseá-lo com luvas e sempre lavar as mãos. E procurar um veterinário e um médico — completou.
O Centro de Zoonoses Paulo Dacorso Filho e na Unidade de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman atendem esses casos. Para levar o animal ao centro de zoonoses é necessário agendar uma consulta pelo telefone 1746. E para o atendimento na unidade de medicina veterinária, o dono pode levar o animal no endereço da Avenida Bartolomeu de Gusmão 1.120, em São Cristóvão, a partir de 7h.
De acordo com um boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde em dezembro do ano passado, o Estado do Rio de Janeiro é uma área endêmica e epidêmica para esporotricose, tipo de zoonose que tendo um aumento do número de casos e do número de municípios atingidos a cada ano.

Segundo dados do banco do Sistema Nacional de Agravos de Notificação do Estado do Rio de Janeiro (SINAN/RJ), nos anos de 2013 e 2014, foram notificados 587 e 474 casos respectivamente. No ano de 2013, dos casos notificados suspeitos, 88,1% foram confirmados. Em 2014,. foram 66% confirmados. A Superintendência de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde informou que foram registrados 655 casos de esporotricose no estado do Rio de Janeiro no ano de 
2014. Até 30 de julho, foram notificados 308 casos da doença no estado.

O que é a esporotricose


Causada pelo fungo Sporothrix schenckii, a esporotricose é uma micose que pode afetar animais e humanos. Não há vacina ou qualquer medicamento preventivo. A transmissão para o homem ocorre por meio de arranhões e mordidas do gato. O diagnóstico é feito por um veterinário, em análise clínica e exame laboratorial.


O que é a doença

A doença é uma micose causada pelo fungo Sporothrix schenkii, que vive no solo e se multiplica em matéria orgânica em decomposição. Ele atinge o homem e várias espécies de animais. A infecção é normalmente adquirida pela inoculação do fungo através da pele, que pode ocorrer pelo contato com matéria orgânica vegetal onde o Sporothrix schenkii sobrevive, como também pelo contato com animais doentes ou portadores sadios.

Segundo a secretaria de saúde, a esporotricose tem sido mais relatada em gatos e sua transmissão para o homem vem crescendo muito no estado do Rio de Janeiro, seja através da arranhadura/mordedura ou do contato com lesões de gatos infectados. Também há casos de contágio pelo contato com ambiente contaminado pela presença dos animais.
O período de incubação da doença varia entre três dias até seis meses, com média de três semanas. (Globo/Redação)

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Exposição sobre skate celebra três anos do Parque Madureira


skate, esporte que ganha cada vez mais adeptos, é homenageado em exposição no Madureira Shopping, até 13 de setembro. A mostra “Memórias de Impacto – 35 anos de skate”, fica aberta para visitação de segunda a sábado, das 12h às 22h e, aos domingos e feriados, das 15h às 21h. A entrada é gratuita

O público pode conferir 89 imagens e registros de grandes skatistas em ação, como Bob Burnquist, Sandro Dias e  Marcello Gouvêa, fotografados pelas lentes de Júlio Tio Verde.
Além das imagens, a exposição conta com espaço dedicado ao Parque Madureira, que completa três anos em 2015 e possui um dos mais frequentados bowls da cidade. (Catraca/Redação)

Greve atinge hospitais federais do Rio e suspende atendimentos

Uma greve que atinge seis hospitais federais do Rio suspendeu cirurgias e procedimentos ambulatoriais considerados de baixa urgência. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (3).
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, Trabalho e Previdência Social do estado do Rio (Sindsprev-RJ), as reivindicações são: reajuste de 27%, equiparação da tabela salarial do INSS, incorporação da Gratificação de Desempenho da Previdência da Saúde e do Trabalho, garantia da jornada de 30 horas para todos os servidores do Ministério da Saúde, defesa do duplo-vínculo, concurso, condições de trabalho, inclusão dos médicos na carreira e fim das privatizações.
De acordo com o Sindsprev-RJ, a greve começou parcialmente no dia 7 de julho, no Hospital Cardoso Fontes. Desde semana passada, Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), Hospital de Ipanema, Hospital da Lagoa, Bonsucesso e o Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras (INC) aderiram a greve. (G1/Redação)

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O Rio Mississippi clama a alma do Rei do Blues, B.B. King se foi.

Tristeza como o soar melancólico do Blues, assim que o sentimento dos fãs do Rei do Delta do Mississippi se sentem, Blues Boy King se foi, fazendo o que mais gostava, de estar na companhia da Lucille, sua guitarra e nos presentear com tuas músicas.


Nascido em 1925 em Itta Bena, no estado do Mississippi, era lavrador, colhia algodão assim como os seus pais, serviu ao exército dos Estados Unidos, depois foi tocar nas ruas, nos anos 40, em 49 foi para Memphis onde tocava profissionalmente, depois foi DJ na rádio WDA, uma rádio que tocava música negra, de lá para cá seus discos vendiam sem parar e seu modo de tocar guitarra, um vibrato diferente até então, influenciou a maioria das bandas de Rock e Blueseiros do mundo.
Um fato curioso na vida do B. B. King foi quando ele tocava na cidade de Twist, no Arkansas, uma briga começou por conta de uma mulher, um lampião de querosene caiu no chão e iniciou um incêndio, B.B. King se lembrou que sua guitarra a famosa Gibson EE 335 estava dentro do prédio e voltou e conseguiu salvá-la, daí ele a chamou de carinhosamente de Lucille, por ser o nome da mulher, o motivo da briga.
O Rei do Blues levou sua música para todos os cantos do mundo, aqui no Brasil cantou e gravou com o saudoso Celso Blues Boy, seu maior fã por aqui, uma música em homenagem a outra lenda do Blues o Robert Johnson, além de mais de 80 países, fazia mais de 200 shows por ano, seus fãs eram de todos os tipos, jovens, velhos, negros ou brancos, mostrando que sua música venceu o velho racismo, que era tão comum quando nasceu.
Um trecho da canção Lucille.
"Esse som que você está ouvindo é da minha guitarra
que se chama Lucille, e eu sou muito louco pela Lucille
Lucille me tirou das plantações..." 
Agora o Blues Boy King deve estar numa "Jam Session" com as outras lendas que já se foram, Robert Johnson fez questão de ficar ao teu lado, Bo Diddley ficou feliz em reencontrar o velho parceiro, muitos querem cantar formando um coro curioso com John Lennon fazendo graça como sempre, Muddy Waters ri sem parar, até o Brian Jones apareceu na brincadeira com a maior satisfação. Keith Moon e John Bonham dividem a mesma bateria, como crianças em véspera de Natal, Janis Joplin dança loucamente do seu lado o Jimi Hendrix fica olhando o vibrato da sua Lucille. E não para de chegar gente boa... Os que ficaram aqui certamente estão com inveja.
Leandro Sauerbronn

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Baile Black Bom tem edição na Pedra do Sal

No próximo sábado, dia 11, a Pedra do Sal recebe mais uma edição do Baile Black Bom. Com entrada é gratuita, a festa reúne várias vertentes da Black Music e é comandado pela banda Consciência Tranquila, a partir das 18h.
Além da banda, a festa conta com Dj discotecando com Hip Hop, Charme, R&B e Flashback.  O evento ainda conta com uma feria de afro empreendedorismo. Mais informações no  Facebook. (Catraca/Redação)

quinta-feira, 26 de março de 2015

La Cumbia leva ritmo latino para o Arco do Teles em edição gratuita

Na próxima sexta, dia 27, o Arco do Teles,beco charmoso e histórico na Praça XV, recebe mais uma festa com entrada franca. Desta vez, é a La Cumbia que ocupa o espaço, promovendo uma noite latina. O evento está marcado para às 23h.
Dedicada a Cumbia e outros ritmos a latinos, a festa conta com DJs brasileiros, peruanos, colombianos e argentinos. Mais informações no evento do Facebook. (Catraca/Redação)

quarta-feira, 25 de março de 2015

Polícia investiga morte de professora na Zona Norte do Rio

Policiais da Divisão de Homicídios (DH) investigam a morte de uma professora ocorrida no bairro Engenho da Rainha, na Zona Norte do Rio. O corpo de Deise Rebello Botelho, de 61 anos, foi encontrado enforcado com o fio de um carregador de celular na casa onde ela morava, na Rua Matias da Cunha, na noite desta segunda-feira. A informação sobre a morte da professora foi publicada no jornal “O Dia” desta quarta-feira.

Há informações de que, na casa de Deise, teria sido encontrado um bilhete com o dizer “X-9” - gíria usada por traficantes para identificar informantes da polícia. Uma perícia já foi realizada no imóvel, que fica perto do Morro do Engenho. Parentes e vizinhos de Deise já foram ouvidos na DH. Há informações de que ela teria tido desentendimentos com moradores das proximidades por causa de casas que alugava.




Na página de Deise no Facebook, dezenas de mensagens de ex-alunos, que ainda a chamam de “Tia”. A professora era conhecida pelo apelido de Cuma e trabalhava na rede municipal do Rio. Sua última postagem na rede social foi na véspera do dia em que foi encontrada morta. Era a reprodução de uma foto que dizia: “É impossível viver sem ter falhado em alguma coisa. A menos que você viva tão cuidadosamente que não tenha vivido nada”.

A afilhada de Deise deixou um recado emocionado para a professora, que chamou de “mãe do coração”: “Queria fazer essa homenagem e dizer o quão importante você é e sempre será nas nossas vidas. Deus cruzou nossos caminhos com um objetivo e você cumpriu sua etapa com muita alegria, carinho e muito amor. Esteve com a gente na alegria e na tristeza. Esteve ali quando eu mais precisei. Cuidou do meu tesouro maior como se fosse sua filha e na verdade era sua neta do coração. (...) Hoje a dor nos consome demais mas queremos que Deus te receba juntos aos anjos pois você foi e sempre será um anjo em nossa vidas. Ontem nossa menina ligou o anjinho que você deu para ela como faz todas as noites e continuará ligando para ter você sempre por perto. Olha pela nossa menina aí de cima porque eu tenho certeza do quanto ela te ama e que você foi, é e sempre será a melhor dinda que alguém pode ter. Te amo demais minha cuma! Minha mãe do coração”.




Enterro em Inhaúma

O corpo de Deise será enterrado nesta quarta-feira, às 11h30m, no Cemitério de Inhaúma, no bairro de mesmo nome, também na Zona Norte. O velório acontece na capela 5. (Extra/Redação)




sexta-feira, 20 de março de 2015

Grupo sobe ao palco para gravação do segundo CD do projeto

Circo Voador recebe encerramento da segunda temporada do Jovens Tardes, comandado pelo show do Scracho. A apresentação acontece no domingo, dia 22, às 19h. O show de abertura fica por conta da banda Hover, às 17h, e a entrada é gratuita.
Com mais de dez anos de carreira e três álbuns gravados, a banda apresenta sucessos como “Divina Comédia”, “Você Mudou”, “Morena” e “Lado B”. Criada em 2006 por um grupo de amigos do colégio Corcovado, a Scracho foi indicada ao Prêmio Multishow de Música Brasileira, em 2008, como banda revelação. (Catraca/redação)

quinta-feira, 12 de março de 2015

Bicicletas invadem a Zona Oeste com bicicletada

Toda segunda sexta-feira do mês, um grupo de ciclistas se reúne no Largo do Pechincha, em Jacarepaguá, produz cartazes e pedala até algum ponto da cidade, que é decidido na hora, pedindo respeitos aos que usam a bicicleta como meio de transporte.

Massa Crítica (do inglês, Critical Mass) ou Bicicletada (termo usado na maioria das cidades brasileiras) é um evento que ocorre em muitas cidades pelo mundo,onde ciclistas, skatistas, patinadores e outras pessoas com veículos movidos à propulsão humana, ocupam seu espaço nas ruas.

O evento é totalmente gratuito. Os principais objetivos são divulgar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso deste veículo e tornar mais ecológicos e sustentáveis os sistemas de transporte da população.

A Massa Crítica é simplesmente um grupo que se encontra mensalmente para aproveitar o prazer e segurança de andar pela cidade em grupo. A frase “não estamos no trânsito, nós somos o trânsito” expressa bem sua filosofia.
Um dos motes da Massa Crítica é “um carro a menos“, usado principalmente para tentar obter um maior respeito dos veículos motorizados que trafegam nas ruas saturadas das grandes cidades.
O evento começa às 19h para concentração dos participantes e a saída ocorre sempre 20h30. Em caso de chuva, aí é que tem mesmo. (Catraca/redação)

sexta-feira, 6 de março de 2015

Polícia apreende três menores de idade acusados de roubos

Policiais militares apreenderam dois adolescentes e uma criança acusados de roubos. PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira detiveram dois menores — um de seis anos e outro de 12 — após uma mulher ter sido atacada e ter o cordão roubado próximo à Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na Zona Norte, na noite de quinta-feira.

A vítima informou aos policiais que os meninos fugiram em uma bicicleta em direção à comunidade da Mangueira. A dupla foi localizada em seguida pelos agentes, que recuperaram o cordão. A ocorrência foi registrada na 17ª DP (São Cristóvão).

Já no Centro, agentes da Operação Lapa Presente (OLP) foram alertados por um taxista de que uma senhora estava sendo roubada na Rua Augusto Severo. Quando viu os policiais, o adolescente de 13 anos tentou fugir, mas foi capturado. A ocorrência foi encaminhada à 5ª DP (Mem de Sá), onde foi feito o registro como fato análogo ao crime de roubo. (Globo/Redação)



quinta-feira, 5 de março de 2015

Mulheres de Chico faz show gratuito no Dia Internacional da Mulher

No próximo domingo, dia 8, é comemorado o Dia Internacional da Mulher e para celebrar a data as "Mulheres de Chico" se apresentam no Sesc Tijuca. O evento tem entrada Catraca Livre e contará com uma série de atividades gratuitas durante todo o dia.

A programação conta com oficinas, dicas de beleza, orientações em saúde, shiatsu, yoga, maratona de dança de salão, espetáculos teatrais e aulas de defesa pessoal. O dia terá inicio às Tai Chi Chuan, às 9h15.
E, às 17h, as "Mulheres de Chico"  sobem ao palco com versões dos clássicos de Chico Buarque. Senhas serão distribuídas a partir das 12h. A lotação máxima é de 300 pessoas. As atividades acontecerão em diferentes espaços do Sesc, confira a programação completa no site  Sesc. (Catraca/Redação)

Inscrições abertas para pré-vestibular gratuito na UFRJ

Entre os dias 24 e 26 de março, o Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ recebe inscrições para o curso pré-vestibular Samora Machel, das 16h às 18h. A participação é gratuita.O curso é um dos projetos de extensão universitária e inclusão social da própria universidade.
No momento da inscrição, os candidatos devem apresentar uma foto 3x4; cópia da carteira de identidade; cópia do comprovante de residência (conta de água ou luz) e cópia do certificado de conclusão do ensino médio ou declaração de escolaridade. Mais informações no site. (Catraca/Redação)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Rio registra surto de malária com 14 casos confirmados

Considerado livre da malária há quatro décadas, o estado do Rio volta a registrar a doença. Não são casos trazidos da Amazônia, mas originados no próprio estado. Por uma forma única do Rio e diferente das demais. Um surto de malária acontece na Região Serrana, com 14 casos confirmados pela Fiocruz no réveillon. Espera-se mais no carnaval e neste verão. O padrão da doença é completamente diferente do registrado na Amazônia, área onde a malária é endêmica. Dos 12 homens, uma mulher e uma criança infectados, apenas um é morador da Região Serrana. Os demais são turistas de alto poder aquisitivo, moradores da Zona Sul do Rio de Janeiro.

Os casos foram identificados pelo Centro de Diagnóstico e Treinamento da Malária da Fiocruz, liderado pelo imunologista Cláudio Tadeu Daniel Ribeiro, um dos maiores especialistas do mundo na doença. O trabalho faz parte da pesquisa de Anielle Pina-Costa, doutora em pesquisa clínica em doenças infecciosas pela Fiocruz, e do Ambulatório de Doenças Febris Agudas do Instituto Nacional de Infectologia do Hospital Evandro Chagas, também da Fiocruz, e centro de referência para malária. O genoma do parasita plasmódio causador da doença foi sequenciado pelo grupo do geneticista Mariano Zalis, do Laboratório de Infectologia e Parasitologia Molecular do Hospital Universitário Clementino Fraga da UFRJ e também pioneiro no estudo genético da malária no Brasil.

Os especialistas destacam que não é caso para pânico, ou de deixar de frequentar áreas de floresta dessas regiões, mas de se redobrar a atenção com os sintomas sugestivos da doença e a busca de tratamento adequado. A malária que afeta a região de Mata Atlântica não é letal. Mas pode causar episódios recorrentes de febre, calafrios, dores de cabeça e no corpo e prostração se não for tratada com os remédios adequados. O uso de repelente de longa duração — Exposis, com o princípio ativo icaridina, fabricado pelo laboratório Osler, é o único que funciona com longa duração — é essencial. Há casos em localidades de Petrópolis, Friburgo, Lumiar, Sana e Guapimirim.

— Aqui não é a Amazônia, onde se espera encontrar malária. O trabalho de identificação é mais lento do que o normal porque os médicos não pensam em malária, quando atendem as pessoas com sintoma — explica Claudio Ribeiro.

— Aqui não é a Amazônia, onde se espera encontrar malária. O trabalho de identificação é mais lento do que o normal porque os médicos não pensam em malária, quando atendem as pessoas com sintoma — explica Claudio Ribeiro.

Por falta de desconhecimento dos médicos do município do Rio, desacostumados com malária, entre o aparecimento dos sintomas — o que acostuma acontecer em torno de 10 dias após a infecção — até o diagnóstico pode levar mais de 40 dias. Não se trata de falta de atendimento — a maioria dos pacientes foi atendida em clínicas particulares conceituadas. Mas só quando procuraram a Fiocruz receberam diagnóstico adequado.

Anielle estuda malária no estado do Rio desde 2008, dentro do projeto “Malária da Mata Atlântica”. Daquele ano a 2014 foram 15 casos. No início de 2015, apareceram 14 casos. Ela e Claudio Ribeiro atribuem o fato a condições climáticas (verão seco e quente que favoreceu a proligeração do mosquito Anopheles kertezia cruzii, que usa o “copo” das bomélias nativas da Mata Atlântica como criadouro. Ele pica o macaco e e este eventualmente pica o homem.

TUDO INDICA QUE SE TRATA DE UM FENÔMENO AMBIENTAL

— A malária sempre pode ter estado ali. Porém, o calor extremo, que favorece a proliferação do mosquito transmissor, a seca, que impede que as chuvas levem as larvas das bromélias. E a busca dos turistas por lugares mais frescos parecem ter sido a combinação para o surto. Ao que tudo indica, a maioria das vítimas foi picada ao tomar banhos de cachoeira no meio da mata — diz Anielle.

Nenhuma das vítimas corre risco de morte. Todas estão bem.

— Mas o aparecimento da malária nas florestas serranas é mais um alerta ambiental. As pessoas estão cada vez mais dentro da mata. Alerta que tivemos no caso da dengue, por exemplo, e não foi devidamente combatido e vemos no que deu. A solução passa por uma maior compreensão e monitoração da floresta. Vivemos junto à florestas. Amamos estar lá. Precisamos compreendê-la melhor, Já o Brasil tem feito um trabalho muito bom na redução de casos na Amazônia, que já foram um milhão e hoje são 150 mil — observa Claudio Ribeiro. (Extra/Redação)