
Não bastasse estocar material explosivo num sobrado em cima das casas de duas famílias - uma delas com um bebê - o dono do depósito clandestino de fogos de artifício que explodiu anteontem em São Gonçalo empregava menores de idade, numa atividade de alto risco. No fim da noite de sábado, bombeiros acharam entre os escombros mais um corpo, aumentando para três o número de mortos. Dois deles tinham menos de 18 anos e trabalhavam no local desde o mês passado.
Os três mortos foram identificados como Alex Sandro Fonseca de Souza, de 16 anos, Renato Arantes dos Santos, de 17, e Vítor Fróz dos Santos, de 26. O cunhado de Renato, que se identificou apenas como Márcio, confirmou ontem, no IML, que ele era empregado da fábrica de fogos.
(Extra Online)
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