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Surfistas caminham em meio a garrafas em São Conrado |
No Brasil, a discussão entrou na agenda pública com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010). Quem gera um produto deve ser responsabilidade pelo seu descarte adequado. Na última terça-feira, no entanto, numa sala do Ministério do Meio Ambiente, a reunião de setores da indústria que debatem o assunto terminou em impasse. Empresas como a Coca-Cola, Ambev e Nestlé defendem o modelo adotado até então no país. O secretário estadual do Ambiente contestou o modelo semiescravagista atual. "Se fosse eficiente, eu não teria retirado toneladas de garradas PET dos rios. Hoje mesmo - Dia Mundial da Água - encontramos imensa quantidade de embalagens nas praias cariocas. O brasil perde R$ 8 bilhões ao ano por não se reciclar. Isso é custo", defendeu. (O Globo/Redação).
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