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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Passeio guiado gratuito revela a história do Méier

No próximo domingo, dia 30, o Méier, na Zona Norte, recebe a edição do projeto "Rolé Carioca". Trata-se de um passeio guiado pelo bairro que revela um pouco da história desse pedaço do subúrbio. O projeto é tocado pelos professores de história William Martins e Rodrigo Rainha.
O roteiro passa por pontos como o Jardim do Meier, Basílica Sagrado Coração de Maria, Hospital Salgado Filho, Rua Visconde de Cairú, Leão do Meier, Imperator e Colégio Metropolitano. O ponto de encontro é noa Praça Agripino Grieco e está marcado para às 9h. Mais informações no evento do Facebook. (catraca/Redação)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Jazz no Méier

Na sexta-feira, dia 27, a praça Agripino Grieco é ocupada pelo Jazz de Lourenço Vasconcellos e amigos. O evento, promovido pelo coletivo “Perto do Leão do Méier”, tem participação gratuita. 
O coletivo promove atividades gratuitas no local, próximo ao Leão, símbolo do bairro, que fica na rua Dias da Cruz. E, este é o primeiro show de Jazz do projeto em seis meses de existência.
Junto a Lourenço chegam à pracinha o violonista Luiz Potter, o saxofonista Scott Hill, o guitarrista Gabriel Ballesté, a flautista Karina Neves, o Guitarrista Pedro Franco, o flautista Jeferson Souza, o baixista Chico Oliveira e o baterista Antonio Neves. Nos intervalos do show rola a discotecagem de Dj Pátrida, de Minas Gerais. 
O evento está marcado para às 21h. Mais informações no evento do Facebook. (Catraca/Redação)

terça-feira, 25 de março de 2014

Produtores apostam em bairros como Tijca e Méirer para eventos culturais

Chacal e seu CEP 20.000 são ícones da cultura carioca que, ao longo das últimas décadas, se espraia pelos baixos e praias da Zona Sul. Leo Feijó, à frente de espaços como a Casa da Matriz e o Cinemathèque, ajudou a moldar esse mesmo cenário a partir dos anos 1990. Mais novo, o produtor-artista-agitador Qinho cresceu no mesmo ambiente e, ao surgir, foi recebido como novo “menino do Rio” (leia-se sal, sol e, logicamente, sul). Hoje, os três olham para o norte — a Zona Norte. Eles desenvolvem projetos no Imperator — Centro Cultural João Nogueira, um dos polos da região, localizado no Méier. Não se trata de coincidência, ou iniciativa específica, oficial, do espaço da prefeitura. Outros projetos, espalhados por outros bairros, mostram que, depois de anos reduzido a fronteiras que iam do Leblon à Lapa, o mapa cultural do Rio que é visto parece começar a se deslocar para onde a bússola aponta.
— Tá vazando — define Qinho, num termo que toca na ideia de saturação evocada por outros artistas e produtores entrevistados para a reportagem. — Esse circuito de Zona Sul e Lapa começou a ficar asfixiado.
Não se trata de uma revitalização ou de um resgate. A cultura na Zona Norte, é claro, seguiu ativa desde sempre, a despeito da falta de investimentos ou de políticas públicas para a região — basta pensar no funk carioca, mais poderosa manifestação cultural da cidade das últimas décadas. O que acontece agora parece ser a junção, por um lado, de novas demandas da área (com o surgimento de uma jovem geração de produtores e o reconhecimento da existência de um público local) com a necessidade, por outro, do crescimento dos limites da cidade viável para o mercado da cultura de vanguarda (jovens artistas, linguagens experimentais). Uma cidade que se tornou pequena, espremida nos bairros nobres. E que agora, como exposto na metáfora de Qinho, começa a dar sinais de vazamento.
Eventos como o Ocupa Geringonça e Dobradinhas e Outros Tais são o reflexo disso. Realizados na região da Tijuca — pela proximidade com o Centro e com o acesso pelo Túnel Rebouças, o bairro é o que mais dá sinais desse movimento —, ambos já apresentaram artistas que seriam associados ao público da Zona Sul e a palcos como o (hoje fechado) Studio RJ, Audio Rebel ou mesmo o Circo Voador. Nomes como Curumin, Letícia Novaes, Ava Rocha, Céu e Metá Metá. Além disso, há outros pontos comuns, como a criação de espaços novos (o terraço de um restaurante na Praça da Bandeira, no caso da Dobradinhas, e quadras nos morros do Borel e da Formiga ou o estacionamento do Sesc Tijuca, como ocorre no Ocupa Geringonça) e o cruzamento de artes plásticas, música, cinema, design e fotografia.
— A agenda carioca de shows, que para a maioria dos artistas costuma se limitar à Zona Sul, não se sustenta — avalia Julianna Sá, idealizadora do Dobradinhas, série de shows realizada nos últimos meses que gerou um EP de canções inéditas feitas pelos músicos participantes (o lançamento será no dia 31 de março). — Quando pensei o Dobradinhas e Outros Tais, me pareceu um evento próprio para a Zona Sul, afinal os artistas se consolidaram lá, seu público estaria lá. Mas não é verdade. Há, obviamente, uma série de pessoas na Zona Norte interessadas em mil coisas. E não é uma novidade. O grupo Severiano Ribeiro investiu na reforma e na inauguração de salas de cinema na Conde de Bonfim pouco antes da abertura do metrô na Saens Peña. Queriam competir com a facilidade de se chegar à Zona Sul. Esse esforço, por décadas, deixou de existir, houve um abandono das iniciativas pública e privada. As pessoas se acostumaram que, pra ir ao cinema ou para ver um show, elas precisariam deixar seus bairros. Não é ruim deixar o próprio bairro, pelo contrário, é viver a cidade do tamanho que ela de fato tem. Só que esse tamanho, culturalmente, ficou pequeno.
O Ocupa Geringonça é uma parceria do Sesc Tijuca (que sustenta financeiramente o evento) com o coletivo Norte Comum (que faz a curadoria). O Norte Comum é um exemplo claro desse novo pensamento sobre a cidade, de abertura e circulação. Ele promove ações espalhadas pela cidade — uma das mais bem sucedidas é o Sarau Tropicaos, no Hospital Nise da Silveira, no Engenho de Dentro — seguindo a ideia expressa no texto de apresentação de sua página no Facebook: “O intuito não é de fechar o território, e sim de abrir”.
— O Norte Comum veio de uma ansiedade de muitos de produzir coisas para as pessoas que moravam na Zona Norte — explica Carlos Meijueiro, um dos articuladores do coletivo. — Um dos desejos era aproveitar os espaços já existentes, como na Tijuca temos o Teatro Ziembinski, o Centro Municipal de Referência da Música Carioca... Fomos bater na porta do Sesc e assumimos a curadoria do Geringonça. Acaba chegando também um público da Zona Sul, sobretudo nos eventos da Tijuca. Isso tudo vem num momento em que a cidade está te empurrando para fora. É cada vez mais difícil existir e resistir no Rio. É cada vez mais difícil arrumar um trabalho que pague a permanência aqui. O único caminho acaba sendo se reunir. A galera está se juntando para aproveitar o momento e entender o que vai fazer.
Leo Feijó trabalha na região com a mesma perspectiva, em projetos como o Território Criativo Grande Méier, em parceria com o Imperator.
— A ideia é estimular uma rede de produtores locais. — Você passa na Rua 24 de Maio e vê casas antigas enormes, mal cuidadas. São imóveis com aluguéis acessíveis, à espera de quem os ocupe com iniciativas culturais. Essas condições já se deram em Manchester (na Inglaterra), na Lapa, em Botafogo. Agora é ali, explica Feijó.
O produtor acredita que o aumento do custo de vida contribui para a percepção de que a cidade precisa crescer na direção da Zona Norte.
— Seu aluguel aumenta em 100%, e você é obrigado a considerar que a cidade não se limita à Zona Sul.
Chacal, que levará para o Imperator seu CEP 20.000 (será o CEP 20 Méier), defende essa movimentação:
— Tem que ir para a Zona Norte, é onde as coisas estão acontecendo. Há até uma percepção do poder público, editais que pensam a territorialização da cultura (no edital para seleção de Pontos de Cultura, de setembro de 2013, a Secretaria Municipal de Cultura estabeleceu um corte por território, determinando que 60% dos pontos fossem nas Zonas Norte e Oeste). Vem surgindo um pensamento interessante sobre a região, com caras como Marcus Faustini e (o diretor teatral) Marcus Galiña.
Qinho, que dialoga com o Norte Comum, levará ao Imperator o projeto Rio Música Contemporânea. Nele, em shows mensais, nomes da nova cena musical carioca dividem o palco com um artista consagrado.
—Vejo esse movimento como uma volta, um olhar para o lugar de onde a cidade veio — avalia o músico e produtor.Chacal e seu CEP 20.000 são ícones da cultura carioca que, ao longo das últimas décadas, se espraia pelos baixos e praias da Zona Sul. Leo Feijó, à frente de espaços como a Casa da Matriz e o Cinemathèque, ajudou a moldar esse mesmo cenário a partir dos anos 1990. Mais novo, o produtor-artista-agitador Qinho cresceu no mesmo ambiente e, ao surgir, foi recebido como novo “menino do Rio” (leia-se sal, sol e, logicamente, sul). Hoje, os três olham para o norte — a Zona Norte. Eles desenvolvem projetos no Imperator — Centro Cultural João Nogueira, um dos polos da região, localizado no Méier. Não se trata de coincidência, ou iniciativa específica, oficial, do espaço da prefeitura. Outros projetos, espalhados por outros bairros, mostram que, depois de anos reduzido a fronteiras que iam do Leblon à Lapa, o mapa cultural do Rio que é visto parece começar a se deslocar para onde a bússola aponta.
— Tá vazando — define Qinho, num termo que toca na ideia de saturação evocada por outros artistas e produtores entrevistados para a reportagem. — Esse circuito de Zona Sul e Lapa começou a ficar asfixiado.
Não se trata de uma revitalização ou de um resgate. A cultura na Zona Norte, é claro, seguiu ativa desde sempre, a despeito da falta de investimentos ou de políticas públicas para a região — basta pensar no funk carioca, mais poderosa manifestação cultural da cidade das últimas décadas. O que acontece agora parece ser a junção, por um lado, de novas demandas da área (com o surgimento de uma jovem geração de produtores e o reconhecimento da existência de um público local) com a necessidade, por outro, do crescimento dos limites da cidade viável para o mercado da cultura de vanguarda (jovens artistas, linguagens experimentais). Uma cidade que se tornou pequena, espremida nos bairros nobres. E que agora, como exposto na metáfora de Qinho, começa a dar sinais de vazamento.
Eventos como o Ocupa Geringonça e Dobradinhas e Outros Tais são o reflexo disso. Realizados na região da Tijuca — pela proximidade com o Centro e com o acesso pelo Túnel Rebouças, o bairro é o que mais dá sinais desse movimento —, ambos já apresentaram artistas que seriam associados ao público da Zona Sul e a palcos como o (hoje fechado) Studio RJ, Audio Rebel ou mesmo o Circo Voador. Nomes como Curumin, Letícia Novaes, Ava Rocha, Céu e Metá Metá. Além disso, há outros pontos comuns, como a criação de espaços novos (o terraço de um restaurante na Praça da Bandeira, no caso da Dobradinhas, e quadras nos morros do Borel e da Formiga ou o estacionamento do Sesc Tijuca, como ocorre no Ocupa Geringonça) e o cruzamento de artes plásticas, música, cinema, design e fotografia.
— A agenda carioca de shows, que para a maioria dos artistas costuma se limitar à Zona Sul, não se sustenta — avalia Julianna Sá, idealizadora do Dobradinhas, série de shows realizada nos últimos meses que gerou um EP de canções inéditas feitas pelos músicos participantes (o lançamento será no dia 31 de março). — Quando pensei o Dobradinhas e Outros Tais, me pareceu um evento próprio para a Zona Sul, afinal os artistas se consolidaram lá, seu público estaria lá. Mas não é verdade. Há, obviamente, uma série de pessoas na Zona Norte interessadas em mil coisas. E não é uma novidade. O grupo Severiano Ribeiro investiu na reforma e na inauguração de salas de cinema na Conde de Bonfim pouco antes da abertura do metrô na Saens Peña. Queriam competir com a facilidade de se chegar à Zona Sul. Esse esforço, por décadas, deixou de existir, houve um abandono das iniciativas pública e privada. As pessoas se acostumaram que, pra ir ao cinema ou para ver um show, elas precisariam deixar seus bairros. Não é ruim deixar o próprio bairro, pelo contrário, é viver a cidade do tamanho que ela de fato tem. Só que esse tamanho, culturalmente, ficou pequeno.
O Ocupa Geringonça é uma parceria do Sesc Tijuca (que sustenta financeiramente o evento) com o coletivo Norte Comum (que faz a curadoria). O Norte Comum é um exemplo claro desse novo pensamento sobre a cidade, de abertura e circulação. Ele promove ações espalhadas pela cidade — uma das mais bem sucedidas é o Sarau Tropicaos, no Hospital Nise da Silveira, no Engenho de Dentro — seguindo a ideia expressa no texto de apresentação de sua página no Facebook: “O intuito não é de fechar o território, e sim de abrir”.
— O Norte Comum veio de uma ansiedade de muitos de produzir coisas para as pessoas que moravam na Zona Norte — explica Carlos Meijueiro, um dos articuladores do coletivo. — Um dos desejos era aproveitar os espaços já existentes, como na Tijuca temos o Teatro Ziembinski, o Centro Municipal de Referência da Música Carioca... Fomos bater na porta do Sesc e assumimos a curadoria do Geringonça. Acaba chegando também um público da Zona Sul, sobretudo nos eventos da Tijuca. Isso tudo vem num momento em que a cidade está te empurrando para fora. É cada vez mais difícil existir e resistir no Rio. É cada vez mais difícil arrumar um trabalho que pague a permanência aqui. O único caminho acaba sendo se reunir. A galera está se juntando para aproveitar o momento e entender o que vai fazer.
Leo Feijó trabalha na região com a mesma perspectiva, em projetos como o Território Criativo Grande Méier, em parceria com o Imperator.
— A ideia é estimular uma rede de produtores locais. — Você passa na Rua 24 de Maio e vê casas antigas enormes, mal cuidadas. São imóveis com aluguéis acessíveis, à espera de quem os ocupe com iniciativas culturais. Essas condições já se deram em Manchester (na Inglaterra), na Lapa, em Botafogo. Agora é ali, explica Feijó.
O produtor acredita que o aumento do custo de vida contribui para a percepção de que a cidade precisa crescer na direção da Zona Norte.
— Seu aluguel aumenta em 100%, e você é obrigado a considerar que a cidade não se limita à Zona Sul.
Chacal, que levará para o Imperator seu CEP 20.000 (será o CEP 20 Méier), defende essa movimentação:
— Tem que ir para a Zona Norte, é onde as coisas estão acontecendo. Há até uma percepção do poder público, editais que pensam a territorialização da cultura (no edital para seleção de Pontos de Cultura, de setembro de 2013, a Secretaria Municipal de Cultura estabeleceu um corte por território, determinando que 60% dos pontos fossem nas Zonas Norte e Oeste). Vem surgindo um pensamento interessante sobre a região, com caras como Marcus Faustini e (o diretor teatral) Marcus Galiña.
Qinho, que dialoga com o Norte Comum, levará ao Imperator o projeto Rio Música Contemporânea. Nele, em shows mensais, nomes da nova cena musical carioca dividem o palco com um artista consagrado.
—Vejo esse movimento como uma volta, um olhar para o lugar de onde a cidade veio — avalia o músico e produtor. (Na Tijuca/Redação)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

“Carnaval Histórico” relembra os desfiles das décadas 60 e 70, hoje, no Méier

Nesta quarta-feira, a partir das 19h, acontece uma homenagem aos mais importantes personagens da cultura da cidade: os sambistas. A segunda edição do "Carnaval Histórico" terá tudo que o samba tem direito: música boa, animação, gente bamba e, claro, muita emoção! 


A festa deste ano relembra o Salgueiro dos anos 60 e 70, que fez uma revolução no carnaval. Serão homenageados seus grandes personagens e revividos alguns de seus desfiles. Para o prefeito Eduardo Paes, o "Carnaval Histórico" é importante por relembrar a trajetória das escolas de samba. 
No mesmo palco, cantando juntos pela primeira vez, estarão Martinho da Vila, Jair Rodrigues e Elza Soares. A festa é um evento do jornal Extra e acontece no Imperator, no Méier. (Extra/Redação)


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

João Nogueira - Madeira de Lei



A mostra, João Nogueira, Madeira de Lei , que abriu o espaço de exposições, no Imperator - Centro Cultural João Nogueira, no Méier,  oferece ao visitante a oportunidade de ver diversas imagens raras e assistir a diferentes vídeos da vida e da carreira do grande cantor e compositor João Nogueira.

 Entre algumas raridades, a interpretação de Elizeth Cardoso, que foi a primeira grande artista da MPB a gravar o sambista, cantando Correntes de Aço. Outras raridades são um vídeo da criação do Clube do Samba e outro de Cartola recebendo o título de sócio honorário do Clube do Samba, com a presença de figuras históricas da nossa música popular como Clementina de Jesus, Clara Nunes e muitos outros.
A exposição ficará aberta ao público até o dia 30/12, de terça a domingo (de 10h às 22h). Vale lembrar que a classificação é livre e a entrada é franca. (Redação)


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Ônibus invade calçada e atinge banca de jornal em Madureira


Um ônibus invadiu a calçada e atingiu uma banca de jornal na Estrada do Portela, na altura do Madureira Shopping, Zona Norte do Rio, na manhã desta terça-feira, 28. Uma equipe do Corpo de Bombeiros de Campinho foi acionada e quatro pessoas ficaram feridas, sendo encaminhadas para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier. Ainda não há informações sobre o estado de saúde das vítimas.

A via ficou parcialmente interditada no trecho por quase duas horas e o trânsito ainda é lento, apresentando retenções até a Rua Carvalho de Souza. CET-Rio, Guarda Municipal e Polícia Militar permanecem no local. (O Dia Online/Redação)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Chefe da Polícia Civil pede a suspensão de torcida organizada do Fluminense em estádios


A delegada Martha Rocha, chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, está disposta a combater os crimes relacionados à ação das torcidas organizadas. Cinco dias após pedir a suspensão da Torcida Jovem Fla ao Ministério Público, ela entrou com representação, nesta segunda-feira, 27, pedindo a proibição da entrada de integrantes da Torcida Young Flu, do Fluminense, nos estádios.

No último sábado, 25, vinte e um integrantes da Young Flu foram presos e outros dois apreendidos após espancar e roubar dois torcedores do Vasco, no Méier. Eles não eram integrantes de nenhuma organizada e apanharam apenas porque usavam camisas do time do coração. (R7/Redação)

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Equipamento da CET-Rio é furtado e prejudica sinais de trânsito no Méier

Um equipamento da CET-Rio (Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio), denominado Central de Área e responsável pela coordenação de parte dos sinais de trânsito do Méier, na zona norte, foi furtado na madrugada desta terça-feira, 26. O aparelho é de grande porte e foi instalado na confluência das ruas General Belegarde e Barão do Bom Retiro, no Engenho Novo. O dispositivo controlava e sincronizava 34 cruzamentos de vias importantes da região, como a avenida Marechal Rondon e a rua Vinte e Quatro de Maio.

Segundo informações de moradores da região, o equipamento foi arrancado à força e furtado por usuários de drogas que transitavam pelo local. De acordo com a CET-Rio, já era usual o furto de cabos responsáveis pelo funcionamento dos sinais, mas este incidente é novo e sem precedentes. Por causa dos danos, a previsão é que o serviço de reparo seja concluído somente no próximo fim de semana. Até lá, agentes da CET-Rio reforçarão a operação nas principais vias afetadas. (R7/Redação)

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Novo Imperator é inaugurado no Méier

Um show de Diogo Nogueira marcou a reinauguração do Imperator, no Méier, na noite desta terça-feira. Rebatizado de Centro Cultural João Nogueira, o local reuniu famosos, como integrantes da velha Guarda da Portela. Também esteve presente o prefeito do Rio Eduardo Paes, acompanhado da família.

"A dificuldade de acesso à cultura na região começa a desaparecer com a volta do Imperator. O pessoal da área vai poder ir a pé aos shows, teatro e cinema”, afirma Diogo, se referindo também às três salas de cinema que funcionarão no local. Com o fim das obras orçadas em R$ 28 milhões, o novo Imperator ganhará também café e restaurante, em três pavimentos, com terraço aberto à população do Méier. (O Dia Online/Redação)