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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Reaberta, Galeria de Arte Brasileira recebe obras de Portinari a Di Cavalcanti

Possuindo 1.800 metros quadrados, divididos em dois andares, a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea apresentará no primeiro andar o movimento da Abstração na gravura, com destaque para obras de Fayga Ostrower, Anna Bella Geiger, Rossini Perez, Artur Piza, Dora Basílio, Edith Behring, Anna Letycia entre outros.

No segundo andar artistas como Gilvan Samico, Maria Bonomi, Leonilson, Carlos Martins, Adir Botelho, Rubem Grilo, Claudio Mubarac, Fernando Vilela etc, se reunirão aos outros artistas representando a importância da gravura na produção artística brasileira das décadas de 1980. Na tocante às esculturas, novas peças são apresentadas, de artistas como Farnese de Andrade, Celso Antonio, Rubens Gerchman, Zelia Salgado, Abraham Palatnik e um bronze retratando Carlos Oswald. A galeria ainda conta com obras de Beatriz Milhazes, Di Cavalcanti, Jorge Guinle Filho, Tarsila do Amaral, Carlos Oswald, Tomie Ohtake, entre outros. (Catraca/Redação)

terça-feira, 9 de julho de 2013

Exposição sacra vai exibir Da Vinci, Caravaggio e Michelangelo no Rio

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio, reuniu algumas das principais obras de arte sacra italiana. A exposição “A herança do sagrado" será aberta ao público na quarta-feira (10), e faz parte da programação da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
O cuidado com o transporte e a abertura das caixas, se justifica. Elas guardam tesouros que compõem a exposição, que começou a ser montada no Rio. A mostra, com 105 peças, reúne algumas das mais importantes obras de arte sacra dos museus vaticanos e de várias regiões da Itália.
São quatro temas retratando a fé cristã: a imagem de Cristo, a Virgem Maria, os santos e os apóstolos.
Antes de as obras ganharem os espaços, cada pela é inspecionada por técnicos, cuidadosamente, para ver se houve danos com a viagem. Afinal, diz o curador Giovanni Morello, além de imponente, esta mostra traz uma seleção rara de trabalhos criados por artistas renomados, contando um pouco da religiosidade ao longo dos tempos.
A exposição traz nomes como Ticiano, Leonardo da Vinci, Caravaggio, Lorenzo Lotto, Guido Reni.
Uma das peças tem uma história valiosa. Quando a Pietá de Michelangelo, que está na Basílica de São Pedro, no Vaticano, foi atacada por um vândalo, nos anos 70, foi esta réplica que serviu de modelo aos artistas para o trabalho de restauração do nariz e de um dos dedos da Virgem Maria quebrados durante o ataque.
Esta reprodução é a única no mundo feita a partir do molde original de Michelangelo. A escultura, de 1950, foi feita em pó de mármore e pesa 236 quilos.
“Nunca recebemos um conjunto tão significativo e singular de nomes como Guido Reni, Ticiano, Michelangelo, Leonardo da Vinci, numa única mostra. É um conjunto significativo de obras primas da história da arte internacional”, disse a diretora do MNBA, Mônica Xexeo.
A entrada custará R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia). Das 17h às 21h, a entrada será gratuita. O Museu Nacional de Belas Artes fica na Avenida Rio Branco, 199, Centro e fica aberto das 9h às 21h. (G1/Redação)

terça-feira, 26 de junho de 2012

Museu Nacional de Belas Artes une Brasil e Itália através da arte

Fundada por dom João VI em 1816, a Academia Imperial de Belas Artes travou, desde o seu surgimento, um profícuo diálogo com a produção artística da Itália. Entre 1845 e 1890, pelo menos quinze alunos e professores vinculados à escola viajaram àquele país para se aperfeiçoar tecnicamente. Herdeiro do acervo da instituição, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) joga luz sobre essa parceria na exposição Artistas Brasileiros na Itália, em cartaz a partir desta terça, 26. Com curadoria de Monica Xexéo, diretora da instituição, Daniel Barreto, Pedro Xexéo e Laura Abreu, a mostra reúne aproximadamente 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras, de 38 criadores que incorporaram elementos da cultura italiana a seus trabalhos.
Sobressaem no acervo alguns dos artistas da Academia Imperial que estiveram na Itália na segunda metade do século XIX. Dele, serão exibidas duas aquarelas. Entre as criações desse grupo, no entanto, a atração mais importante é o óleo Turbínio, de Antônio Parreiras (1860-1937). Alvo de uma meticulosa restauração, feita por técnicos do MNBA, a tela volta a ser exibida após mais de cinquenta anos.

Serviço:"Artistas Brasileiros na Itália", Museu Nacional de Belas Artes.
Avenida Rio Branco, 199, Cinelândia, Centro. 
Terça a sexta, 10h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 17h. Grátis. Até 5 de agosto.
A partir 26/06. www.mnba.gov.br. Tel: (21) 2219-8474.