Vila Isabel é um dos bairros cariocas com maior tradição de enfeitar suas ruas para as Copas do Mundo. E, este ano, com o evento marcado para o Brasil, a animação parece que vai ser maior. Comandados por Victor Marques, 32 anos, Bernard Dantas, 21, Hélcio Mattos, 21, e Maurício Aragão, 23, um grupo de cerca de 30 moradores da Rua Pereira Nunes, no trecho que pertence ao bairro de Noel, vêm trabalhando desde o fim do ano passado para promover mais uma grande festa.
“Desde a primeira vez que foi decorada, na Copa de 1990, a rua sempre é a primeira a começar os preparativos. Esse ano mantivemos a tradição”, orgulha-se Maurício Aragão.
Vencedora de prêmios em Copas anteriores, a rua da Zona Norte conta até com patrocínio de uma empresa para este ano, que pediu anonimato, mas bancou metade dos gastos com o material verde e amarelo. “O resto veio da colaboração de moradores. Ao todo, nosso orçamento é de R$ 7 mil”, revela Victor.
Mas a festa no bairro boêmio não vai se resumir às fitas nas cores da bandeira e aos muros grafitados com imagens que remetem à Copa e ao Rio. No trecho entre as ruas Teodoro da Silva e 28 de Setembro, a Pereira Nunes será fechada e um telão vai ser instalado para que os torcedores possam acompanhar os jogos do Brasil. “Vamos ter 500 pessoas assistindo as partidas da Seleção Brasileira. Depois dos jogos, o público deve chegar a 4.500 com os shows e as barraquinhas de comida e bebida que serão montadas na rua”, conta Hélcio Mattos.
Organizadores dos festejos, os moradores da Pereira Nunes também estão atentos aos protestos contra o Mundial que vêm acontecendo no país desde junho do ano passado. Mesmo sendo críticos aos gastos públicos para a realização do evento, o grupo de amigos explica sua decisão de decorar a rua. “Somos contra a maneira como a Copa está sendo feita, mas estamos aqui pela Pereira Nunes e a favor da nossa Seleção”, diz Bernard. Segundo ele, não há contradição em protestar contra os custos do evento e torcer por Neymar e companhia. (O Dia/Redação)
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terça-feira, 29 de abril de 2014
terça-feira, 21 de maio de 2013
Grupo invade prédio em Botafogo
Moradores e funcionários do edifício Conde de Louzã, no número 154 da rua Conde de Irajá, em Botafogo, na zona sul, foram amarrados com fita adesiva e feitos reféns por cerca de dez bandidos armados e encapuzados, na manhã de ontem. Eles levaram vários pertences das vítimas, como celulares, relógios, computadores e até tênis, além de um fiat Siena, que usaram na fuga. Ninguém ficou ferido.
O caso foi registrado na 10ª DP (Botafogo), mas a delegacia não divulgou informações sobre o assalto.
Segundo testemunhas. Os criminosos invadiram o prédio de seis andares, por volta das 7h, após rederem uma empregada doméstica que chegava ao local para trabalhar. Ela foi levada para a escada do edifício, onde foi amarrada.
Um outro grupo rendeu o porteiro do prédio que ainda estava em casa, dentro do próprio edifício. Ele também foi levado para a escada e amarrado, junto com sua esposa e seu dois filhos.
Alguns criminosos roubaram pertences do apartamento do funcionário, um fiat Siena, usado na fuga. Eles também fugiram num Honda Fit, veículo no qual chegaram ao local.
Parte dos bandidos levaram a empregada doméstica até o apartamento no qual ela trabalha. Chegando lá, renderam os moradores do imóvel, que foi todo revirado em busca de pertences que pudesssem carregar.
As vítimas contaram que esse foi o primeiro assalto no prédio. Elas acreditam que os bandidos conseguiram o controle-remoto da garagem por onde entraram. (Metro/Redação)
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Moradores do horto não desocupam imóveis

quinta-feira, 20 de setembro de 2012
UPP da Rocinha, maior do Rio, é inaugurada: unidade terá 700 policiais e 100 câmeras de monitoramento espalhadas pela favela
Foi inaugurada nesta quinta-feira, 20, na Rocinha, a maior
Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Rio de Janeiro. Serão 700 policiais
militares espalhados por 25 localidades da favela, comandados pelo major Edson
Raimundo dos Santos. Haverá ainda a instalação de 100 câmeras de monitoramento, e
rádios com localizadores por GPS. A
medida tem o objetivo de monitorar cada um dos PMs distribuídos pela maior
favela do país, a qual possui cerca de 70 mil moradores.
Serão disponibilizadas também motocicletas que para uso em
trechos de difícil acesso. A inauguração acontece dez meses depois da ocupação
das forças de pacificação. De lá para cá, a favela permaneceu ocupada pelos
policiais do Batalhão de Operações Policiais (Bope), Batalhão de Choque (BpChoque)
e Batalhão de Operações com Cães (BAC), que somavam 408 homens espalhados pelo
local. A UPP da Rocinha terá uma sede própria, além de oito bases avançadas
espalhadas em pontos estratégicos da comunidade. (O Globo/ Redação)
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