
(O Globo Online)
O motivo da demora se deveu a um telegrama. O STJ garante que enviou, às 18h20 de terça-feira, a correspondência com o alvará de soltura de Lins para o Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, com sede no Rio, e para a 4ª Vara Federal. Porém, as duas instâncias da Justiça informaram que até as 20h o documento não havia chegado.
Mas a liberdade de Lins pode durar pouco tempo. O procurador Leonardo Cardoso vai pedir à Justiça a renovação da prisão do ex-parlamentar. “Quero ver o que o STJ alegou para conceder a soltura. Vou analisar o teor da decisão e ver se é possível pedir que a prisão dele seja renovada. O Ministério Público Federal (MPF) entende que ele deveria permanecer preso até a audiência marcada para o dia 9, quando será apresentado às testemunhas”, afirmou Cardoso.
Álvaro Lins foi preso pela Polícia Federal em 29 de maio do ano passado, acusado de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, facilitação de contrabando e corrupção ativa. Em seguida foi acusado pelo MPF de envolvimento com a máfia de caça-níqueis e com a quadrilha do bicheiro Rogério Andrade. Em agosto, perdeu o mandato de deputado estadual e, em março, foi expulso da Polícia Civil.
(O Dia Online)
Moradores das travessas São Feliciano, Gelson Brandão, Expedicionário Paulo Morais e Pinheiro e da Rua São Geraldo, no Fonseca, Zona Norte de Niterói, estão temerosos com uma onda de assaltos a pedestres que tem atingido a região nos últimos meses. Segundo os moradores, que já fizeram até um abaixo-assinado, na maioria das vezes, as vítimas são abordadas por uma dupla em uma moto, que costuma atacar no período da noite.
Uma das recentes vítimas foi uma moradora da Travessa São Feliciano, que preferiu não se identificar. Ela foi assaltada na manhã da última sexta-feira, em frente de casa. Segundo a vítima, dois bandidos em uma moto renderam ela e o marido, quando os dois saíam de casa.
"Levaram R$ 1 mil, celular, cartões de crédito e talão de cheque. Os dois (bandidos) vieram de moto e já haviam sido observados por outros moradores nas ruas do bairro, mas ninguém desconfiou que seriam criminosos. Na hora não sabia o que fazer e saí gritando pela rua", conta ela, que registrou o caso na 78ª DP (Fonseca).
Outra moradora, que reside na Travessa Expedicionário Paulo Morais Pinheiro e que também não quis se identificar, reclama que falta patrulhamento nas redondezas, alegando que apenas a Alameda São Boaventura conta com alguns veículos da polícia circulando.
"Nessa semana, ouvi uma mulher ser assaltada em frente a minha casa. Houve gritaria e ficamos com medo de ver o que era. Quando fui verificar, os bandidos já tinham deixado o local", conta a moradora.
(Fluminense Online)